Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 325

POV/ CHRISTIAN

Antes que ela pudesse reclamar, passei os dedos pelos pulsos dela, tirei o celular da mão da minha garota com firmeza e guardei no meu bolso. Passei o braço direito pelas costas dela, sustentando o peso do corpo mole da Moon contra o meu quadril, e comecei a guiar os passos trôpegos da minha ratinha para fora do bar.

O vento frio da madrugada de Porto Alegre bateu no rosto da Moon assim que cruzamos a porta de vidro do bar, fazendo a garota encolher os ombros e se colar ainda mais contra o meu peito.

— Tá frio, Christian... — ela resmungou com a voz arrastada, tropeçando no salto alto na calçada.

Passei o meu braço com mais força ao redor dos ombros dela, praticamente carregando o corpo leve da minha mulher até a lateral da minha caminhonete. Abri a porta do passageiro, segurei a Moon pela cintura e a acomodei com cuidado no banco de couro macio.

Ela se jogou para trás no encosto, jogando a cabeça para o lado com os olhos pesados de sono. Me inclinei sobre o corpo dela para puxar o cinto de segurança. A proximidade fez o perfume doce de baunilha da pele dela invadir as minhas narinas com força, misturado ao calor do corpo embriagado. O decote do vestido branco subiu de leve com a respiração descompassada dela, revelando o colo alvo e macio.

Travei a fivela do cinto com um estalo firme, fechei a porta e dei a volta no veículo para assumir o volante.

Assim que dei a partida e o motor roncou baixo, a Moon soltou um gemido sôfrego e esfregou a barriga com as duas mãos:

— Christian... para o carro. Tô com fome. Tô com muita fome de verdade.

Olhei de canto de olho para ela, vendo a carinha de sofrimento fingido:

— Você bebeu tequila sem jantar, né, bonita?

— Eu comi dois salgadinhos! — ela se defendeu com a voz mole, fazendo um bico gigante. — Mas agora parece que tem um buraco sem fundo dentro de mim.

— Vou resolver isso. Fica quieta aí.

Dirigi por algumas quadras até encontrar uma lanchonete tradicional aberta na esquina. Desci rápido e comprei um lanche artesanal de carne grelhada com queijo derretido em pão macio, pedindo para não colocarem condimentos pesados ou excesso de gordura para não revirar o estômago sensível dela.

Voltei para a caminhonete e entreguei o embrulho térmico nas mãos dela.

A Moon abriu o papel com a pressa de uma criança faminta e deu uma mordida enorme no sanduíche. Na afobação, ela puxou o ar na hora errada, engasgou de leve e começou a tossir, levando a mão ao peito.

— Calma, garota! — falei, soltando uma risada rouca enquanto estendia uma garrafa de água mineral para ela. — Ninguém vai tirar a comida da sua mão, não. Mastiga devagar.

Ela deu dois goles compridos na água, recuperou o fôlego e começou a rir da própria desgraça, com os olhos verdes brilhando de diversão:

— Nossa... quase morri engasgada com um pedaço de queijo na frente do meu chefe. Que papelão!

— Come direito, Moon.

Ela voltou a mastigar, dessa vez com mais calma, mas acabou sujando o cantinho do lábio inferior com um pouco de molho. Parei o carro no sinal vermelho da avenida vazia, virei o tronco na direção dela e estiquei a mão grande.

CAP. 350 -  MINHA RATINHA 1

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário