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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 331

POV/ Moon

O Christian desceu a mão grande pela lateral do meu quadril, enganchou os dedos firmes na renda fina da minha calcinha e puxou o tecido para o lado com uma facilidade absurda, expondo a minha intimidade completamente molhada e sensível.

Os dedos quentes e calejados dele deslizaram devagar pelo meio das minhas pernas, espalhando a umidade pela minha pele até encontrarem a pequena joia de aço cirúrgico presa no topo do meu clitóris.

Ele segurou a bolinha de metal entre a ponta do polegar e do indicador, rolando a joia com uma pressão calculada que fez um choque elétrico subir direto pela minha coluna, me fazendo perder a sustentação do tronco na mesa.

— Doeu muito quando você colocou isso aqui? — ele perguntou, com a voz tão grossa e arrastada que vibrou dentro do meu peito.

— Só um pouquinho na hora... — respondi, tentando puxar o ar enquanto minhas pernas tremiam abertas diante dele.

O Christian pressionou o metal com mais força, deslizando a ponta do dedo molhado ao redor da carne inchada:

— E agora? Dói agora, Moon?

— Não... agora não dói nada...

— Ótimo — ele murmurou com os olhos brilhando em um tom escuro e faminto.

Sem soltar o meu quadril, o Christian deu um passo para a frente, forçou os meus joelhos para as laterais da mesa e dobrou o corpo para baixo. Ele apoiou os joelhos no carpete escuro do escritório, se ajoelhando no chão entre as minhas coxas abertas.

Olhei para baixo, vendo aquele homem gigantesco, o diretor executivo mais temido e imponente da construtora, posicionado de joelhos bem no meio das minhas pernas.

Ele ergueu o rosto para me encarar de baixo, com um meio sorriso arrogante e a respiração pesada:

— Eu não me ajoelho no chão por ninguém nesse mundo, ratinha. Nem pela diretoria, nem por dinheiro, nem por poder nenhum. Mas para você, eu faço isso.

Antes que eu pudesse responder, as duas mãos imensas dele fecharam na parte interna das minhas coxas, cravando os dedos na minha pele macia e puxando o meu quadril até a beirada exata da madeira de mogno.

O Christian colou a boca quente direto na minha intimidade.

O choque da língua úmida e firme dele lambendo o meu clitóris me arrancou um grito agudo que morreu na minha garganta. Joguei a cabeça para trás, cravando as unhas nas bordas da mesa enquanto ele começava a trabalhar.

A língua dele era experiente, quente e implacável. Ele passou a ponta da língua por toda a extensão da minha fenda, subindo em um traço lento e molhado até alcançar o piercing. O Christian prendeu a haste de metal entre os dentes com uma delicadeza perigosa, puxando de leve antes de sugar o meu clitóris para dentro da boca com força total.

— Ah... meu Deus... Christian! — gemi alto, arqueando as costas e afundando os dedos nos cabelos escuros e curtos da cabeça dele.

Ele não parou. Embalou um ritmo ritmado e voraz, alternando sucções pesadas no piercing com lambidas circulares e rápidas. Ao mesmo tempo, ele deslizou dois dedos compridos para dentro de mim, preenchendo o meu canal encharcado de uma vez só.

O contraste do calor da boca dele no meu clitóris com o movimento ritmado e fundo dos dedos entrando e saindo de dentro de mim fez a minha mente entrar em colapso. O meu quadril começou a se mover sozinho, buscando mais atrito contra o rosto dele, completamente desgovernada pelo prazer absurdo que ele estava me arrancando.

Ele era imenso. Mesmo de joelhos, o peito dele encostava nas minhas pernas e uma das mãos livres dele subiu pela minha barriga, alcançando a minha camisa verde aberta para apertar a minha mama esquerda com força possessiva, massageando o bico rígido enquanto continuava me devorando lá embaixo.

— Continua se mexendo desse jeito para mim, ratinha — ele sussurrou com a voz abafada contra a minha pele úmida, acelerando as estocadas dos dedos dentro de mim e chupando o piercing sem dar trégua. — Quero ver você se derreter inteira na minha boca.

A pressão na base da minha barriga acumulou uma onda insuportável de calor. As paredes internas do meu corpo começaram a pulsar apertadas ao redor dos dedos dele, o ar começou a faltar nos meus pulmões e as minhas pernas tremiam sem nenhum controle.

Eu estava a um milímetro de despencar no abismo, prestes a explodir em um orgasmo violento na boca dele, quando o barulho seco cortou o ar como um tiro.

TOC, TOC, TOC!

Três batidas fortes e insistentes ressoaram na porta trancada da diretoria.

— Diretor Christian? O senhor tá aí dentro? — a voz da Cecília soou do corredor, acompanhada de passos do outro lado. — Os engenheiros chegaram com as plantas estruturais e o Rocco acabou de entrar na sala de reunião!

O Christian congelou.

Os dedos dele pararam dentro de mim e a boca quente se afastou do meu clitóris no exato instante em que o ápice estava me engolindo, cortando o meu prazer pela metade.

Puxei o ar com um soluço desesperado, caindo para trás na mesa com o corpo inteiro pulsando de frustração.

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