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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 42

POV/ ROCCO

Gozei na boca dela em um ápice violento que fez meus músculos travarem. Eleonora engoliu tudo sem hesitar, e o que escorreu pelos cantos dos lábios, ela limpou com o dedo, levando-o à boca com um sorriso vitorioso para mim. Dei um tapinha leve, mas firme, em seu rosto — um elogio silencioso pelo seu desempenho.

Levantei-me da cama com a respiração ainda pesada e peguei a mordaça de bola no criado-mudo. Enfiei o acessório entre seus dentes com precisão, ajustando a fivela na nuca para silenciar qualquer som que não fosse o da minha própria vontade. Eu precisava do silêncio dela para tentar, inutilmente, calar o barulho que a ruiva fazia dentro da minha cabeça.

Eu queria calar meus pensamentos e todas as vozes ao redor. Arrastei-a pela coleira e a posicionei na cadeira de aço, amarrando seus pulsos e tornozelos com tiras de couro até imobilizá-la de quatro em cima do móvel, com a bunda empinada para o teto.

Passei a palma da mão por todo o seu corpo, sentindo o calor e a firmeza da pele. Apertei seus seios com força, vendo a marca dos meus dedos surgirem na pele bronzeada, e coloquei dois prendedores metálicos e pesados nos mamilos. Ela gemeu abafado contra a bola e arqueou as costas em um espasmo de dor e prazer, enquanto eu fazia um carinho sádico em sua cabeça.

Peguei a vara de bambu. O som dela cortando o ar foi o único aviso antes do estalo seco e estalado contra as nádegas dela. Bati seis vezes de cada lado. As marcas vermelhas e inchadas subindo na carne deixaram meu pau duro instantaneamente de novo. Saiu água dos olhos dela pela ardência, mas ela sorria com o olhar, oferecendo-se para mais.

Peguei uma vela e derramei a cera quente por toda a extensão daquela bunda marcada. O contraste do calor extremo com a ardência dos golpes a fez tremer nas amarras. Desferi alguns t***s pesados onde a cera pingava. Mesmo com a mordaça, os gemidos dela preenchiam o quarto com uma nota de desespero delicioso.

— Boa garota. Você gosta, não é? De ser dominada, de ser útil e de ser fod*** com força?

Ela balançou a cabeça freneticamente, afirmando. Ajustei a venda em seus olhos; no escuro, o corpo dela se tornava um receptor puro, sensível a cada milímetro de toque. Puxei seu cabelo para trás com brutalidade, expondo a linha da garganta, e passei a língua por ali, sentindo o pulsar descontrolado da artéria e o suor que emanava dela. Apertei os prendedores nos seios dela com um puxão seco e ela se contorceu em agonia e prazer sob meu comando. Eu sorri; aquilo era o que eu precisava. Ou deveria ser.

Desci a mão até sua b***** e a senti encharcada, transbordando pelo tecido da calcinha que eu arrastei para o lado sem cerimônia. Enfiei o dedo médio de uma vez, sentindo o aperto faminto das paredes dela, e comecei uma masturbação rítmica, profunda e agressiva. Eu tenho prazer em ver a resistência de uma mulher se quebrar e prazer em fazê-las gozar até perderem os sentidos. Fiz Eleonora gozar apenas com os dedos, sentindo os espasmos violentos contra minha mão.

Mas não era o suficiente. Nada era hoje.

Peguei um vibrador de alta potência e o posicionei contra seu clitóris enquanto inseria dois dedos em sua b***** e bombava com força e velocidade absurdas. Eleonora começou a se contorcer, a chutar o ar e a se desmanchar contra as amarras, soltando um squirting violento que encharcou o estofado, enquanto o corpo dela tremia em uma sobrecarga sensorial completa.

Eu estava latejando de dor, mas tudo parecia rápido demais, como se eu estivesse com pressa de fugir de mim mesmo. Coloquei a camisinha e inseri o dedo uma última vez para sentir a umidade abrasadora; as pernas dela não se sustentavam mais, o corpo estava amolecido e erguido apenas pelas tiras de couro.

— Agora é minha vez — sussurrei no ouvido dela e desferi um tapa final em sua bunda.

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