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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 108

"Carmem"

Eu estava furiosa! Eu não tinha dormido absolutamente nada com toda aquela fornicação a noite inteira, sem falar naquele desarranjo intestinal horrível. Aquilo tinha sido como se um demônio estivesse se decompondo nas minhas entranhas, eu nunca tinha passado por nada semelhante, nem em profusão e tampouco e mau odor.

Eu havia soltado todas aquelas flatulências perto do José Miguel, aquilo foi humilhante! Mas eu sabia que ele era um gentleman e não faria nenhuma referência, então o melhor era fingir que não tinha acontecido e sair do meu quarto de cabeça erguida, até porque o meu quarto estava com um fedor insuportável e eu não tinha conseguido abrir aquele cadeado emperrado da janela.

Eu troquei de roupa e coloquei mais perfume, já que eu não tinha como tomar outro banho porque a minha toalha estava molhada, eu não sabia como eu não notei que estava sem toalhas e papael higiênico no meu quarto, isso nunca tinha acontecido. Mas eu passei muitos dias fora de casa, eu posso ter me esquecido que tinha que mandar a incompetente da Cândida repor. Mas eu faria isso e quando a faxineira fosse arrumar o meu quarto ela reporia.

Eu realmente tive uma madrugada infernal! Foi tão horrível e eu fiquei tão transtornada durante a madrugada que eu até esqueci de arrumar o meu cabelo e saí do quarto descomposta, aquilo não podia acontecer, o José Miguel tinha que me ver sempre linda. Então eu tive um cuidado extra ao arrumar o meu cabelo e colocar o prendedor antes de sair do meu quarto.

Mas quando eu cheguei na cozinha, eles estavam lá, todos lá e me provocando, me ofendendo! Ah, como eu odeio aquele Matheus, sempre foi um mimadinho, um estúpido! E aquelas duas prostitutas juvenis veriam só do que eu era capaz! Aquela mulherzinha ainda teve a coragem de relembrar o desastre da noite passada e ainda tinha aquele vídeo. Aquilo me colocava em maus termos com o José Miguel.

Eu não conseguia entender o que tinha dado errado, ele vivia na minha mão, completamente sufocado pela culpa e fazia tudo o que eu queria, mas de um dia para o outro ele mudo, mudou completamente e eu não gostava disso. Antes eu estava a um passo de tê-lo pra mim, mas agora... agora ele parecia estar cada dia mais distante. Eu não podia permitir isso.

Quando eu saí daquela cozinha eu estava totalmente irritada, mas quando eu voltei para a sala e vi todas as janelas abertas, as cortinas empurradas para um canto de qualquer jeito, contrariando as minhas ordens, eu fui tomada pela fúria!

A primeira coisa que eu vi em minha frente foi um vaso de porcelana antigo, presente do Mauro, aquele incompetente, nem soube fazer o papel dele e ainda me trancou naquele hospital por vários dias. Eu soltei um grito alto de ódio puro e arremessei o vaso contra a parede, os fragmentos coloridos voaram pela sala. Mas quando aquele infeliz do Matheus gritou, a minha fúria ainda não tinha sido aplacada e ficou maior, eu comecei a quebrar tudo o que eu vi pela frente. Até que eu vi o José Miguel subindo as escadas abraçadinho com a prostituta juvenil, aos beijos, aquilo era uma afronta!

- Você não vai ficar com ele, vagabunda! E você vai se arrepender de ter entrado na minha casa! - Eu murmurei quando eles chegaram ao topo da escada e chutei a mesa de centro, fazendo cair tudo o que estava sobre ela.

Meus olhos percorreram os cacos dos objetos quebrados na sala. Isso não vai ficar assim. Eu só preciso me acalmar e pensar em como me vingar e me livrar dessa oportunistazinha. Eu só preciso descansar um pouco. Eu subo as escadas e vou direto para o quarto de hóspedes, mas a porta está trancada. Eu tento os outros, mas todas as portas estão trancadas.

- Eu não acredito que a miserável da Cândida fez isso?! Está tudo trancado! - Eu balbucio sem acreditar.

Capítulo 108: A humilhação, a faxina e a visita surpresa 1

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