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Amor irresistível: O segredo do chefe romance Capítulo 2

"Anderson"

A entrega da Giovana era doce e gradual, comos e ela fosse dando pequenos bocados de si para mim enquanto se preparava para ir até o fim. Eu me perdi entre as nossas carícias e os nossos beijos, enquanto sentia os seios dela sob as minhas mãos e o se quadril se mexendo sobre o meu procurando por mais atrito.

Nós estávamos despidos da cintura para cima e aquele contatro pele a pele era tudo o que eu desejava naquele momento. A Giovana ainda não estava pronta para a entrega total, mas ela ainda não tinha se dado conta de que eu também precisava me preparar ou passaria por um constrangimento antes mesmo de tocá-la, porque o estado de excitação que ela me deixava me fazia sentir como um garoto virgem que não tinha controle sobre o próprio corpo.

E naquele momento o meu membro estava quase explodindo sob o tecido do jeans enquanto ela praticamente rebolava no meu colo. E foi nesse momento que ela decidiu que a minha situação não era difícil o suficiente e resolveu elevar o nível. Enquanto eu estava completamente distraído na boca dela, sentindo o peito dela queimando contra o meu, ela foi habilmente usando as mãos e o corpo para me fazer deitar no sofá.

Deitada sobre mim, com as mãos se movendo para cima e para beixo nas laterais do meu corpo, ela foi descendo da minha boca para o meu peito, espalhando aqueles beijos quentes e escorregadios pela minha pele, até que passou rapidamente a ponta da língua pelo meu mamilo.

- Você sente, Anderson, do mesmo jeito que eu sinto quando você faz isso? - A pergunta dela era genuína e eu dei um sorriso grande, sentindo não só na pele, mas no coração a sorte que eu tinha com a minha namorada super curiosa.

- Eu acho que sinto tanto quando você... mas você vai precisar fazer de novo para que eu tenha certeza. - Eu estava brincando com ela, com a sua imaginação, querendo que ela ousasse mais.

O seu sorrisinho ruidoso deixou claro que ela tinha gostado da resposta e então, como se tivesse prestado muita atenção, ela reproduziu no meu corpo a forma como eu tinha tovcado o dela, beijando e lambendo os meus mamilos com uma confiança recém adquirida de quem sabia exatamente onde queria chegar e ela chegou.

Enquanto eu estava imerso em sensações causadas pela sua boca deslizando no meu peito e nos músculos da minha barriga, aquelas mãozinhas atrevidas abriram o zíper da minha calça e antes que eu reagisse sua mão estava dentro da minha cueca, acariciando o meu membro que ansiava por ela.

O toque dela era um sutil deslizar de pontas de dedos sobre o meu membro, mas somado a língua dela deslizando sobre a minha barriga, toda a intensidade do que havia entre nós, o tesão que eu sentia por ela, todo aquele tempo do nosso namoro me acalmando em banhos frios, estava me deixando mais sensível aos toques dela.

E as sensações que ela despertou no meu corpo quando tocou no meu membro, me fizeram esquecer de pará-la e quando eu percebi era tarde demais, meu corpo já estava obedecendo a ela e se lançando em um gozo rápido, acompanhado de um gemido que me escapou de forma quase irracional.

Eu tinha atingido o auge da falta de controle! Eu não me segurei, eu não segurei a Giovana, eu não estava preparado e nem sabia como lidar com aquilo, porque nenhuma mulher com quem eu estive antes dela tinha esse poder sobre o meu corpo, porque nenhuma teve o meu coração, que era o que a minha ferinha tinha, além daquela curiosidade que me encantava e me deixava emn situações constrangedoras com frequência.

Meu corpo ainda sentia o alívio reverberando, meus músculos sentindo a vibração daquela libertação rápida e inesperada. E então veio a vergonha. Eu, com os anos a mais e a experiência, o sensato, o controlado, o que sabia esperar... eu... logo eu... tinha acabado de perder a linha como um amador.

Mas o que eu diria a ela? Que isso nunca tinha acontecido? É, não tinha, mas eu não usaria uma frase clichê para me justificar com ela. Eu cobri o meu rosto com a mãos, o tempo parecia em suspenso, ela parecia congelada sobre mim, nem a sua boca e nem a sua mão se moviam um milímetro, seus dedos paralisados no meu membro. O silêncio no apartamento era preenchido apenas pelo som das nossas respirações pesadas.

EDu estava com o rosto coberto, mes que podia sentir os seus olhos castanhos sobre mim. E enquanto eu decidia se pedia desculpas ou me escondia embaixo de uma das almofadas do sofá, a voz dela chegou doce aos meus ouvidos:

- Anderson... - ela sussurrou e eu mantive os meus olhos fechados, esperando a piadinha ou o julgamento que nãso vieram, mas eu sabia que ela estava esperando que eu atendesse ao seu chamado, era assim que funcionava entre nós.

- Desculpa, Ferinha! - Eu murmurei, soltando o ar com força e deixando as mãos caírem do meu rosto, tentando encontrar a minha dignidade para encará-la. - Acho que o tempo de banhos gelados cobrou o juro todo de uma vez. Eu não queria que fosse assim... que você... enfim, não era para acontecer enquanto nós damos uns amassos no seu sofá.

CASAL 2 - Capítulo 19: A vergonha que passei 1

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