"Giovana"
Aquele beijo foi ficando mais profundo, como se o sangue galopasse nas nossas veias e criasse uma necessidade de nos devorarmos naquele beijo. Minhas mãos estavam petrificadas nos ombros dele, enquanto a dele subiu pela minha cintura e se insinuou sob a minha camiseta. Ele ia tocar o meu seio, agora eu sabia e eu ansiei por aquele toque e o que ele me fazia sentir. No momento em que ele roçou o polegar no meu mamilo, eu senti as coisas em mim se aquecendo mais, como se o gelo estivesse se derretendo.
- Posso tirar a sua camiseta? - O pedido dele foi com a voz baixa, carregada de algo que eu nem sabia definir se era ansiedade ou necessidade.
- Pode. - Eu ergui os braços e ele tirou a camiseta sobre a minha cabeça e a arremessou pelo quarto, se deitando ao meu lado, mas sem tirar as mãos de mim.
- Linda! - Ele me observou contemplativo e passou a língua pelo lábio inferior.
Ele voltou a me beijar, sua mão voltou a tocar o meu seio e lentamente ele começou a depositar beijos pelo meu maxiliar, descendo pelo meu pescoço, alcançando o alto dos meus seios. Então ele suspirou, como se reverenciasse o que via, e depositou um beijo molhado sobre o meu mamilo direito e repetiu o gesto no meu mamilo esquerdo.
Meu corpo pareceu ter ficado em chamas, mas foi quando a boca dele se fechou sobre o meu mamilo esquerdo e ele o beijou com a mesma profundidade que beijava a minha boca foi que eu senti o calor úmido entre as minhas pernas. Aquele som saiu da minha garganta, quase como uma súplica por mais daquele beijo que fazia tudo abaixo da minha cintura apertar e responder como se também quisesse aquele beijo. E pelo sorriso dele que eu senti na minha pele, ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Antes que eu percebesse, os dedos dele já estavam entre as minhas pernas, escorregando na umidade do meu sexo, tocando gentilmente o meu clitóris, aquele lugarzinho que me fazia sentir tão bem desde a primeira vez que eu me toquei sozinha no meu quarto porque queria descobrir o meu corpo, só que ele fazia aquilo de um jeito muito melhor. Ele espalhou toda a umidade no meu sexo e antes que eu sentisse aquele tremor gostoso, ele tirou os dedos e os levou a própria boca, fechando os olhos e gemendo como se saboreasse algo extraordinário.
- Eu tô ferrado! - Ele balbuciou, escondendo o rosto no meu pescoço. - Você é perfeitamente uma delícia, Giovana Maria!
Com aquela sentença ele pegou a minha mão e a conduziu devagar até o seu membro. Meus dedos se fecharam sobre a cueca e eu senti o quanto ele estava duro e pulsando como se tivesse vida própria. Uma determinação surgiu em mim, eu queria sentí-lo de verdade.
Sem pedir licença, eu simplesmente empurrei a cueca dele para baixo e observei o que surgiu diante dos meus olhos. Ele era lindo ali também! E, apesar de já tê-lo sentido sobre o jeans e tê-lo tocado rapidamente, o tamanho dele me preocupou, eu me peguei pensando como seria quando finalmente acontecesse. Mas eu estava encantada em poder vê-lo daquele jeito, ereto, com a ponta meio úmida e brilhante.
Com cuidado eu coloquei a ponta do dedo sobre a ponta úmida do membro dele e fiz um movimento circular, como se espalhasse aquele líquido. Ele gemeu baixinho.
- Você tem que me ensinar. - Eu pedi sem tirar os olhos de onde a minha mão tocava.
- Continua, Gi, segue a sua intuição, por enquanto está bom demais pra mim e eu estou me concentrando para poder sentir o seu toque.
Aquilo foi como uma carta branca e eu tomei posse, segui em frente com a minha exploração, escorreguei os dedos lentamente por todo o comprimento dele e epois voltei a subir e tocar a ponta. Eu percebia o corpo dele se contorcer suavemente, a pele arrepiada, a mordida que ele travava no próprio lábio inferior.
Na terceira vez que meus dedos escorregaram para baixo, a mão dele se fechou com a minha ao redor do seu membro e me fez segurá-lo firme, me ensinando aquele movimento de sobe e desce, que começou bem devagar. Ele soltou a minha mão e eu continuei.
- Assim? - Eu perguntei maravilhada, meus olhos presos no membro dele que parecia crescer em minha mão.
- Isso, Gi, acelera os movimentos aos poucos, mistura a pressão com a suavidade... explore... nossa! - Ele gemeu e deixou o corpo relaxar sobre o colchão enquanto eu continuava a explorar aquela nova descoberta.
À medida que minha mão se mexia, ele gemia e dizia o quanto estava bom, o quanto eu era perfeita. As reações dele foram me dando confiança e eu fui intensificando o toque, experimentando uma e outra forma, acelerando e diminuindo os movimentos. A tudo ele respondia com um gemido espontâneo, um apertar de olhos fechados.
A mão dele tocou a minha e fez com que eu o apertasse um pouco mais e me mostrou o movimento perfeito, que fez as costas dele arquearem.
- Assim, Gi... quase lá... continua assim. - O pedido dele foi como gasolina no fogo e eu ansiei pelo que estava por vir.
Com mais alguns movimentos, ele segurou o meu pulso e tentou tirar a minha mão, mas eu não cedi. Eu sabia que ele estava prestes a gozar e eu queria sentir na minha mão, até o final, eu estava maravilhada com o corpo dele.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Amor irresistível: O segredo do chefe
Porque não liberaram mais capítulos depois do 251?...