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Após meu noivo fugir, casei com seu pai. romance Capítulo 68

Cap. 67: Fotos Familiares

Oliver ponderou por alguns instantes.

— Bom... — suspirou, demonstrando desconforto na voz. — Parece que esse quadro clínico de Hanna foi recente. A doença pode ter se manifestado quando a mãe morreu, devido ao estresse. Mas não sou médico, a verdade que eles dizem... as pessoas que estudavam com Hanna é que ela era uma das moças mais bonitas do campus, que tinha uma boa aparência e um bom perfil. Soube que alguns rapazes de família importante até se interessaram por ela, e isso me deixou intrigado. Já que se ela tivesse realmente um perfil de uma mulher interesseira, ela teria se casado facilmente com um desses homens.

— Um deles é Murilo Mota, filho do embaixador Mota? — perguntou Morgan com desgosto.

— Esse mesmo. O que é pura coincidência. Eles trabalhavam na mesma empresa de logística dos Farrugia e estudavam no mesmo campus. Investiguei sobre isso e pensei que o caçula Mota tinha te enganado e tentado entrar na empresa para te espionar. Mas ele só estava atrás de sua esposa. Acredito que, para ele, não seja grande coisa ela estar deformada agora, desde que vocês estão estudando para encontrar uma maneira de tratar a doença. No caso, ela mesma está estudando.

— Certo... — suspirou Morgan, massageando entre as sobrancelhas. — Apenas me mande as fotos que você tem dessa mulher agora. Eu preciso saber quem ela é.

— Não são muitas. Ela não tira muitas fotos. Desde que a casa dela foi incendiada, não restou muita coisa. E as que eles tinham estavam borradas. Eram fotos sem permissão que as vezes tentavam tirar escondidos. Mas... tem uma foto que você vai se interessar. Vou enviar algumas para você.

— Ah... você ainda não conheceu Danica, certo? — perguntou Morgan.

— Não, ainda não investiguei quem ela é. Afinal, você disse que ela estava fora, não é isso? Se divertindo com os caras? — perguntou Oliver com deboche.

— Não existe outros homens, estou te avisando para vir à mansão e conhecê-la. Eu quero que vocês a sigam agora que já sabemos para onde Hanna tem ido. Não temos o que nos preocupar com Hanna, mas preciso saber sobre Danica.

— Tudo bem, já estou a caminho da mansão. Em menos de meia hora estaremos aí para conhecer a pessoa que roubou o coração do chefe. — brincou Oliver.

— O que acha? — perguntou Gantz enquanto Oliver tinha em mãos o cordão dourado que ostentava o pingente do brasão da família de Hanna.

— Temos que terminar de investigar sobre Hanna, — ponderou Oliver. — Não sei quem é essa Danica, mas não pode ser mais importante que essa informação. Antes de qualquer coisa, precisamos ter certeza se são as mesmas peças.

Oliver suspirou, com alguns papéis sobre o colo contendo fotos antigas e históricas que mostravam o mesmo colar de Hanna. Parecia que ele havia chegado a algum resultado com as investigações, mas ainda não tinha certeza. Se fosse o que ele estava pensando, eles teriam que viajar para muito longe para descobrir e confirmar os fatos antes de entregar qualquer coisa a Morgan sobre Hanna.

— Onde esteve esses dias? Desde que te dei algumas atividades, você sumiu. Pensei que quisesse trabalhar. — disse ela, analisando Hanna dos pés à cabeça, demonstrando desprezo.

— Bom... Claro que quero trabalhar, mas tenho coisas mais importantes a tratar, bem melhores que a mansão Farrugia.

— Tipo o caso que você está tentando ter com um dos homens mais ricos da cidade? — perguntou com a voz calma e olhar de mistério. Hanna ficou em silêncio, esperando tudo que ela queria dizer.

— Sei que está tentando seduzir Morgan. Conheço mulheres como você, com essa carinha pensam que podem conquistar tudo. Mas são do tipo que os homens apenas querem usar e depois descartar, pois não têm nada a oferecer.

— Senhora... Não posso ter nada a oferecer, mas também não vivo oferecendo meu corpo como sua filha faz, como uma desesperada indo atrás de um homem que a rejeita diversas vezes. Eu não gosto muito de debater com a senhoria dessa casa, bom... — Hanna limpou a garganta com mais deboche. — Na verdade... Parece até que é uma sem-teto por ficar vagando pela casa de Morgan como se fosse uma empregada que administra outros empregados. — Hanna debochou, despertando a raiva de Liara.

As duas estavam próximas à porta do escritório de Morgan, onde ele ouvia o balbúrdia das duas. Então, se aproximou sutilmente, próximo à porta, ouvindo a conversa entre as duas sem interferir.

— Você parece que gosta de apanhar! — asseverou Liara, avançando em direção a Hanna de forma deliberada, já estava claro para Hanna o perfil agressivo de Liara que sempre tentava resolver as coisas com agressão e ameaças.

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