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Após meu noivo fugir, casei com seu pai. romance Capítulo 96

Cap.88: Vinho.

Hanna esperou por alguns minutos, ela via cada minuto passar de forma ansiosa Com passos firmes, Hanna se dirigiu à porta. Como previsto, estava trancada. Mas ela já tinha se precavido Com a chave secreta que pegara com Lory, ela abriu a porta e a trancou novamente por fora, tomando cuidado para que o som não alertasse Liara.

No caminho para o escritório de Morgan, o coração dela batia descompassado. Ela imaginava o que a esperava, ela não tinha ideia de como Maya planejava passar a noite com ele, uma das opções que lhe passava na cabeça era embriagá-lo.

Ao entrar no escritório, Hanna soltou um suspiro de frustração. Morgan estava lá, sim, mas não como ela esperava ela pensava em o impedir. Ele havia bebido, e não pouco. Sentado na ponta da mesa lateral, com os braços cruzados e o olhar perdido no vazio, ele parecia um homem diferente, abatido e distante.

Hanna se aproximou cautelosamente. Os olhos de Morgan, antes brilhantes e penetrantes, agora estavam fixos nela, com uma expressão indecifrável. A gravata afrouxada e a camisa entreaberta revelavam parte do tórax, e sua respiração era pesada e irregular.

— Você disse que não beberia, portanto, que eu viesse te ver. — resmungou Hanna com gentileza, segurando a taça de vinho de Morgan. Ele a soltou, permitindo que ela segurasse, e soltou um suspiro pesado, ainda a observando com atenção.

— Eu nunca sei onde você está, é como se virasse fumaça todas às vezes... — ele confessou com o olhar vago, como se suas pálpebras estivessem pesadas.

— Mas estou aqui agora, certo?

— Não deveria estar. — ele disse de forma fria, fazendo-a franzir o cenho.

— Por quê? — ela perguntou confusa.

— Danica... hoje não, você precisa sair. — ele pediu, tentando pegar a taça de sua mão.

— Não vou sair, você está decidido a beber tanto? Quer ter problemas alcoólicos? — ela questionou frustrada.

— Não, sempre fiz isso apenas nesse período, e é só isso. — ele disse, tentando tomar a taça da mão dela. A voz dele ainda estava firme, sem oscilações como a de alguém embriagado. Hanna procurou a garrafa e pensou que ele estivesse bêbado, mas ele não havia bebido nada além de duas taças de vinho.

— Morgan... Não faça isso mais, por favor. — ela pediu, escondendo a taça atrás das costas.

— Eu só vou esvaziar essa taça, mesmo que ela vá causar algo que não posso voltar atrás, o que é uma gota para quem já está afogado? — ele perguntou com um sorriso torto.

O comportamento de Morgan estava diferente do habitual, o que deixava Hanna intrigada. Ao mesmo tempo, ela encarava o vinho com desconfiança. Não era normal ele estar suando daquele jeito.

Ainda assim, ela se lembrou do horário, logo Maya estaria a caminho.

— Raios, estou perdendo tempo! — ela exclamou, colocando a taça na mesa e o puxando pelos braços. Mas Morgan a impediu, pegando a taça com a intenção de beber. Hanna a tomou de sua mão mais uma vez.

— Morgan... eu não quero ter que sujar tudo de novo como da outra vez. Não beba mais, vamos sair daqui. — ela pediu, ansiosa.

— Onde vamos? — ele perguntou, enquanto ela segurava a taça firmemente.

— Vou te levar para o seu quarto. — ela balbuciou, nervosa.

De repente, Morgan a abraçou por trás, puxando-a para longe da porta. Em seguida, ele caiu para trás sobre a cama e Hanna caiu sentada em cima dele.

— O que está fazendo? — ela se levantou, se virando para encará-lo cética.

— Não está sentindo nada? Você deveria ter me largado lá. — ele disse enquanto Hanna, naquele momento, se abanava, sentindo um calor descomunal.

— Por que esse quarto está tão quente? — ela resmungou, abrindo a janela e tentando sentir o vento frio para se refrescar.

— Não vai adiantar... — Morgan assobiou, sorrindo ao mesmo tempo que terminava de desabotoar a camisa, a tirando e jogando longe.

— Morgan! — ele a chamou com força, a fazendo encará-lo assustada.

— Alguém vai te ouvir! — ela o repreendeu enquanto ele balançava o indicador, chamando-a.

— Então eu vou gritar para saberem que eu estou aqui! — ele avisou com a voz ainda mais alta. Hanna correu em sua direção e tapou sua boca com as duas mãos.

Ela estava de pé entre as pernas dele, que estava sentado na cama. Não podia ver o sorriso dele, mas seus olhos revelavam que ele sorria e transmitia certo ar leviano.

Então, Hanna sentiu as mãos de Morgan em sua cintura. Um toque firme, que deslizou sobre sua camisola fina até encontrar sua pele. Ela engoliu em seco e tentou se afastar, mas ele a segurou com força, seus dedos se afundando em sua pele. Sem saber o que fazer, ela se conteve, apertando os olhos enquanto as mãos dele percorriam suas coxas, subindo lentamente.

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