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Caminho traçado: Resgatada pelo inimigo romance Capítulo 180

No carro, Hector dirige com cuidado. Ava está no banco do passageiro, e Doris no banco de trás.

— Hoje foi um dia e tanto — ele comenta, soltando uma das mãos do volante para acariciar suavemente a coxa da esposa.

— Sim… muitas coisas aconteceram — ela responde, ainda processando tudo.

— E amanhã tem mais — diz ele, deslizando os dedos até a barriga dela. — Vamos descobrir como esses dois aqui estão de verdade.

O toque carinhoso das mãos dele em sua barriga traz o alívio de que ela nem sabia que precisava. Depois de tantas emoções, aquele gesto simples era como um abrigo silencioso.

— Nada do que aquela louca da doutora Hills disse é verdade — comenta Ava.

— Claro que não — ele reforça, firme.

— Confesso que, quando ela começou a falar aqueles absurdos, eu quase voei no pescoço dela — dispara Doris, fazendo Ava rir.

— Agora entendi de onde o Hector puxou essa valentia toda — brinca, fazendo os três caírem na risada.

Ao chegarem em casa, Doris se despede dos dois com um beijo no rosto e segue para seu quarto.

Assim que percebem que estão sozinhos, Hector não perde tempo. Puxa a esposa pela cintura e beija o pescoço dela com uma intenção maliciosa.

— Enfim a sós — sussurra, mordiscando o lóbulo de sua orelha.

— Hector… — ela murmura, com a voz já manhosa.

— Sem desculpas agora, senhora Moreau — ele provoca, sorrindo contra sua pele. — Não estamos mais no quarto do hospital… estamos em casa.

Percebendo que não poderia escapar do que ela mesma não queria fugir, Ava solta uma risadinha nervosa, ainda mais quando sente as mãos dele deslizarem por sua cintura.

— Hector… — ela tenta repreender mais uma vez, mas a voz sai suave demais para soar convincente.

— Shhh… — ele sussurra, colando o corpo no dela. — Você sabe que eu esperei por esse momento desde ontem à noite. E agora não tem mais cama desconfortável, nem o risco de visitas batendo na porta, ou uma médica doida tentando nos separar.

Ele começa a percorrer seu pescoço com os lábios, enquanto uma das mãos sobe por debaixo do vestido dela com calma, mas sem rodeios.

— Você está muito assanhado hoje — ela comenta, tentando conter o sorriso, mesmo com o corpo todo reagindo aos toques dele.

— Estou casado com a mulher mais linda do mundo, grávida dos meus filhos… quer que eu seja o quê? Um monge?

Ela ri, mas logo geme baixinho quando ele a pega no colo de repente e a carrega até o sofá.

— Hector! — ela reclama entre risos, agarrada ao pescoço dele. — E se alguém nos ver aqui?

— Quem?

O barulho da porta da sala se abrindo interrompe o momento entre os dois. Em sincronia, eles voltam o olhar para a entrada. Estelle aparece, acompanhada de Mark. Assim que percebem o casal no sofá, ambos congelam, visivelmente envergonhados.

— Nos desculpem — Mark diz de imediato, virando o rosto com discrição.

— Não sabíamos que já estavam em casa — Estelle completa, tentando conter o riso nervoso.

— Está tudo bem — Hector responde, se afastando sutilmente de Ava, com um olhar que mistura contrariedade e bom humor. Ainda assim, é visível que fica feliz em ver a prima e o amigo ali.

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