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Caminho traçado: Resgatada pelo inimigo romance Capítulo 196

Hector tinha tudo meticulosamente planejado. Escolheu a Costa Rica por uma razão simples: era quente, linda e, acima de tudo, oferecia o equilíbrio perfeito entre a natureza exuberante e o conforto cinco estrelas, algo ideal para sua esposa grávida de gêmeos. Ele pesquisou tudo antes de encontrar o resort ideal: um paraíso escondido entre coqueiros e falésias de tirar o fôlego, onde privacidade era prioridade e o luxo beirava o exagero. Tudo para que Ava pudesse descansar, se mimar e curtir mais a gestação.

— Chegamos, meu amor — ele anuncia, tirando os óculos escuros enquanto o veículo do resort estaciona diante de uma entrada majestosa, decorada com esculturas em madeira e um portal de pedras naturais.

Impressionada, Ava arregala os olhos.

— Hector… isso é um resort ou um pedaço do céu?

— Os dois — ele responde com um sorriso enviesado, saindo do veículo e estendendo a mão para ajudá-la.

A recepção é silenciosa, perfumada com essências tropicais e decorada com flores exóticas. Em minutos, são levados para a Villa privativa com vista para o mar, uma construção rústica-chique, com grandes janelas de vidro, deck de madeira, piscina privativa e uma banheira de hidromassagem estrategicamente posicionada para o pôr do sol.

Assim que os dois entram, Ava gira devagar, admirando o ambiente.

— Eu não acredito nisso. Hector, isso é... é um sonho.

Ele apenas sorri, puxando a mala e fechando a porta com o pé.

— E o melhor sonho é aquele que a gente vive de olhos bem abertos.

Enquanto ela explora os detalhes do quarto que o marido havia escolhido, Hector vai direto ao ponto: liga a torneira da banheira, ajusta a temperatura da água e adiciona sais de banho aromáticos. Depois, volta com uma toalha na mão, encosta na porta do banheiro e observa a esposa com um olhar convidativo.

— Vai ficar só admirando o lugar ou vai entrar na banheira comigo?

Se virando com as mãos na cintura, ela sorri, ainda encantada com o lugar.

— Hector, mal chegamos!

— Justamente por isso — ele murmura, indo até ela e puxando-a pela cintura. — O corpo pede descanso…

Ela hesita por alguns segundos, até que o toque no pescoço e o sussurro no ouvido vencem qualquer resistência.

— Só um banho, hein?

— Só um banho — ele concorda com um sorriso travesso, que ela, claro, finge não ver.

Dentro da banheira, a espuma sobe, o vapor envolve os dois e os suspiros se misturam à brisa quente que entra pelas janelas abertas. Com carinho, ele a beija, mas logo suas mãos deslizam para outros lugares. O beijo se aprofunda, os toques se tornam mais intensos, e o “só um banho” vira um banho inesquecível.

Mais tarde, com os dois deitados lado a lado na cama enorme, Ava respira fundo e sorri, mas logo começa a se levantar.

— Bom, agora que já inauguramos o banheiro… vou trocar de roupa. Quero caminhar, ver o mar, comprar alguma lembrancinha para os bebês… Hector?

Ele, que até então estava com os olhos fechados, abre um deles e a observa com um ar quase teatral de cansaço.

— Caminhar? A essa hora?

— Claro, o sol está lindo lá fora! Você viu aquelas lojinhas perto da recepção? Quero ver se tem algo bonitinho.

Ele resmunga alguma coisa incompreensível e, antes que ela coloque os pés no chão, a puxa de volta pela cintura.

— Ei! — ela protesta.

— Ainda não, senhora Moreau. Férias perfeitas, lembra?

— Claro. Estamos de férias… e eu quero passear — ela responde, rindo.

Com um sorriso maroto, ele pisca o olho.

— A minha definição de férias perfeitas é você… na cama. De preferência, só com esse roupão.

Percebendo as intenções do marido, Ava arqueia as sobrancelhas e começa a rir bem alto.

— Amor!

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