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Eu estava deitada na cama. Não esperava que a noite acabasse daquela forma. Ben me chamou de irresponsável e levantou a possibilidade de Allan ficar bravo comigo depois do que eu obriguei o filho dele a fazer.
Sim, eu havia sido irresponsável. Salma me alertou sobre os documentos da moto. E também me falaram sobre os capacetes. Ainda assim eu deixei a emoção e a adrenalina falarem mais alto. Foi como se eu tivesse voltado aos tempos que passei com Jardel, quando fazíamos loucuras sem nos importarmos com as consequências.
Heitor não era como Jardel. Ele era um homem de verdade, que tinha uma reputação a zelar, estava com frequência nos noticiários de todo o país.
Eu tinha 27 anos e às vezes agia como se tivesse menos. E não importava que eu não pude viver tantas coisas na adolescência. Ela tinha passado. E era hora de agir como mulher. Mas... E se aquela fosse eu mesma? Se eu nunca mudasse, e fosse uma eterna adolescente, que não pensava muito nas consequências de nada? Quantos empregos perdi por abrir minha boca e dar minha opinião quando ninguém pediu.
E se aquela Bárbara seguisse assim, mesmo aos 40, 50, 60 anos? Porque minha mãe era assim: alegre, vívida. Eu fui uma Bárbara que sofreu por 8 anos. Ou seja, perdi grande parte da minha vida sendo responsável por uma pessoa que sequer era meu parente, meu filho, ou algo do tipo. Eu fui triste... Calada, porque tinha medo de dizer o que pensava. Eu fazia coisas que não queria fazer. Eu tolerava e perdoava. Eu vivia em constante tensão. Agora eu podia fazer o que eu quisesse, porque não tinha ninguém para me impedir.
Ah, Jardel, como você fodeu a minha cabeça e a minha vida. Espero que esteja ardendo no fogo do inferno neste momento.
E agora, eu não pensaria mais nele. Pois tinha certeza de que Heitor Casanova ocuparia todo o meu tempo.
Deus, parecia mentira tudo que passei naquela noite com ele. Fomos presos, juntos! Ele veio até aqui por minha causa. Emprestou o Maserati para o meu amigo. E ainda havia deixado bem claro que terminaria com Milena e Cindy por mim.
O interfone tocou. Olhei no relógio e já passava da uma hora da madrugada. Ben certamente já estava dormindo, pois ele só usava seu quarto para isso. Se estivesse ainda acordado, estaria comigo ou olhando um filme na sala.
Levantei, sentindo certa preocupação de quem poderia ser àquela hora. Já me passava pela cabeça que pudesse ser algo com Salma.
Abri a porta e dei de cara com Heitor. Enruguei a testa, confusa. Olhei para meu próprio corpo... Eu estava de pijama, meias, os cabelos desarrumados. Sem pensar duas vezes, fechei metade da porta e me escondi pelo lado de dentro, colocando só parte da cabeça entre ela.
- Não adianta, Bárbara, já vi você da forma que dorme... E há a possibilidade de ser pior quando acorda. – Ele riu, sarcástico.
- O que... Você faz aqui?
- Eu disse que havia preparado algo para nós, lembra?
- Mas... Nós acabamos de ser presos.
- E meu desejo por você só aumentou. – Ele empurrou a porta, entrando.
Fiquei imóvel, enquanto ele mesmo fechava a porta:
- Se quiser trocar de roupa, troque. Se quiser ir assim, sem problemas.
- Eu... Estou horrível. – falei, sem jeito.
Heitor veio na minha direção e eu fui andando para trás, até parar na parede. Ele colocou as mãos sobre a superfície, me trancando com seu corpo. Seus olhos eram fixos nos meus, com o verde intenso, brilhante, que acabava comigo.
Uma das mãos ajeitou meus cabelos, até ele achar que estava bom.
Eu comecei a rir:
- Estou apresentável? – meus olhos não desviavam dos dele e meu coração batia tão forte que eu conseguia ouvir o som dele fora do meu corpo.
- Eu já disse que você é linda de qualquer jeito?
Eu, que sempre tinha palavras para tudo, ruborizei, sem conseguir dizer nada.
Os lábios dele foram se aproximando dos meus, e eu não impedi aquele beijo. Abri a boca, sentindo a língua quente e exigente. Correspondi ao beijo, naquela sintonia que começávamos a ter, como se tivéssemos nascido fazendo aquilo, tamanha sincronia que nossas línguas e lábios tinham.
Minhas mãos pousaram sobre a nuca dele, que alisei levemente, sentindo um gemido fraco, contido pela minha boca. O corpo de Heitor juntou-se ao meu e não passava um simples átomo entre nós.
Senti seu membro sob a calça, contra meu corpo. Deus, se no elevador havia sido perfeito, eu começava a me perguntar como seria numa cama. Meu corpo clamava pelo dele.
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Como odiar um CEO em 48 horas
Bom diaa cadê o capítulo 97...
Gostaria de saber o nome do escritor tbm, muito bom o livro, né acabei de rir e de chorar tbm.lindooooo!!!...
Gostaria de saber o nome do escritor(a), pois a leitura foi interessante, contagiante e bem diferente. Seria interessante procurar outras obras do autor....
Por que pula do 237 para o 241 ?...