Como odiar um CEO em 48 horas romance Capítulo 119

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Cheguei no hospital com os dedos doloridos de tantas vezes que liguei para Heitor e o telefone dele permanecia desligado.

Ele pensaria que eu simplesmente faltei ao nosso encontro de propósito, sem sequer dar explicações. Mas eu tinha um motivo... Minha avó era a única coisa que eu tinha na vida, minha parente de sangue... O que sobrava da minha mãe, da minha família.

Esperei por mais de três horas até me deixarem entrar para vê-la. Ela estava na Terapia intensiva, mas como eu havia vindo de longe e era a única familiar dela, autorizaram ficar por no máximo quinze minutos, para tranquilizá-la.

Mandy estava num espaço mais afastado, dentro da própria sala de Terapia Intensiva. Deitada numa cama, com vários aparelhos com fios ligados a seu corpo. Me aproximei e senti uma dor no coração ao ver o quanto ela estava pálida. Toquei na mão gélida e ela abriu os olhos, apertando os dedos nos meus.

- Babi...

- Oi, Mandy. Como se sente?

- Eu acho que não morri, não é mesmo? Ou você que recebe as pessoas no céu? – ela sorriu, com dificuldade.

- Não morreu. Está no hospital... E vai ficar tudo bem.

- Eu senti saudades de você.

- Me desculpe por ter demorado tanto a vir vê-la.

- Precisa procurar esta velha avó... Só tenho você, minha pequena.

- Me perdoe... Talvez esteja na hora de você ir para a capital. Hospitais mais próximos, melhores recursos e uma neta que pode ajudar em qualquer situação. Tem apartamentos vagos no meu prédio. – Tentei.

- E acha que eu deixaria meus bois, minhas galinhas, minhas ovelhas? – sorriu, apertando um pouco os olhos, parecendo sentir dor.

- Sente algo?

- Não... Tudo bem.

- Você estava indo ao médico? Tem algo no coração? Ou isso aconteceu do nada?

- Eu vou ao médico sim... Mas não tinha nada sério, a não ser doenças da idade. Senti uma dor forte no peito e consegui vir para o hospital. Liguei para um dos vizinhos, avisando.

- Por que não ligou para mim, vó?

- Você não chegaria a tempo, Babi. E precisava que alguém cuidasse de tudo no sítio enquanto eu estivesse aqui.

- Tem razão.

- A senhorita precisa ir agora. Ela não pode se esforçar e falar tanto. – A enfermeira veio até mim, me olhando dos pés a cabeça.

- Eu... Estava indo para um jantar com um amigo. – expliquei, antes que ela pensasse que eu era uma louca da rua.

- Pode seguir com seu jantar... Mandy Novaes vai ficar uns dias ainda conosco. – Sorriu, olhando para minha avó. – Mas ela está bem.

- Atrapalhei seu encontro, querida?

- Claro que não, vó. Nada é mais importante do que você. Vou ficar por aqui, está bem? Não se preocupe. Só irei embora quando você for para casa.

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