O romance Como odiar um CEO em 48 horas foi publicado em Nós precisamos de você (II) com detalhes novos e inesperados. Você pode dizer que o autor Internet investiu muito em Como odiar um CEO em 48 horas com sinceridade. Depois de ler Nós precisamos de você (II), senti uma tristeza gentil, mas profunda. Agora, vamos ler Nós precisamos de você (II) e os próximos capítulos da série Como odiar um CEO em 48 horas no Good Novel Online.
Os dois riram e eu fiquei séria. Não duvidava de que realmente ela me jogasse pelos degraus. Será que eles achavam que não?
- Eu... Vou indo. Fique à vontade, Bárbara. Foi um prazer conversar melhor com você. E entendi agora porque Heitor... Como posso dizer... Fala tanto em você. – Piscou.
Engoli em seco novamente. Pai do céu, olhe por mim! Estou completamente fodida. Fico feliz por Heitor contar a toda família que existe uma Bárbara Novaes que chama a sua atenção? Ou devo pensar que a noiva dele quer a minha cabeça numa bandeja de ouro e tudo isso não passa de uma armadilha?
E se me matarem aqui e enterrarem debaixo de uma árvore? Jamais vão achar meu corpo. Ben e Salma vão procurar e jamais encontrarão meus restos mortais. E o pior: ninguém será preso, porque nunca alguém pensará que os Casanova me mataram.
Acenei para Milena, que antes de descer a escada, disse:
- Podemos marcar um café para qualquer dia. O que acha?
- Sim... Claro.
Ouvi o som dos saltos dela enquanto descia. Olhei para Allan e perguntei:
- Ela... É carente? De amigas... De noivo?
Ele sorriu:
- Milena tem depressão. Se trata há muitos anos, ainda assim é uma doença que vai e volta. Ela realmente tem poucas amigas. Raramente sai... Ou se diverte.
- Eu... Sinto muito. Ela parece uma mulher legal.
- Ela é... A considero uma filha.
- E... Heitor não a leva para sair e se divertir? Não fazem coisas juntos?
Ele demorou um pouco para responder:
- Heitor não consegue pensar em quase nada a não ser ele mesmo. Os dois tiveram alguns problemas no passado e Celine achou melhor que eles casassem.
- Mas... Não são praticamente irmãos?
- Sim e não. Tiveram um relacionamento que não era de irmãos assim que entraram na adolescência. No entanto hoje me parece que se tratam com irmãos... E se preocupam um com o outro, como tal. Mas... Você conhece bem Heitor, então sabe do que estou falando. – ele sorriu ironicamente para mim.
- Não... Eu não conheço, não... Eu juro por Deus que eu não conheço.
Ele gargalhou e depois pegou minha mão:
- Estou brincando, Bárbara.
- Não quero que pense que eu e Heitor... Bem... Que nós...
- Que nós... – ele me incentivou, olhando nos meus olhos.
- Eu... – as palavras não saíam.
Ao mesmo tempo que eu queria que ele não pensasse que eu tinha algo sexual com o filho, não conseguia me expressar sem dizer claramente o que era.
Ele apertou a minha mão:
- Não sabe como eu faria gosto de você e Heitor juntos.
A minha garganta começou a coçar e meu coração ficar completamente enlouquecido dentro de mim. Tossi repetidas vezes, tentando voltar ao normal.
Ele apertou um botão na cadeira de rodas e pediu para alguém me trazer água.
Sim, eu não consegui parar de tossir até tomar um copo cheio de água.
- Que vergonha, Allan. Eu... Estou com... Alergia. – Inventei.
- Na garganta?
- Sim... Na garganta.
- O que a traz até minha casa, Bárbara?
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Como odiar um CEO em 48 horas
Bom diaa cadê o capítulo 97...
Gostaria de saber o nome do escritor tbm, muito bom o livro, né acabei de rir e de chorar tbm.lindooooo!!!...
Gostaria de saber o nome do escritor(a), pois a leitura foi interessante, contagiante e bem diferente. Seria interessante procurar outras obras do autor....
Por que pula do 237 para o 241 ?...