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Contratei uma Babá e ela era Minha Noiva Fugitiva romance Capítulo 112

~ MAREU ~

A boca de Logan estava quente, urgente, desesperada, e eu senti o corpo inteiro desligar e religar ao mesmo tempo. As mãos dele seguraram meu rosto com uma firmeza possessiva, como se ele precisasse me ancorar ali pra ter certeza de que eu era real.

Eu me entreguei completamente.

Minhas mãos foram pro cabelo dele, puxando, bagunçando aquele penteado impecável. Eu não me importei. E, pelo gemido baixo que saiu da garganta dele, Logan também não.

Ele me empurrou mais contra a bancada, o corpo dele colado no meu, e eu senti o quanto ele me queria. Impossível não sentir. Duro, quente, pressionando contra minha barriga de um jeito que me fez gemer dentro do beijo.

Logan se afastou só o suficiente pra respirar, os olhos verdes escuros de desejo, a respiração saindo pesada.

— Mareu... — ele começou, e eu não sei se era aviso ou pedido.

Eu não deixei ele terminar.

Puxei ele de volta, mordendo o lábio inferior dele, e foi o suficiente. Logan pegou minha cintura com as duas mãos e me levantou, me colocando sentada na bancada de mármore como se eu não pesasse nada.

O frio da pedra contra minhas coxas nuas me fez ofegar, mas o calor do corpo dele entre minhas pernas fez qualquer desconforto desaparecer.

— Você é tão linda que chega a ser injusto — ele disse, a voz rouca.

Antes que eu pudesse responder, as mãos dele foram pras alças do meu sutiã. Ele puxou pra baixo com uma urgência que arrancou o ar dos meus pulmões, e quando o tecido caiu, expondo meus seios, Logan soltou um som baixo, gutural, que me fez apertar as pernas ao redor dele.

— Perfeita — ele murmurou, quase pra si mesmo.

A boca dele desceu pro meu pescoço, mordendo de leve, chupando, deixando marcas que eu sabia que iam aparecer. Eu joguei a cabeça pra trás, dando mais acesso, e Logan aproveitou, descendo mais, a língua traçando um caminho quente até meu peito.

Quando a boca dele fechou ao redor do meu mamilo, eu gemi alto demais pra um banheiro de festa.

— Shh... — ele avisou, mas o sorriso na voz dele me disse que ele adorou. — Tem gente lá fora.

— Então para de fazer isso — eu retruquei, ofegante.

— Não — ele respondeu, simples, e deu atenção igual pro outro seio.

As mãos dele desceram pelas minhas coxas, abrindo mais minhas pernas, e quando os dedos dele encontraram a renda da minha calcinha, ele parou por um segundo, só me olhando.

— Posso? — ele perguntou, sempre controlado, sempre dando escolha mesmo no meio do caos.

— Se você não tirar isso agora, eu mesma tiro — eu avisei.

Logan sorriu — aquele sorriso perigoso, sexy — e puxou a calcinha pra baixo, lenta, provocantemente, até ela cair no chão junto com o resto da minha dignidade.

Ele deu um passo pra trás, só pra me olhar.

Eu estava completamente nua na bancada do banheiro, as pernas abertas, vulnerável, exposta. A única coisa que eu ainda usava eram os sapatos.

Os malditos sapatos Louboutin que ele tinha me dado de presente.

Logan olhou pros meus pés, pro salto fino vermelho, e o sorriso dele ficou ainda mais perigoso.

— Eu sabia que esses sapatos valiam cada centavo — ele disse, a voz baixa, carregada.

E antes que eu pudesse processar a frase, ele se ajoelhou na minha frente.

Meu coração disparou.

— Logan... — eu tentei, mas a voz saiu fraca.

Ele puxou minhas pernas pros ombros dele, os saltos vermelhos brilhando de cada lado da cabeça dele, e me olhou de baixo, aqueles olhos verdes cheios de promessa.

— Segura na bancada — ele ordenou.

Eu obedeci.

A primeira vez que a língua dele me tocou, meu corpo inteiro tremeu. Logan não teve piedade. Ele lambeu devagar, explorando, provocando, a língua circulando meu clítoris com uma precisão que me fez ver estrelas.

Eu mordi o lábio com força pra não gritar, mas quando ele chupou, quando os dedos dele entraram dentro de mim ao mesmo tempo, eu não consegui segurar.

Capítulo 112 1

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