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Contratei uma Babá e ela era Minha Noiva Fugitiva romance Capítulo 212

~ MAREU ~

— Acho que eu estava te dando uma aula de como relaxar.

A risada dele foi curta, quente, e antes que pudesse responder eu já estava em movimento. Afastei o corpo do dele só o suficiente para alcançar a lateral do biquíni, deslizando o tecido para baixo, jogando a calcinha molhada para algum canto da lancha.

Os olhos dele acompanharam cada movimento.

— Mareu…

Não deixei ele terminar. Subi no colo dele, de frente, ajustando os joelhos em cada lado do seu corpo forte. Minhas mãos apoiadas nos ombros dele, o calor do pau dele duro contra a minha coxa, a respiração dos dois acelerada num ritmo que ainda nem tinha começado direito.

Inclinei o quadril, deslizei o corpo para trás só o suficiente para sentir a ponta dele me tocando, e então desci

Devagar.

Muito devagar.

A cabeça de Logan caiu ligeiramente para trás quando fui me ajustando, sentindo cada centímetro preencher devagar, aquele alongamento perfeito que sempre parecia demais e exatamente o necessário ao mesmo tempo. Quando finalmente sentei até o fundo, os dois soltamos um suspiro que se misturou no ar quente.

— Céus, Mareu… — A voz dele saiu quase um gemido. — Você é tão gostosa.

Parei.

Fiquei imóvel sobre ele, sentindo o pau dele pulsar dentro de mim, e inclinei a cabeça.

— Como você se sente, Logan Novak? — Minha voz saiu num sussurro provocador. — Não sendo a pessoa no comando pela primeira vez?

Ele abriu os olhos, meio fechados, e o sorriso que surgiu no canto da boca era puro desafio.

— Me sinto muito bem.

Antes que eu pudesse rebater, as mãos dele subiram pelas minhas costas, encontraram o nó do biquíni atrás do meu pescoço e puxaram. O tecido caiu entre nós, e meus seios ficaram expostos ao sol, à brisa, ao olhar faminto dele.

Logan se inclinou e abocanhou.

A boca quente em volta do mamilo, a língua circulando, os dentes arranhando de leve, enquanto uma das mãos segurava minha cintura e a outra subia para o outro seio, apertando, provocando. Comecei a me mover.

Subi devagar, sentindo cada centímetro dele deslizar para fora antes de descer de novo, lenta, sentindo tudo. O sol nas minhas costas, o balanço suave da lancha, a boca dele nos meus seios, as mãos apertando minha pele. Acelerei um pouco. Depois voltei a desacelerar.

— Assim? — perguntei, a voz saindo trêmula.

Logan levantou o rosto, a boca molhada, os olhos escuros.

— Você tá brincando comigo.

— Estou.

Ele riu, um som baixo e rouco, e as mãos apertaram minha cintura com mais força.

— Então brinca direito.

Acelerei. Subindo e descendo num ritmo mais rápido, o som dos nossos corpos se encontrando preenchendo o silêncio do mar. Os dedos dele cavaram minha pele, a respiração ficando mais pesada, e por um momento eu achei que estava no controle.

Até ele mudar tudo.

Num movimento rápido, Logan me virou. Minhas mãos encontraram o banco, meus joelhos se ajustaram, e de repente eu estava de quatro para ele, o sol queimando minhas costas, o calor do corpo dele atrás de mim.

Ele entrou de uma vez.

Sem aviso, sem preparação — não que precisasse, depois do ritmo que a gente já tinha criado. A mão dele encontrou meu cabelo, puxou suave, expondo meu pescoço enquanto as estocadas começavam.

Fortes.

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