“Alguns gestos não são combinados… e são exatamente esses que mais confundem.”
A luz do fim da tarde entrava pelas cortinas semi abertas, deixando o quarto com um tom quente e suave. O sol já estava baixo, marcando a chegada da noite. Dayse acordou devagar, ainda sonolenta, sentindo primeiro o calor de um corpo firme atrás dela.
Depois veio o toque.
Lábios quentes e lentos deslizavam pelo seu pescoço, depositando beijos leves, quase preguiçosos, como se Edward tivesse todo o tempo do mundo. A mão dele havia entrado por baixo da camiseta larga que ela vestia, a camiseta dele, e o polegar roçava o mamilo já endurecido em círculos lentos, despertando cada terminação nervosa.
O ar falhou no peito de Dayse, e o corpo arqueou instintivamente contra o dele, enquanto os lábios se abriram num som baixo que ela não conseguiu conter. Foi então que sentiu a ereção dele pressionando firmemente contra a curva da sua bunda, apenas o tecido fino da calcinha e do short que ele usava os separava.
— Edward… — a voz saiu baixa, ainda pesada de sono e desejo, quase arrastada.
Ele sorriu contra a pele dela, o maxilar tencionando de leve antes de mordiscar o ponto sensível logo abaixo da orelha dela.
— Boa tarde, princesa… ou quase noite — sussurrou rouco, apertando o seio com mais firmeza enquanto o quadril se movia devagar, esfregando a rigidez contra ela.
Dayse virou o rosto, buscando a boca dele e Edward capturou seus lábios num beijo preguiçoso e profundo, deslizando a língua contra a dela com calma. O beijo se intensificou aos poucos, tornando-se mais molhado, mais urgente, enquanto a mão dele continuava a massagear seu seio, apertando e aliviando no ritmo perfeito.
Sem separar a boca dela, a mão dele desceu devagar pelo corpo de Dayse. Deslizou pela barriga, passou pelo umbigo e continuou descendo até entrar dentro da calcinha dela. Os dedos longos roçaram a pele quente e lisa antes de encontrar a intimidade já molhada.
O corpo dela reagiu imediatamente, um som mais alto sendo abafado pela boca dele quando o dedo médio de Edward deslizou entre suas dobras encharcadas, espalhando a excitação e pressionando o clitóris inchado com uma precisão torturante.
— Já molhada assim pra mim… — a voz saiu baixa contra os lábios dela, com a voz grave e satisfeita, sem parar o movimento lento e circular do dedo. — Que delícia, princesa.
Dayse arqueou o quadril contra a mão dele, buscando mais contato, enquanto o beijo se tornava mais descontrolado. Edward enfiou um dedo devagar dentro dela, depois outro, curvando-os exatamente onde sabia que a fazia perder o ar.
Os gemidos dela ficavam mais altos, e eram abafados pela boca dele. Ela sentia o corpo tremendo levemente contra o peito largo. Edward continuava beijando-a, engolindo cada som, cada suspiro, enquanto seus dedos entravam e saíam num ritmo calmo, mas implacável.
— Deixa eu cuidar de você direito agora… — sussurrou, mordendo de leve o lábio inferior dela. — Quero você gemendo meu nome até esquecer que existe o resto do mundo.
A resposta não veio em palavras, apenas um som baixo escapou enquanto o corpo dela se entregava completamente ao toque dele, o corpo quente e sensível respondia a cada carícia como se tivesse sido feito para isso.
Edward não aguentou mais ouvir aqueles gemidos abafados contra sua boca. Com um movimento fluido, ele tirou os dedos de dentro dela, arrancando um protesto manhoso de Dayse. Virou o corpo dela de lado, encaixando-se completamente atrás, de conchinha.
— Shh… calma, princesa. Vou te dar tudo que você precisa — murmurou rouco contra sua orelha, mordendo o lóbulo enquanto puxava a calcinha dela para o lado.
Com uma mão firme, ele levantou a perna dela, abrindo-a para si. A glande grossa roçou a entrada encharcada antes de começar a entrar bem devagar, sentindo cada dobra quente e molhada se abrindo para recebê-lo.
Dayse soltou um gemido longo e trêmulo, jogando a cabeça para trás contra o ombro dele.

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