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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 109

“Alguns toques não são só desejo… são exatamente o tipo de erro que a gente não consegue evitar.”

O problema nunca foi o quanto eles se desejavam… foi o quanto nenhum dos dois parecia disposto a parar.

— Vem.

Dayse mal conseguia andar direito, sentindo as pernas ainda fracas pelo orgasmo. Ele a guiou até o banheiro, acendendo a luz amarela suave. Assim que entraram, Edward a prensou contra a pia, de frente para o espelho, e colou o corpo nu contra o dela por trás.

— Olha pra você no espelho — ordenou rouco, descendo a mão entre as pernas dela e esfregando o clitóris inchado. — Olha como você já tá molhada, sua safadinha. Acabou de gozar e já quer mais.

Dayse corou violentamente, tentando desviar o olhar, mas Edward segurou seu queixo com firmeza, obrigando-a a se olhar.

— Não foge. Olha pra mim enquanto eu te fodo — sussurrou no ouvido dela, com a voz grave e suja. — Quero ver essa carinha de princesinha corada enquanto eu te como de novo.

Ela mordeu o lábio, envergonhada, mas o corpo a traiu. Empinou a bunda contra ele, implorando por mais.

Edward soltou um grunhido satisfeito. Abaixou um pouco o corpo, flexionando os joelhos para alinhar melhor o ângulo, e segurou o quadril dela com as duas mãos. A glande grossa pressionou a entrada molhada e ele invadiu devagar,até enterrar-se completamente dentro dela.

— Porra… como você é apertada— rosnou contra a orelha dela.

Dayse soltou um gemido alto, enquanto deixava as mãos apoiadas na pia. Edward começou a se mover, com estocadas firmes e profundas, mantendo os olhos fixos no reflexo do espelho. Ele observava cada detalhe: os seios dela pulando a cada investida, balançando pesados e hipnotizantes, os olhos dela revirando de prazer, a boquinha entreaberta, soltando gemidos curtos e desesperados.

Aquela visão o deixava completamente louco.

— Olha pra você… — murmurou rouco, acelerando o ritmo enquanto mantinha o olhar preso no dela através do espelho. — Tão linda… tão minha…

Dayse abriu os olhos e quase gozou só com a imagem refletida.

Edward imponente atrás dela, os músculos do abdômen e dos braços se contraindo a cada estocada forte, o olhar escuro e faminto, o maxilar travado. As palavras sujas, o domínio, o jeito como ele a preenchia completamente… era demais.

— Ah… eu vou… Edward… — gemeu sentindo o corpo já começar a estremecer.

Mas Edward não permitiu. Ele se retirou de dentro dela de repente, arrancando um protesto manhoso. Virou o corpo dela com facilidade, segurou sua cintura e a colocou sentada na beira da pia, abrindo bem suas pernas.

— Vai gozar olhando pra mim — ordenou, com a voz grave e autoritária.

Sem esperar, alinhou-se novamente e invadiu de uma vez, fundo e forte. Agora de frente, ele podia ver cada expressão no rosto dela de perto. Segurou uma das pernas dela sobre seu quadril e começou a se mover com estocadas intensas, enquanto a outra mão apertava o seio e o polegar roçava o mamilo.

Dayse cravou as unhas nos ombros dele, mantendo os olhos vidrados nos dele, enquanto a boca gemia descontroladamente.

— Isso… assim… olha pra mim enquanto goza no meu pau — grunhiu, batendo mais fundo, fazendo o quadril estalar contra ela. — Quero ver essa carinha linda enquanto você se desmancha.

Edward acelerou o ritmo, metendo fundo e forte, sem tirar os olhos dos dela. O som molhado dos corpos se chocando ecoava pelo banheiro junto com os gemidos descontrolados de Dayse. Ele ainda segurava as pernas dela sobre seu quadril, enquanto a outra mão agora apertava a bunda dela, puxando-a contra si a cada estocada.

— Agora quero gozar com você… — rosnou com a voz rouca e urgente. — Olha pra mim, princesa. Goza comigo.

Dayse cravou as unhas nas costas dele, sentindo novamente a onda de prazer vir com tudo e finalmente os dois chegaram ao limite ao mesmo tempo.

— Edward… Ann!

Com um gemido gutural e longo, Edward enterrou-se até o fundo e gozou forte junto com ela. Os dois tremendo juntos, mantendo os olhares presos um no outro. O prazer foi tão intenso que Dayse sentiu as pernas fraquejarem, e o corpo mole nos braços dele.

Eles ficaram assim por longos segundos, ofegantes, colados, sentindo os últimos espasmos do orgasmo. Edward foi o primeiro a se mover. Saiu devagar de dentro dela, mas não se afastou. Segurou o rosto de Dayse com as duas mãos e a beijou com uma ternura surpreendente, lenta, profunda e carinhosa. Um beijo que não pedia nada, apenas celebrava o que tinha acabado de acontecer.

Quando os lábios se separaram, os dois sorriram ao mesmo tempo.

Edward encostou a testa na dela, ainda sorrindo, enquanto acariciava o polegar suavemente a bochecha dela.

— Acho que precisamos de um banho… — sussurrou com a voz baixa e rouca, carregada de carinho e um toque de safadeza.

Dayse riu baixinho, ainda sem fôlego, escondendo o rosto no peito dele por um segundo.

— Você me destruiu… — murmurou sorrindo contra a pele quente.

— Ah, senhorita Whitmore… confessa que você adora me ver assim, do jeitinho que eu vim ao mundo.

Dayse corou ainda mais e, sem conseguir se controlar, seus olhos desceram pelo corpo dele. Ele ainda estava excitado. Ela sentiu um calor subir pelo ventre novamente.

— Isso… não baixa nunca? — murmurou, quase sem voz.

Edward sorriu, safado, e se aproximou por trás. Envolveu o corpo dela com os braços, puxando-a contra o peito, e depositou um beijo lento e quente no ombro nu dela.

— Com uma mulher como você ao meu lado… é complicado — sussurrou rouco contra a pele molhada.

Dayse sentiu um arrepio percorrer a espinha.

— Edward, seu tarado… tô morrendo de fome.

— Eu também… — respondeu com a voz baixa e cheia de segundas intenções, mordiscando de leve o ombro dela.

Dayse corou violentamente e completou rápido:

— De comida!

Edward riu alto, fazendo o peito vibrar contra as costas dela.

— Tudo bem, tudo bem… — disse soltando-a devagar. — Preciso recuperar minhas energias mesmo, porque você me destruiu.

Dayse abriu a boca para retrucar, mas nenhuma palavra saiu. Apenas ficou ali, observando enquanto Edward pegava uma toalha e começava a secar o corpo com calma, enquanto os músculos se moviam a cada movimento. Ele piscou para ela antes de sair do banheiro, deixando-a sozinha.

Dayse ficou parada por alguns segundos, com um sorriso bobo e apaixonado no rosto, balançando a cabeça enquanto sentia o coração bater mais forte.

— Idiota… — murmurou baixinho, ainda sorrindo.

Quando exatamente aquilo deixou de ser só sexo… e passou a ser algo que ela não sabia mais controlar?

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