“Alguns toques não são só desejo… são exatamente o tipo de erro que a gente não consegue evitar.”
O problema nunca foi o quanto eles se desejavam… foi o quanto nenhum dos dois parecia disposto a parar.
— Vem.
Dayse mal conseguia andar direito, sentindo as pernas ainda fracas pelo orgasmo. Ele a guiou até o banheiro, acendendo a luz amarela suave. Assim que entraram, Edward a prensou contra a pia, de frente para o espelho, e colou o corpo nu contra o dela por trás.
— Olha pra você no espelho — ordenou rouco, descendo a mão entre as pernas dela e esfregando o clitóris inchado. — Olha como você já tá molhada, sua safadinha. Acabou de gozar e já quer mais.
Dayse corou violentamente, tentando desviar o olhar, mas Edward segurou seu queixo com firmeza, obrigando-a a se olhar.
— Não foge. Olha pra mim enquanto eu te fodo — sussurrou no ouvido dela, com a voz grave e suja. — Quero ver essa carinha de princesinha corada enquanto eu te como de novo.
Ela mordeu o lábio, envergonhada, mas o corpo a traiu. Empinou a bunda contra ele, implorando por mais.
Edward soltou um grunhido satisfeito. Abaixou um pouco o corpo, flexionando os joelhos para alinhar melhor o ângulo, e segurou o quadril dela com as duas mãos. A glande grossa pressionou a entrada molhada e ele invadiu devagar,até enterrar-se completamente dentro dela.
— Porra… como você é apertada— rosnou contra a orelha dela.
Dayse soltou um gemido alto, enquanto deixava as mãos apoiadas na pia. Edward começou a se mover, com estocadas firmes e profundas, mantendo os olhos fixos no reflexo do espelho. Ele observava cada detalhe: os seios dela pulando a cada investida, balançando pesados e hipnotizantes, os olhos dela revirando de prazer, a boquinha entreaberta, soltando gemidos curtos e desesperados.
Aquela visão o deixava completamente louco.
— Olha pra você… — murmurou rouco, acelerando o ritmo enquanto mantinha o olhar preso no dela através do espelho. — Tão linda… tão minha…
Dayse abriu os olhos e quase gozou só com a imagem refletida.
Edward imponente atrás dela, os músculos do abdômen e dos braços se contraindo a cada estocada forte, o olhar escuro e faminto, o maxilar travado. As palavras sujas, o domínio, o jeito como ele a preenchia completamente… era demais.
— Ah… eu vou… Edward… — gemeu sentindo o corpo já começar a estremecer.
Mas Edward não permitiu. Ele se retirou de dentro dela de repente, arrancando um protesto manhoso. Virou o corpo dela com facilidade, segurou sua cintura e a colocou sentada na beira da pia, abrindo bem suas pernas.
— Vai gozar olhando pra mim — ordenou, com a voz grave e autoritária.
Sem esperar, alinhou-se novamente e invadiu de uma vez, fundo e forte. Agora de frente, ele podia ver cada expressão no rosto dela de perto. Segurou uma das pernas dela sobre seu quadril e começou a se mover com estocadas intensas, enquanto a outra mão apertava o seio e o polegar roçava o mamilo.
Dayse cravou as unhas nos ombros dele, mantendo os olhos vidrados nos dele, enquanto a boca gemia descontroladamente.
— Isso… assim… olha pra mim enquanto goza no meu pau — grunhiu, batendo mais fundo, fazendo o quadril estalar contra ela. — Quero ver essa carinha linda enquanto você se desmancha.
Edward acelerou o ritmo, metendo fundo e forte, sem tirar os olhos dos dela. O som molhado dos corpos se chocando ecoava pelo banheiro junto com os gemidos descontrolados de Dayse. Ele ainda segurava as pernas dela sobre seu quadril, enquanto a outra mão agora apertava a bunda dela, puxando-a contra si a cada estocada.
— Agora quero gozar com você… — rosnou com a voz rouca e urgente. — Olha pra mim, princesa. Goza comigo.
Dayse cravou as unhas nas costas dele, sentindo novamente a onda de prazer vir com tudo e finalmente os dois chegaram ao limite ao mesmo tempo.
— Edward… Ann!
Com um gemido gutural e longo, Edward enterrou-se até o fundo e gozou forte junto com ela. Os dois tremendo juntos, mantendo os olhares presos um no outro. O prazer foi tão intenso que Dayse sentiu as pernas fraquejarem, e o corpo mole nos braços dele.
Eles ficaram assim por longos segundos, ofegantes, colados, sentindo os últimos espasmos do orgasmo. Edward foi o primeiro a se mover. Saiu devagar de dentro dela, mas não se afastou. Segurou o rosto de Dayse com as duas mãos e a beijou com uma ternura surpreendente, lenta, profunda e carinhosa. Um beijo que não pedia nada, apenas celebrava o que tinha acabado de acontecer.
Quando os lábios se separaram, os dois sorriram ao mesmo tempo.
Edward encostou a testa na dela, ainda sorrindo, enquanto acariciava o polegar suavemente a bochecha dela.
— Acho que precisamos de um banho… — sussurrou com a voz baixa e rouca, carregada de carinho e um toque de safadeza.
Dayse riu baixinho, ainda sem fôlego, escondendo o rosto no peito dele por um segundo.
— Você me destruiu… — murmurou sorrindo contra a pele quente.

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