Paulo Niko Sankyo
Nos encaminhamos para a masmorra do Bernardo. Quando ele construiu está casa junto com a arquiteta, ele idealizou cada canto do quarto de jogos.
Ele sempre disse que um Ogro irlandês merecia uma caverna a sua altura.
E o lugar ficou a sua cara...
Era sombrio... Parecia uma masmorra dos castelos antigos da Irlanda. A ideia era fazer no subsolo, mas a arquiteta conseguiu convencer a ele de que seria melhor aproveitada se fosse um anexo bem semelhante a casa, no exterior.
Então, quem estava do lado de fora, não imaginava que por dentro era algo tão primitivo e medieval.
Apesar de Bernardo não ter sido criado no país de origem de seu pai. E sendo um brasileiro nato como sua mãe, ele sempre foi ligado à arquitetura , cultura e histórias da Irlanda, seu pai o criou contando as histórias do país.
Não poderia ser diferente, mesmo porque o grande ídolo dele foi e sempre será seu pai, apesar de todo drama que envolve os dois.
Isso é fato!
O lugar é todo com paredes de pedra. Uma cama de madeira maciça no meio do quarto que facilmente comporta dois casais ou mais. Uma gaiola no fundo do quarto imensa com um poleiro nela. Essa é bem rústica, toda de grades cinzas, mas existe outra localizada em outro cômodo da casa que é delicada, mais isso são coisas que devem ser tratadas no livro do Bê. Não estou autorizado a falar no momento.
Tem uma parede com um espelho de ponta a ponta.
A maioria de seus móveis são dobráveis. É uma sala de tortura, definitivamente. Ganchos para todos os lado, grades, coleiras presas por guías nas paredes, chicotes a mostra e uma Cruz de Santo André presa a uma das paredes.
No centro do quarto há algumas mobílias como um cavalete e uma mesa com altura regulável com algemas nas quatro pontas. No canto do quarto há uma abertura parecendo uma caverna, mais nada mais é que a entrada para um banheiro super moderno, que destoa totalmente do ambiente da masmorra.
Como Arthur, ele fez uma arquibancada no canto da sala, com cadeiras para que as pessoas possam se sentar e assistir. Aqui não tem paredes de vidro separando a platéia, o que me leva a crer que hoje será quente, bem quente o jogo.
Olho para Sabrina e ela está apreensiva. Talvez ansiosa para saber o que vai acontecer. Não é a primeira vez que ela vem na masmorra do Bernardo, então eu acredito que isso não seja surpresa por tudo ser tão rústico.
Os meninos se encaminham para organizar as coisas e eu paro de frente para o espelho, com ela na minha frente. Vou até o fecho da saia e começo a abrir, sempre a olhando pelo espelho. Ela está corada e não dá pra saber o que se passa em sua cabeça.
Empurro a saia dela pelos seus quadris e a tiro, deixando ela apenas de meia arrastão, calcinha de renda, cropped e os saltos.
A olho novamente e começo a subir o cropped pelo seu corpo o tirando em seguida. Vejo Bernardo se aproximando pelo espelho e me entregando duas algemas de couro.
Começo a colocar as algemas nela. Uma em cada braço, sem estarem interligadas pelo mosquetão. Depois que eu termino, a olho novamente para ver se ela está tranquila. Nada de anormal até agora.
Saio de perto dela e vou até o canto da parede de pedra. Pego uma corrente ligada a uma roldona na parede e caída no chão. Pego a ponta e começo a levar até ela, conectando numa das algemas e travando a corrente, que faz com que seu braço fique esticado. Vou a parede do outro lado e pego a outra corrente. Deixando ela presa com os braços esticados de frente para o espelho.
Vou para atrás dela e a olho novamente.
-Quais são suas palavras de segurança?
-Amarelo e Vermelho.
-Pode usá-las no momento que quiser. Quer desistir?
Ela balança a cabeça dizendo que não. Me olha daquele jeito ansiosa, sem entender ... Geralmente os jogos começam com nós jogando com nossas submissas. Então por isso ela está confusa.
-O mestre não jogará comigo num primeiro momento?
Eu sorrio para ela e digo:
-Nao Hanī... Hoje os jogos serão diferentes. Te dei de presente hoje, e vamos dizer que, em troca ganhei de presente duas submissas obedientes, que não omitem coisas de seus dominadores... E... - ele suspira. - encantadoras em troca...
Ela trava o maxilar me olhando.
Há uma movimentação atrás de nós, ela direciona o olhar para lá, e vê os dois vindo em nossa direção. Bernardo sem camisa com o botão da calça aberta com um canivete na mão e Arthur, também sem camisa com um chicote. Ele engole em seco e eu sorrio...
-Divirta-se Hanī... E não esqueça: você não pode gozar...
Ouço quando ela diz:
-Merda!
*******
Sabrina Becker
Merda! Merda! Merda!
Então esse será o meu castigo?
Aguentar Bernardo e Arthur... Agora entendi porque tive que passar o dia todo com aquele plug enorme. Esses dois vão me arrombar...
Eu nem quero pensar aonde o Bernardo vai entrar em mim...
Eu não sou muito chegada a dupla penetração, exatamente por causa do incômodo e a dor que sentimos no começo. Eu gosto de dor, mais sou fraca quando ela é muito intensa.
E Paulo sabe disso...
Automaticamente me lembro do dia que ele e Arthur me compartilharam e o Arthur disse que nunca deixaria Bernardo fazer dupla penetração na Duda.Lembro que eles brincaram com isso...
Então meu castigo seria esse? Aqueles dois Deuses iam jogar comigo.
E eu não podia gozar...
Bom, acho que esse não seria meu maior problema neste momento. Teria sido... se Paulo estivesse inserido no jogo.
O maior problema seria se os dois caberiam em mim...
-Ahh sua cara Sabrina... -Bê gargalha.- Está muito boa! - Se aproxima por trás, e roça seu corpo no meu.- Quem mandou ser uma menina má baby? Agora vai ter que ajoelhar e pedir perdão.
Ele sussurra no meu ouvido.
-Definitivamemte ela vai te que se ajoelhar... -Arthur gargalha.
E eu? Rio também...
O que posso fazer?
Desisti do jogo eu não vou... Vou aceitar tudo que eles prepararam para mim...
Sei que nunca me machucariam...
Eu confio neles, e mais do que tudo, confio no Paulo. Então só me resta zerar essa história.
Sinto Bernardo me empurrar para o chão, sem nenhuma delicadeza.
Já Arthur, me ajuda a me ajoelhar pela frente.
Logo Bernardo pula a corrente que está me mobilizando e os dois vem para a minha frente.
Cada um fica de uma lado do meu corpo, fazendo com que eu consiga olhar meu mestre pelo espelho.
Neste momento ele tem Duda e Camila ajoelhadas na sua frente prontas para se reversarem e chuparem seu pau. As duas estão com prendedores no seio, daqueles religados com cordinhas.
Bernardo segura no meu rabo de cavalo e direciona o seu pau para a minha boca e começa a socar ele lá.
Rosnando...
- Não sei se é uma boa idéia... Afinal o seu cú, é meu também. Acho que Bernardo faria um bom trabalho.
Escuto a risada da platéia.
Que malvado!
Mais eu mereço... Não mereço?
"Merece Sabrina." -Diz minha consciência com os óculos escuros na ponta do nariz, bebericando uma caipvodca e assistindo a minha humilhação.
-Por favor meu mestre!
Falo o que ele queria ouvir desde o começo.
-Como ela é medrosa! Camilinha nem reclama com a minha tora no cú dela... -fala Bê ainda ofendido.
Camila ri e manda um beijo para ele, voltando a se concentrar na sua tarefa nada árdua, diga-se de passagem.
E a platéia ri novamente.
-Camilinha é uma santa Bernardo?!?- fala Arthur gargalhando. -E aí Paulo o que vai ser?
As meninas continuam trabalhando no pau dele, enquanto ele me olha fingindo que está pensando...
-Pode ir Arthur... Sei que você gosta de um cuzinho... Como se fosse melhorar alguma coisa.
Ele solta uma gargalhada e os meninos e a platéia riem junto.
É... Não vai melhorar nada. Apesar de Arthur ser menos grosso que o Bernardo, também é grande.
"É Sabrina... Tu definitivamente virou a piada da noite..." Minha consciência diz gargalhando.
Inferno! Que tal você, vozinha que ocupa a minha cabeça, começar a botar bastante coisa nojenta no meu cérebro. Porque eu vou precisar para não gozar.
-Então vamos começar... -Fala Arthur... Saindo de trás de mim...
Vejo Paulo se encaminhando para a cama. Enquanto Bernardo volta a tampar minha visão, segurando na minha coleira. Desce com a faca pelo meu pescoço, passa no meio dos meus seios. Deixa o metal frio tocar meus bicos de seio. Eu fecho os olhos para me concentrar. Continua descendo com a faca até a minha calcinha e corta ela de um lado, passando a faca pela minha barriga e corta a outra tira.
Ele puxa a calcinha e sorri. Deixando ela cair no chão junto com a faca. Ele se abaixa e beija a minha barriga.
Senhor! Que ele não me chupe... Ele não pode fazer isso!
Ele começa a passear com a mão pelo meu corpo. Aperta um seio, depois o outro. Desce com as mãos pela barriga e passa por cima da meia arrastão.
Quando chega no meu monte de vênus, ele beija ali e rasga com as mãos a meia arrastão, fazendo um rasgo enorme nas partes genitais.
Começo a ouvir os sons da platéia, e os gemidos de Camila e Duda.
Olho para lá e eles já estão na cama. Duda está cavalgando nele, enquanto Camila está sentada em seu rosto.
As duas estão com ele, mais não tiram os olhos de seus mestres.
Já meu mestre? Ele nem está preocupado em me olhar.... E nem pode...
"É uma punição Sabrina? Você esperava o que?"
É eu esperava o que?
Continua...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Doce Pecado
Cadê os capítulos...
A leitura não abre... Por quê???...
Cadê os capítulos...