Sabrina Becker
Sinto Arthur se aproximar novamente por trás, e se esfregar em mim, me dando uma lambada com o chicote. Eu gemo... preciso me concentrar para não chegar aos finalmente. Seu pau encaixa em minha bunda, enquanto ele mexe com o quadril se masturbando entre as duas bandas, ao mesmo tempo que bate com o chicote.Sinto o ardido do flogger por alguns segundos, e logo depois ele some.
Vejo Bernardo se aproximando novamente com o pau envolto numa camisinha, e cheio de lubrificante. É uma punição num compartilhamento, não posso esperar muito carinho...
Ele chega pela frente e começa a lamber meus seios e chupar, ao mesmo tempo que me masturba com um de seus dedos.
E eu? Me concentro para não chegar lá...
Olho para meu mestre e Duda continua cavalgando, enquanto Camila grita atingindo o seu primeiro orgasmo, com meu mestre tomando todo ele...
Sinto o incômodo no baixo ventre e respiro fundo gemendo. Eu não posso... Eu não posso...
Bernardo, talvez percebendo que estou no meu limite, para de me tocar no clitóris, e continuar apenas chupando meu peito...
Sinto Arthur besuntando meu ânus com lubrificante e brincando com os dedos ali.
E mais uma vez começo a sentir chegando o meu limite ... abro os olhos e me concentro novamente para que nada aconteça... Olho para Paulo, Camila já não está mais em seu rosto. Duda está de quatro com ele a comendo, e Camila está com um flogger que surra a bunda dela, cumprindo ordens do Paulo. Às vezes ele puxa as cordinhas dos prendedores dos seios da Camila, enquanto entra na Duda.
Bernardo começa a me masturbar com seu pau e me olha sorrindo...
-Preparada Baby?
-Sim mestre!
Ele destrava as correntes de meus braços deixando eles com uma folga. Me segura pela cintura e me levanta.
-Me cerca com suas pernas baby...
Faço o que ele diz, ele retira meu saltos e posiciona o pau no meio da minha vagina e deixa eu escorregar aos poucos. Com movimentos precisos.
Eu sou empalada por ele e já me sinto toda preenchida. Como terá espaço para o Arthur? Eu não sei...
Gemo. Sentindo todo ele dentro de mim.
Ele me segura, encaixando seus dois braços embaixo de minhas pernas e morde o meu ombro quando escorrega todo para dentro de mim.
Sinto Arthur se aproximar por trás e sinto sua boca na minha coluna e eu suspiro.
Bernardo começa a se mexer dentro de mim, depois de um tempo ele para e sinto Arthur me cutucar por trás.
Sinto sua cabeça entrar e dou um grito com a pressão que faz.
-Calma baby... Relaxa... -Bernardo sussurra no meu ouvido.
Olho para meu mestre e ele está me olhando sério ainda comendo Duda de quatro. Ele morde seus lábios e eu gemo olhando para ele.
Ouço as coisas animadas na platéia... O ambiente está quente... Há muitos sussurros, cheiro de sexo , mais nem olho para eles, já estou tendo que lidar com muita coisa. Uma música baixinho no som, com uma batida sexy embala todo o jogo. Sinto mais uma vez a pressão embaixo de meu ventre.
-Tudo bem? -Arthur sussurra em meu ouvido...
-Hum hum... -É a única coisa que sai depois que sinto ele entrando mais um pouco. Eu falo emendando num grito agudo.
Tudo arde... Ele continua pedindo passagem para entrar, e eu sinto que estou sendo arrombada pelos dois...
Senhor! Que Deus me ajude!!!
Porque a impressão que tenho é que nada voltará ao normal no meu corpo quando esse jogo terminar.
Eu começo a chorar...
Por quê?
Tenham duas toras enfiadas no seus buracos, só depois vocês me julguem por ser dramática.
Como disse ... Não gozar, vai ser até fácil...
"Força mulher! Para de drama, você é um submissa!!! Daqui a pouco fica gostoso! E você nem vai se lembrar desse começo macabro..." - fala a minha consciência, agora tomando um dry martini. Ela vai se embebedar se continuar bebendo assim...
Eu prefiro que não fique gostoso... Porque se ficar eu não vou conseguir cumprir o combinado.
Bernardo começa a sugar meus seios quando começo a chorar, e como minha consciência disse, eu começo a me acender ...
-Nao mestre! -falo para ele... -Ele enruga a testa para mim sem entender.
-Nao chupa meu seio... Eu aguento...
Arthur gargalha atrás de mim.
-Nao torne as coisas mais difíceis para ela Bernardo.
Arthur fala empurrando mais um pouco do seu pau para dentro de mim, e eu grito novamente.
-Nao entrou tudo mestre? -Bernardo gargalha...
-Quase baby ...quase...-ele sussurra com a voz estrangulada.
-Merda! Como está apertado isso!!!-fala Bernardo. - baby, você vai estrangular meu pau.
-E vocês vão me arrombar... Tenho certeza. -Falo emendando mais um grito e sentindo Arthur todo dentro de mim. Sinto a quentura do corpo dos dois. Grudados em mim, conectados até o último centímetro.
Os dois ficam parados, com as respirações difíceis... Depois de um tempo Bernardo diz:
-Posso baby?
Eu suspiro e digo:
-Sim mestre!
Ele começa a se mexer entrando em sintonia com Arthur atrás de mim... Um entra e o outro sai...
O pau do Bernardo bate exatamente aonde não deve e logo depois que ele sai o Arthur bate no mesmo lugar... É como se eu não tivesse uma pele separando os dois canais.
Eu grito... Gemo... E começo a ter necessidade de pensar em coisas nojentas.
E assim vou indo...
Meu repertório é vasto... Desde uma diarréia a uma cena de Jack estripador.
Desde que eu não me concentre naquela entra e sai gostoso.
Merda! Que gostoso!
Eles aumentam o ritmo aos poucos.
Eu sou o recheio do sanduíche. Nossos corpos suados o cheiro de sexo, os sussurros e gritos de todos presentes, só me deixam mais excitada.
Quando penso que não vou conseguir cumprir o que disse ao Paulo eu grito e choro... Olho para ele... E agora ele come a Camila de quatro, enquanto Duda chicoteia as costas dela.
Ele me olha e diz com os lábios.
-Você consegue...
Eu suspiro e grito de novo.
-Sim mestre... Eu consigo... -murmuro entre os dois.
Suspiro e me concentro até que Arthur é o primeiro a gozar, se retirando de mim.
Bernardo me dá mais duas golpeadas e depois se retira também me segurando pela nuca e cintura... E eu suspiro de alívio...
Eu provavelmente não conseguirei ficar em pé. Meus músculos estão rígidos de tanta força que eu fiz para não me liberar. Meu corpo está trêmulo pelo mesmo motivo. Minha respiração está difícil, minha mandíbula doendo por causa das chupadas em dois paus, fortes e precisas, e a garganta seca por causa dos gritos.
Eu estou um caco...
Principalmente emocionalmente.
Seguro na nuca do Bernardo e deito minha cabeça em seu ombro.
-Tudo bem baby!
-Sim mestre, só cansada...
-Arthur vem me ajudar...
Vejo Arthur voltando e me soltando das correntes, enquanto Bernardo me leva para a cama me deitando ao lado da Camila, que está sendo comida por Paulo.
Eu olho para Paulo, ele fala entre gemidos.
-Talvez tenha e não tenha contado pra ninguém... O fato é que Paulo nunca te trairia com Melissa. E que você não deve se sentir ameaçada por ela. Ponha isso na tua cabeça e pare de besteira.
- Cami... jura pra mim que não se sente ameaçada por Melissa trabalhar com Bernardo? - ela mexe a cabeça dizendo que não. -Quer dizer, ele também já jogou com ela...
-E daí Sá? Sou uma submissa... Ele me dando o que preciso, não me importo com quem saia. Tanto que meu contrato nem é exclusivo.
-Mesmo estando apaixonada...
-Mesmo... Aprendi a bastante tempo que não vale ter espectativas sobre nada. E que histórias tem um início, um desenvolvimento e um fim. Eu vivo um dia de cada vez.
-E se ele resolver trocar você por ela?
-Paciência! Não posso obrigar ninguém a ficar comigo...
-Você não pensa em construir família?
-Eu?!?!- ela gargalha. -Nunca... Eu sou uma submissa...
-Mas eu também sou e penso...
-Eu, às vezes, acho que você está no lugar errado... -Ela faz uma careta e eu começo a ri.
-A mãe do Bernardo é uma submissa...
-Mais naquela época era diferente... Tenho certeza que se fosse nos tempos atuais, ela não se casaria com o ogro do marido dela.
Eu faço uma careta também.
-Eu acho tão bonitinho o Senhor Antônio e D. Paula. Você acha que eles não se amam?
- Se amam... Só você amando muito alguém, para aguentar o pai do Bernardo, por exemplo.-ela revira os olhos. -Mais naquela época as submissas não tinham muita escolha. Eram casamentos arranjados pelos pais.
-Eu só sei que eu queria isso também...
Ela segura minha mão e me faz olhar para ela.
- Essa pessoa é o Paulo... Você só precisa trabalhar isso aqui... -ela aponta para a minha cabeça. -Vai ficar tudo bem Sá...
Eu sorrio.
-Como você consegue ser tão sabia sendo mais nova que eu?
Ela gargalha.
-Sou mais nova, mais minha bagagem é muito maior, pode acreditar...
-Hanī, vamos?!?!
Vejo Paulo e Bernardo se aproximando de nós.
Eu me levanto do puff com uma certa dificuldade e Camila também. Minhas partes íntimas estão sofríveis. Preciso descansar!
-Sim mestre!
Ele me segura pela cintura e beija a minha testa.
-Até amanhã crianças... -Bernardo fala sorrindo, ao mesmo tempo que segura na cintura da Camila.
- Obrigada pela festa mestre. -Falo para ele.
-E obrigada pelo compartilhamento. Você se saiu muito bem!
Fico vermelha, mais agradeço.
-Obrigada mestre!
Saímos da festa rumo a nosso apartamento.
Amanhã tudo voltará ao normal.
Eu creio!
👘👘👘

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Doce Pecado
Cadê os capítulos...
A leitura não abre... Por quê???...
Cadê os capítulos...