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Esposa substituta: Prometo te odiar! romance Capítulo 230

Alguns dias depois, o casamento aconteceu exatamente como Sara havia pedido… simples, discreto e sem alarde. Ainda assim, Renato encontrou uma forma de transformar aquele momento em algo especial.

A sala do apartamento estava decorada com bom gosto, sem exageros, mas cheia de detalhes que faziam diferença. Flores brancas estavam espalhadas pelos móveis, pela mesa, pelos cantos, trazendo leveza e uma certa paz ao ambiente. Não era uma cerimônia grandiosa, mas era bonita e, acima de tudo, sincera.

Sara só percebeu o vestido quando Renato o entregou, pouco antes de tudo começar. Era delicado, elegante na medida certa, e parecia ter sido escolhido com um cuidado que ela não esperava. Ao vesti-lo, por um instante, se olhou no espelho e sentiu algo diferente. Não era sobre luxo ou aparência, era sobre o significado daquilo tudo. Sobre estar ali, escolhendo de verdade.

Quando saiu do quarto, encontrou Renato já a esperando, sério, mas com um olhar que entregava mais do que qualquer palavra. Ele a observou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse guardando aquela imagem em sua mente.

— Você está linda — disse, mais baixo do que o normal, como se quisesse que apenas ela escutasse aquilo.

A cerimônia foi breve. O juiz de paz direcionou tudo com formalidade, enquanto Odete, com Léo nos braços, assistia com os olhos marejados, visivelmente emocionada.

Quando chegou a hora dos votos, não disseram nada ensaiado, apenas o que estavam sentindo naquele momento.

Renato segurou as mãos de Sara, olhando direto nos olhos dela.

— Prometo respeitar você em tudo. Prometo não te ferir… e ser a pessoa que você merece, todos os dias da minha vida, até que a morte nos separe.

Sara respirou fundo antes de responder, sentindo o coração apertar de emoção.

— Eu prometo ser paciente, sincera e te honrar por todos os dias da minha vida… — começou, sincera. — Até que a morte nos separe.

E, naquele momento, aquilo foi suficiente.

O juiz declarou o casamento, e os dois se beijaram.

Mesmo que a esposa não quisesse nada que chamasse a atenção, Renato havia contratado um fotógrafo para registrar alguns momentos.

Quando tudo terminou, a noite já havia caído. O apartamento estava mais silencioso, as flores ainda espalhadas, e Sara havia ido descansar com Léo.

Sozinho na sala, Renato ficou olhando as fotos que o fotógrafo havia registrado. Estava feliz porque, mesmo com tudo simples, as fotos ficaram uma mais linda que a outra. E não era só pela estética, era pelo que elas representavam.

Ele parou em uma em específico, onde ele e Sara estavam sorrindo, levemente, quase desprevenidos, enquanto seguravam Léo. Aquela imagem parecia representar tudo de maravilhoso que estavam vivendo.

Por um instante, pensou em guardar aquilo só para eles. Mas logo descartou a ideia.

Depois de tudo o que aconteceu, esconder Sara não parecia certo. Mesmo que ela não quisesse exposição, ela merecia reconhecimento diante de muitas pessoas, inclusive das que a fizeram tanto mal.

Sem pensar muito, selecionou a foto e enviou para um jornal, autorizando a publicação. Queria que todos soubessem. Não por vaidade, mas porque, daquela vez, era real, que havia se casado com a mulher de sua vida.

Na manhã seguinte, o dia começou tranquilo. Sara acordou cedo e, como Léo dormia até tarde, ela abriu o computador para estudar um pouco. Ainda de pijama, com o cabelo preso de qualquer jeito, navegava distraída, até que uma manchete chamou sua atenção.

Ela congelou.

Na tela, a foto dela com Renato e o filho ocupava um lugar de destaque. Por alguns segundos, apenas encarou aquilo, tentando processar.

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