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Grávida de um mafioso romance Capítulo 212

- Obrigado por me defender - sou o primeiro a dizer alguma coisa depois de Cassandra expulsar todos da sala e fechar a porta.

Fiquei surpreso dela revelar o segredo que sou seu filho, achei que preferia me esconder assim como escondeu sua real identidade, pintando dourado por cima como fez com seu cabelo.

- Sempre vou te defender, mesmo que de longe - Cassandra sorri com uma tristeza contida no olhar quando passou por mim e apertou meu ombro - seria capaz de tudo por você - sua mão acaria meu cabelo uma vez e vai embora.

Sinto que não deveria ser tão duro, que tem algo nublado minha visão para a verdade, mas não posso ignorar tudo o que passei com seu abandono. Era cruel e injusto comigo mesmo inocentá-la.

Quando estou prestes a sair da sala de reunião, passa um grupo de pessoas fofocando sobre a Amélia e não consigo resistir ao ficar quieto para ouvir atras da porta. As pessoas que trabalham com ela, deveriam ter uma visão diferente da mulher que havia se tornado após anos, mas pensando em tudo o que Carol havia dito quando fugimos do casamento da minha irmã, acredito que será uma visão nada favorável.

- Não acredito que vamos trabalhar para aquele homem novamente, ninguém aguenta aquele comportamento prepotente, Cassandra deveria por a mão na consciência - a mulher comenta, indignada.

- Ela deve estar fazendo isso pela grana preta que irá receber, não vê como os dois são próximos? Ele entra a hora que quer na sala dela, não vou ficar surpresa de saber que têm um caso - acusa outra mulher, com um riso debochado.

- Não creio, Cassandra sempre teve bom gosto, tanto para sapatos quanto para bolsas e roupas, duvido que ela teria um caso com aquele brutamontes. Ele tem cara de bicheiro - repudia outro funcionário.

- Ele me dá arrepios - o silêncio que se segue é carregado de acusações não ditas, de incertezas não reveladas, o que me faz ficar com uma pulga atrás da orelha e querendo saber quem era esse tal homem.

Ando pelo corredor ganhando alguns olhares gentis e outros curiosos, até acusatórios por ter minha identidade revelada ou pela minha história com a Carolina. Na esquina, acabo tombando com uma mulher, olho para o chão coberto de pastas e me abaixo para ajudá-la. Nossos olhares se cruzam e a vejo ficar vermelha de vergonha.

- Olá Melissa - seria ela quem me dariam as respostas que preciso.

***

- Não precisa ficar nervosa - digo para acalmá-la, talvez descobrir que o garçonzinho de quinta que ela tanto menosprezava era filho da sua chefe, tenha lhe dando um choque. Ela continuava olhando para o expresso em cima da mesa da cafeteria, a convidei para tomar um café e conversar fora da empresa, seria mais tranquilo sem as paredes nos ouvindo - não vou...

- Me b**e.

- O que? - pergunto confuso, constatando que ouvir errado, mas então ela ergue a cabeça e repete.

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