-Luigi, não posso... - gemo manhosa com sua boca em meu pescoço, suas mãos me pressionaram mais firmes contra a porta, não sei se resistiria a ele - não posso fazer isso com Matteo, vamos nos casar em...
- Em onze malditos dias, eu sei bem disso, Carolina - mordiscou minha orelha, sussurrando - estou contando os dias para te comer em sua despedida de solteira - sua mão sobe mais o tecido do vestido, os dedos enroscando na calcinha e abaixando-a devagar. Deslizando a peça, se ajoelhando para retirá-la do domínios das minhas pernas e guardando dentro do terno, voltando a beijar minha boca - e te roubar no altar e do Matteo no dia do casamento.
- Não pode - empurro-o um pouco para mostrar a aliança em minha mão. E o italiano simplesmente segurou-a, chupando meu dedo anelar, retirando a aliança com os dentes e cuspindo-a no chão. Meu corpo se incendiou todo quando me puxou com urgência para seu colo, me erguendo do chão e me levando para cima da mesa retangular no centro da sala - Luigi, a porta - não que eu me importasse com a minha reputação, estava todos sabendo na empresa do meu relacionamento antigo com o italiano mas seria bom não ser interrompidos ou pegos no flagra por Cassandra. E se eu não me engano, teria uma reunião aqui nessa sala... nem concluo o pensamento e um funcionário abre a porta.
Luigi vai direto em sua direção, expulsando-o e avisando que a sala estaria ocupada por um bom tempo. Ameaçando o pobre estagiário de demissão caso deixasse alguém bater á porta.
Vê-lo abusando do poder de filho da dona, tão irritado e apressando em ficar sozinho comigo me dazia esquecer do fato de que ele me atacou minutos antes. Por um instante estávamos brigando e em outro estávamos nos pegando dentro da sala de reunião, isso me dava boas lembranças da Itália quando resolviamos todos os problemas e dúvidas na cama. Deixando nossos corpos falarem e se completarem da maneira mais saborosa.
- Abusando do poder de filho da dona? - sorrio quando ele fecha a porta, vindo na minha direção.
Meu corpo apenas reage ao seu olhar faminto, pousando os pés na beira da mesa e abrindo as pernas, deixando que o tecido se agrupasse em meu quadril revelando a nudez e a situação decadente que me encontrava. Luigi passou a língua pelos lábios.
- De algo esse título precisa me servir - chegando perto o suficiente para se ajoelhar, o italiano agarrou minhas coxas tranzendo meu centro para sua boca, beijando toda a parte interna quente das minhas coxas.
Ofegava ansiosa sempre que seus lábios chegavam mais perto, até que terminando com meu sofrimento, Luigi abocanhou minha boceta. Sua boca sugando com vigor o epicentro de todo meu prazer, lambendo a entrada molhada, se servindo completamente de mim.
Abandonei qualquer resistência, se ainda existia alguma neste momento, me entregando e arqueando as costas sobre a mesa, bagunçando meu próprio cabelo, ensandecida. As pernas estremeceram, a pele arrepiou sendo tocada pelo delicioso orgasmo.
Sem ao menos me esperar recuperar o fôlego, Luigi me puxou pela nuca, invadindo minha boca urgente. Adorava sentir meu gosto em sua língua, a impaciência misturada a cobiça descrita em cada pegada em minha bunda. A forma como se deliciava quando me privava da respiração durante o beijo, me sufocando com seu amor.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Grávida de um mafioso
Continuação...
Onde está a continuação?...
Estou entrando em colapso preciso dos outros capítulos, só esse site é de graça 🥺...
Continua por favor,desde ontem que não saio do site só esperando o capítulo 190...
Preciso da continuação...