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Grávida de um mafioso romance Capítulo 226

- O que pensa que está fazendo, sua vagabunda! - Russo retira do bolso interno do terno um revólver e o aponta para Cassandra. Os demais convidados se abaixam em proteção.

Continuo escondido detrás da coluna, o que me favorece. Aponto para a arma na mão do maldito e atiro, a arma voa para longe e ele sacode a mão como se tivesse a queimado em algo. Apesar da minha enorme vontade de que a bala errasse a arma em sua mão e adentrasse seu crânio, Cassandra me mataria por não ter sua vingança completa como planejou.

- Matteo, prossiga, por favor - Cassandra pede e saio do ponto cego ganhando um olhar fulminante de Russo. Vou em sua direção com a arma apontada para sua cabeça e o conduzo até uma cadeira recém colocada na frente do palco. A contragosto, senta-se e olha atento quando dois garçons trazem uma mesa de rodinha coberta por uma toalha marfim, deixando na lateral direita do palco. A loira se conduz até a mesa e retira a toalha, revelando diversos objetos que causariam certo dano e outros que decepariam membros sem esforço algum. Os olhos de Russo saltam das órbitas quando verificam um serrote japonês e um chicote com bolas de aço na ponta nas mãos de Cassandra - Não se preocupe, não sou eu quem irá escolher - ela faz um sinal para que me afaste.

- Cassandra, seja lá o que pretende fazer com esse crápula, não temos nada com isso e também não diremos nada para a polícia - uma mulher usando um vestido preto longo tipo sereia com pérolas grandes no pescoço, se manifestou. Apesar da maquiagem pesada e as longas sessões de botox, sua aparência transparecia sua idade pouco avançada. Ganhando o apoio de alguns convidados que estavam nas primeiras mesas, continuou a barganhar - todos concordamos em não ser testemunhas de absolutamente nada. E creio que você não queira estar nas nossas mãos e nem dos seus funcionários, estou errada?

- Primeiramente, vocês que estam na minha mão. Se eu decidir que quero todos sentados apreciando o show, vocês vão ficar e assistir sentados até que eu determine o fim - Cassandra explica fria e calmamente, como uma aranha tecendo sua teia para que a armadilha esteja pronta - Segundamente, que funcionários? - a mulher morena olha ao redor percebendo somente agora que nenhum funcionário da Montero constava no salão. Ítalo e Melissa foram encarregados pela sua chefe de uma atividade bem longe do shopping, Luigi tinha levado Carolina e os garçons eram homens disfarçados, ou seja, mesmo que se recusarem a assistir seriam obrigados a ouvir, ninguém sairia sem o consentimento de Cassandra - Não deveria ter tanta confiança em fatos infundados, Beatrice. Imagina se espalho boatos sobre sua suposta fortuna, supunhando que seja a reencarnação da viuva negra matando maridos e ficando com a fortuna deles - os olhos azuis de Cassandra viajam até o velho sentado á mesa, provavelmente seu último marido - se eu fosse você, deveria ter mais cuidado - o velho olha para a taça de champanhe proxima e a afasta. A cena me faz sorrir, ele deveria está ciente que sua esposa envenenara os últimos maridos.

- Fiquem à vontade - Cassandra se vira para os empregado de Russo, ignorando os convidados e avaliando quando os cinco funcionários escolhem um objeto. As três mulheres escolheram um chicote, um taco de beisebol e um ferro de passar quente, um dos homens prefere á moda antiga e não escolhe nada e o outro escolhe um canivete. A loira fazia questão de que não tivessem objetos que levassem ao óbito do maldito, esse prazer ninguem lhe tiraria - senhoras e senhores, o que verão a seguir é algo cru, um sentimento vingativo de grande satisfação. Será duro, brutal e para os fracos traumatizante.

Casssandra se afasta para a primeira mulher aterrizar com força o chicote nas costas de Russo, ele grita e xinga porém ela não para, vai para sua frente olhando nos seus olhos e chicoteando sem piedade seu corpo até rasgos em suas roupas aparecerem e a pele cortada manchaá-las de sangue. A segunda mulher chega gritando e dando uma tacada na cabeça de Russo, outra em sua caixa torácica e quando cai no chão prostrado, não conto quantas vezes o acerta nas costas. Provavelmente causou um estrago bonito em algumas costelas, meus homens se aproximam para levantar Russo e o colocar sentado novamente na cadeira. A terceira mulher com o ferro de passar o segura firme contra o rosto de Russo que tenta se levantar, porém meus homens o mantém sentado recebendo seu merecido castigo. A mulher é vagarosa com o ferro em sua mão, causando várias queimaduras nas partes visíveis e não visível do corpo do maldito, era como se ela quisesse refazer o que o próprio fez com ela no passado.

O homem com o canivete era o antepenúltimo, furou com fúria vários cantos o corpo de Russo, alguns furos nas coxas, alguns furos nos braços e vários furos nas costas, o terno estava maltrapilho e encharcado de sangue. O penúltimo funcionário que não escolhera nenhum objeto se posicionou na frete do seu antigo "chefe" proferindo vários golpes em cima dos recém machucados e incontáveis socos até que seu nariz estivesse sangrando o suficiente e os olhos fundos e arroxeados.

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