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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 107

Adam

Ao olhar minha fêmea sobre aquela cama, lindamente nua, seus cabelos vermelhos estavam espalhados, formando uma linda moldura ao redor do seu rosto delicado. Os seios fartos, e o ventre que já não estava mais plano como antes, uma pequena ondulação se formando alí. Ainda sim. Perfeita.

O maldito Atenor é um sortudo: ter a fadinha pequena e delicada, e a minha fêmea em uma só cama deve ser uma visão do céu.

— Sente.— Cheguei perto da cama, com meu pau absolutamente pronto pra ela. Ela entendeu e se sentou a beira da cama e começou a trabalhar sua boca em mim com dedicação.

Segurei seus cabelos sedosos para não atrapalhar seu desempenho em me dar prazer. E ela fazisso com maestria, a diabinha me faz soltar um gemido rouco. Seus olhos me hipnotizavam.

— Engula tudo. Até a última gota.— Ordenei, quando cheguei ao meu limite.

As mãos dela se moviam com frenesi pelo meu corpo.

— Vadia, você deu essa b*ceta a outro— ela enrijeceu.— Deixou outro te tocar.

A imagem dela sendo comida por outro deveria me irritar, e irritou. Ao mesmo tempo deixou meu pau duro de novo. Algo primitivo foi ativado em mim.

Dei um tapa em cada seio dela. Ouvindo seu gemido surpreso.

A ideia era apenas puni-la, mas vê-la ali, ofegante, com minha essência nos lábios, era uma visão difícil de ignorar.

Abaixei-me diante dela e beijei seus seios, depois suguei como um filhote esfomeado . Seus gemidos aumentavam. Minhas mãos a mantinham presa em meu abraço.

Faço um caminho e desço até suas coxas e mordo, ejetando o líquido viscoso e amargo que pinga das minhas presas em um lado interno e macio de sua coxa. Ficará marcada como uma tatuagem, assim como a marca do pescoço.

Ela grita, seu corpo tremendo em antecipação. Suas pupilas dilatadas, como uma drogada a espera de sua próxima dose. Assim faminta como eu.

**Eliz

A masculinidade dele na hora de me dominar era precisa e intensa. Minha loba, Nara, uivava a cada comando, e agora esperava ansiosa sua punição.

Ele empurra meu corpo pra cair na cama enquanto sua boca achou um novo lugar para me torturar meu feiche de nervos. Enquanto ele suga meu monte com pequenas sugadas, suas mãos vagueiam entre um seio e outro. O suor escorre por minhas testa, meu corpo todo suado de prazer, ele se levanta e vejo seu membro pulsante cheio de veias, com sua glande pingando. Desejo estampa seu rosto perfeito.

Ele encaixa e enfia em uma estocada rápida. O som de nossos corpos úmidos se chocando no quarto me excitando ainda mais.

— Você é uma puta, gostosa do caralho.

Capítulo 107 instinto e domínio 1

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