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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 237

Artemísia

Felipe se afastou um pouco, permitindo que eu respirasse. Ainda assim, eu podia sentir, através da roupa, seus músculos tensos.Entreguei-me ao calor do momento. Deixaria que ele pegasse o que precisava.

Sua mão subiu até meu pescoço, segurando firme, enquanto sua boca passeava pela minha mandíbula e descia pela curva do meu pescoço, deixando pequenas mordidas pelo caminho.

— Está fazendo seus exercícios?

Balancei a cabeça, confirmando.

— Mal posso esperar para ouvir seus gritos de prazer, carinho — sussurrou em meu ouvido.

De repente, senti-me sendo levantada e sentada sobre a mesa. Os questionários se espalharam para todos os lados.

Ele deslizou as mãos por baixo do meu vestido e puxou minha calcinha com cuidado. Seus dedos roçaram minha pele, provocando pequenos choques que eu jamais havia sentido antes. A surpresa fez a adrenalina correr pelo meu corpo.

Felipe se aproximou novamente, roubando meu fôlego. Meu corpo tremia de ansiedade para tê-lo dentro de mim.

Suas mãos acariciaram meus seios por cima do vestido. Em seguida, ele levou as mãos às minhas costas e abaixou o zíper. Puxou o tecido para baixo, fazendo o mesmo com meu soutien, expondo meus mamilos sensíveis, que logo passaram a ser sugados por sua boca.

Ajudei-o a abrir o cinto e a abaixar as calças. Felipe me observava com um olhar determinado.

— Não vai me pedir para não penetrá-la hoje, carinho?

— Não… hoje não.

Eu sentia uma necessidade desesperada de tê-lo dentro de mim.

— Muito bom, carinho…

Felipe passou os dedos por minha entrada, verificando. Logo introduziu dois dedos, tocando o ponto mais sensível.

— Felipe…

— O quê? Está gostando?

— Estou sentindo algo diferente…

— Porra… sempre tão apertada…tão gostosa.

Meus joelhos tremeram quando um clímax arrebatador me atingiu.

Ele abriu mais minhas pernas e se acomodou entre elas, dando uma estocada firme que fez seu corpo bater contra o meu. Gritei seu nome, surpresa com a entrada repentina.

A dor foi leve. O prazer, intenso.

Ele me empurrou para trás, ainda segurando meu pescoço. Fiquei com os braços apoiados na mesa, sustentando meu corpo, enquanto meus seios ficavam empinados, balançando a cada investida.

Eu lutava para manter a força nos braços. Seus grunhidos de prazer me levavam a outro clímax… e me preparavam para mais um.

Quando exatamente eu tinha ficado viciada em Felipe?

**Aquiles**

Eu podia sentir Liliane me observando.

Ela tentava farejar meu cheiro o mais de perto possível, quase colando o nariz em mim. Eu sabia qual era sua dúvida; e jamais deixaria que minha fêmea pensasse que eu tinha me deitado com outra.

Fingi não perceber sua aproximação curiosa.

— Bom dia, Liliane.

Seu rosto corou violentamente.

— Bom dia… Eu deixei cair um brinco por aqui. Você não viu?

Observei suas orelhas. Ela estava usando os dois.

— Não, não vi.

Meu lobo se sentia satisfeito com seu ciúme.

— Humm…

Abracei-a de repente, permitindo que ela sentisse bem meu cheiro. Nenhuma fêmea havia chegado a menos de um metro de mim na noite anterior.

Adrian tinha rido, mas se escondeu junto com Gustavo e Felipe no meu reservado.

— Achei que estava chateado comigo…

— Eu estou. Não gosto da ideia de ser usado. Mas também não quero que você pense que tive alguma fêmea por aí e resolva revidar. Não quero nem de brincadeira outro macho perto de você.

Meu tom saiu mais áspero do que imaginei, porque senti seu corpo estremecer.

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