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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 256

Aquiles

— Safada...

Essa loba vai me deixar louco. Tento ir devagar, mas isso não a deixa satisfeita. Ela devora meu corpo com o olhar, e meus olhos permanecem presos em suas reações. Meu lobo se agita ferozmente. Ela passa de delicada a provocadora em um instante.

— Eu te quero dentro de mim... — sussurra com a voz doce, impregnada de desejo.

Entro nela de uma só vez, fazendo-a arfar. Avanço com fome selvagem, incapaz de resistir. Mordisco seus seios macios, enquanto ela arranha minhas costas com força, respondendo com desejo e me levando a um ritmo mais selvagem.

— Isso... — ela fala entre dentes.

— Você não tem juízo, ômega, me tentando assim... — rosno em seu ouvido.

Ela me envolve entre as pernas. Puxo-a com firmeza, fazendo-a sentar em meu colo. Nossos olhares se encontram. Conduzo o ritmo mais agressivo e urgente, levantando e abaixando seu corpo, enquanto ela puxa meu cabelo e deixa beijos molhados em meu pescoço.

Seus seios balançam diante de mim. Chupo cada um deles com urgência.

Encharcada, quente, apertada… perfeita para mim.

Ela me envolve com força, atingida por um orgasmo intenso que a deixa trêmula. Seus líquidos me encharcam.

— Isso, coração...

Ela se curva de quatro à minha frente, fraquejando. Dou um tapa firme, colorindo sua bunda linda de vermelho e despertando ainda mais seu prazer. A penetro novamente com brutalidade, porque já percebi que é assim que ela gosta.

Ela vira o rosto para me olhar. Sinto quando está à beira de outro orgasmo e paro dentro dela, massageando seu clitóris com maestria.

— Empina mais essa bunda.

Ela obedece. Me enfio até o fundo, deixando meu nó inchar dentro dela. Escuto seu choramingo e logo sinto o aperto de seus músculos internos, o que me deixa ainda mais preso a ela. Me pego gemendo, louco, descontrolado.

Virei um viciado na sua boceta.

— Eu não aguento mais... — ela diz quando meu nó desincha, nos soltando.

Passo as mãos espalmadas em seus seios perfeitos.

— Aguenta só mais um pouquinho, coração. Vou lento dessa vez.

— Você consegue isso?

— Aprenderei agora com você.

Ela se encaixa de conchinha, e eu a penetro por trás, passeando a mão pelos seus seios e beijando-a delicadamente.

— Amor... eu acho que não aguento...

Meu coração acelera ao ouvi-la me chamar de amor pela primeira vez.

— Deixa vir... relaxa.

Sinto cada músculo seu se contrair. Beijo-a lentamente e me deixo dominar por outro orgasmo junto com ela.

Seu corpo amolece. Quando adormece em meus braços, me sinto completo. Em paz, como nunca estive em minha vida.

Artemísia

Escuto o som das mensagens chegando insistentemente.

— Onde diabos você enfiou a Lucila?

Mal li a primeira.

— Ela está estudando, vô. Escolheu um curso diferente.

— Artemísia, deixa de brincadeira. Onde ela está?

— Sinto muito. Como luna, meu dever é proteger as fêmeas de Garras de Gelo, então não vou te contar. Ela voltará quando completar dezoito anos. Se quiser... também não vou obrigá-la. Divirta-se com a fêmea que estava na boate de Adrian.

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