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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 268

Artemísia

O brilho do lobo no olhar do Beta me surpreendeu. Ao que parecia, as águas não estavam tão calmas sob a superfície quanto aparentavam. Ele não me tocou — passou direto para o quarto —, ainda assim, seu calor me alcançou.

Quando abri a porta, Felipe já tirava a camisa. Meus olhos se abriram, observando cada detalhe sem pudor algum. Seu corpo era bonito de um jeito que sempre fazia minha intimidade doer de necessidade por tê-lo.

Bonito tanto quanto qualquer Alfa. Melhor. Mais perigoso que muitos deles. Seus traços esculpidos, o cabelo revolto caindo sobre a testa, a maçã do rosto marcada, o maxilar firme e os lábios cheios continuavam me chamando de um jeito impossível de ignorar. Sua autoridade natural era inegável. Nenhum dos Alfas de Garras de Gelo havia questionado suas ordens em momento algum. Até Aquiles, que não costumava respeitar ninguém, havia se transformado em seu amigo.

Ele já havia tirado a calça e agora removia a boxer. Seu corpo musculoso, com linhas elegantes, fazia nascer em mim a necessidade de tocá-lo. Aproximei-me, toquei com as pontas dos dedos trêmulos e comecei a delinear as linhas de seu abdômen.

— Só conferindo… você está completamente curada? — ele perguntou, sério.

— Sim… — respondi, sustentando seu olhar.

Suas mãos passaram bruscamente pela minha cintura, arrancando um suspiro quando meu corpo encontrou o dele.

Nossos lábios se encontraram com ferocidade, desejo e posse. Sua língua pediu passagem, explorando cada canto, enquanto seus dentes mordiam meu lábio inferior. Suas mãos nas minhas costas me puxavam para ele, como se quisesse fundir nossos corpos em um só.

Sentia o ronronar da minha loba vibrando em meu peito, entregue ao prazer. Minhas mãos se agarraram à sua nuca. Desci pelos ombros, puxando-o ainda mais para perto, necessitada de cada toque. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, de cima a baixo, fazendo meu corpo arrepiar a cada centímetro.

Felipe desceu lentamente pela minha mandíbula, enquanto sua perna abria a minha. Começou a tirar minha blusa numa tortura lenta, dando atenção aos meus seios como se quisesse devorá-los. Meu corpo respondeu, explodindo em desejo, mesmo ainda vestindo apenas as roupas íntimas.

A trilha de beijos em meu ventre fez meu peito aquecer. Aquilo agora tinha uma sensação diferente. Felipe desceu minha calça e, logo depois, minha calcinha. Ajudei com o movimento do corpo.

Ficamos olhando um para o outro em silêncio por um momento. Seu olhar me prendia. Esse macho sabia como puxar cada corda minha perfeitamente.

Ele passou os dedos pela marca em meu pescoço, provocando um arrepio delicioso. Em seguida, abaixou-se e roçou os dentes de guerra sobre ela novamente, fazendo meus joelhos amolecerem. Ele me sustentou em seus braços.

— Minha. — O som vibrando perto da marca reverberou por todo o meu corpo.

— Diga, Artemísia. Eu preciso ouvir. — Seu tom não era uma súplica. Estava mais para uma ordem. Ainda assim, não me ofendeu. Pelo contrário, minha loba se encheu de orgulho.

— Sua… sou sua, Felipe.

Suas mãos desceram, encontrando minha intimidade. Seus dedos massagearam meu clitóris, fazendo meu corpo arquear com a liberação da tensão.

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