Entrar Via

Marcada pelo meu chefe Alfa romance Capítulo 59

Caroline Hart

Me levantei mais cedo do que de costume.

Hoje era a primeira ultrassom do bebê;

Eu estava em um misto de ansiedade, curiosidade, vontade de saber se ele ou ela estava bem. Meu coração batia conforme cada passo que eu dava.

Por mais que minha vida estivesse totalmente incerta agora, uma vida dependia de mim.

Mas antes eu precisava fazer algo.

Peguei meu celular, e disquei para Magie. Fazia alguns dias que não nos falávamos, eu sabia que sua vida era corrida, então não ligava muito.

Ela atendeu prontamente em um toque.

"Alô?"

"Magie…" minha voz saiu mais suave do que eu esperava.

"Carol! Que saudade! Está tudo bem?" A preocupação imediata dela me aqueceu o peito.

Sorri, mesmo que ela não pudesse ver.

"Mais ou menos… Eu… Magie,preciso falar algo, mas eu não sei qual será a sua reação."

"Meu Deus Hart, seja o que for, diga logo."

"Eu… estou grávida."

O silêncio do outro lado durou segundos que pareceram eternos.

"O quê?! GRÁVIDA?" Ela praticamente gritou do outro lado da linha. "Meu Deus! C-com quem?!"

Olhei para a janela do quarto, onde a luz da manhã filtrava pelas cortinas. Respirei fundo.

"Do meu chefe…"

Só de dizer isso em voz alta senti o peso do absurdo.

Magie ficou muda, depois soltou uma risada nervosa.

"Caroline Hart… você literalmente está vivendo um romance de novela mexicana, mulher!"

"Não é tão simples assim…" sussurrei.

"Quando é, né?" Ela suspirou, depois completou: "Mas me promete que vai cuidar de você?"

"Prometo. E preciso que você prometa, que Zion não saberá disso, pois ele pode usar contra mim. Nem meu padrasto ok? Somente quando eu estiver pronta para contar."

Desliguei e me sentei na beirada da cama, passando a mão pela barriga ainda discreta. Grávida do meu chefe. De um Alfa. A que ponto minha vida chegou?

Era tudo complexo.

Ouvi o som do motor lá fora e levantei. Damon.

Abri a porta e lá estava ele, encostado no carro, com aquele olhar sério de sempre. Não disse nada, só abriu a porta para mim. Entrei e ele deu a volta, assumindo o volante.

"Tá tudo bem?" ele perguntou, os olhos rápidos na estrada.

"Mais ou menos…" respondi, olhando pela janela, tentando não pensar demais.

O caminho até a clínica foi silencioso, mas não era aquele silêncio pesado, e sim algo… confortável. Como se as palavras não fossem tão necessárias assim.

Quando chegamos, Damon parou o carro e saiu antes mesmo de eu tocar na maçaneta. Ele abriu a porta para mim, como sempre fazia, e colocou a mão nas minhas costas, me guiando até a recepção.

"Hart?" a recepcionista chamou.

Eu me levantei, respirei fundo e segurei a mão de Damon. Ele não resistiu ao gesto, apenas me acompanhou até a sala.

Deitei na maca e levantei a blusa. O gel frio me fez estremecer, mas quando o som do batimento surgiu… meu coração parou.

Damon se inclinou, os olhos arregalados.

59. Mensagem anônima 1

59. Mensagem anônima 2

59. Mensagem anônima 3

Verify captcha to read the content.VERIFYCAPTCHA_LABEL

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Marcada pelo meu chefe Alfa