POV: Massimo
O ar no quarto estava denso, carregado com a eletricidade que sempre surgia quando estávamos sozinhos. Chiara não era apenas uma mulher bonita; ela era um furacão que desestabilizava cada uma das minhas defesas. Quando ela me puxou para aquele beijo, não houve gentileza. Suas mãos agarraram minha nuca e seus dentes cravaram no meu lábio inferior com uma força que me arrancou um rosnado. Ela gostava de me marcar, de sentir que podia me causar dor no meio de tanto prazer. Na noite anterior, entre suspiros, ela confessara que não conseguia se controlar perto de mim. E, sinceramente, eu também não.
Afastei-me apenas o suficiente para alcançar o fecho do seu sutiã. Com um movimento ágil, a renda se soltou e os seios dela saltaram para fora, balançando levemente com a sua respiração acelerada. Eram perfeitos: grandes, firmes, com mamilos de um rosa discreto que se destacavam na pele bronzeada. A visão do seu corpo cheio de curvas era o suficiente para enlouquecer qualquer homem, mas para mim, era a promessa de uma posse absoluta.
Desci com a boca até eles. Comecei pela base, beijando o contorno macio enquanto subia em espiral. O cheiro da pele dela era doce, uma mistura de baunilha e desejo que me deixava embriagado. Senti meu pau pulsar contra o tecido da calça, tentando rasgar o caminho para fora. Quando cheguei ao mamilo, dei um beijo casto, seguido por outro mais profundo. Chiara soltou um arfar pesado, suas mãos enterrando-se nos meus cabelos. Mordi levemente o bico do seu seio, e ela soltou um gemido baixo, puxando minha cabeça para cima para que nossas bocas se encontrassem novamente.
Agora ela estava em chamas. O beijo era faminto, desordenado. Seus dedos voaram para os botões da minha camisa, abrindo-os com uma pressa que me excitava. Assim que a peça foi descartada, ela me abraçou com força. Eu adorava a sensação da pele dela contra a minha, o calor dos seus seios roçando meu peito. Durante o beijo, ela não perdeu tempo e começou a abrir o zíper da minha calça. Com um empurrão decidido, ela me fez deitar na cama e subiu sobre mim, como uma rainha reivindicando seu trono.
Sua boca desgrudou da minha, mas eu a puxei de volta, querendo mais daquele gosto. Quando finalmente a soltei, Chiara livrou-me da calça, deixando-me apenas de cueca branca. O volume do meu pau estava escandalosamente marcado no tecido; dava para ver cada contorno, o desenho da cabeça pressionando o pano. Ela jogou minha calça no chão com um descaso delicioso e começou a tirar o próprio vestido. Por baixo, ela usava uma calcinha preta de renda transparente que não escondia nada da sua feminilidade.
Ela posicionou-se sobre mim, arrumando meu pau com a mão para que ficasse alinhado à sua entrada. Quando sentou, sua boceta foi dividida pela minha ereção ainda contida pelo tecido. Ela começou a cavalgar lentamente, e o calor que emanava dela fez meu pau pulsar ainda mais forte. Notei que a cueca branca começava a ficar manchada com o líquido pré-ejaculatória que eu soltava. Sentir o clitóris dela pressionado contra mim através da renda era uma tortura maravilhosa.
— Tira a calcinha — ordenei, com a voz falhando, a respiração curta.
Chiara apenas sorriu, aquele sorriso travesso que dizia que ela sabia exatamente o poder que tinha sobre mim. Ela saiu de cima, deslizou a renda pelas pernas e eu fiz o mesmo com a minha cueca. Quando ela voltou a sentar, agora sem barreiras, a sensação foi avassaladora. Sua boceta era linda, totalmente depilada e extremamente macia. Ao encostar no meu pau, senti o quanto ela estava molhada. Ela começou a se esfregar em mim, lubrificando toda a extensão da minha ereção com o seu próprio desejo.

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