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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 95

POV: Massimo

O som do trinco da porta ecoou pelo escritório como o disparo de uma arma. Mal a chave girou, o ar entre nós, que já estava saturado de eletricidade, simplesmente entrou em combustão. Chiara não hesitou; ela se lançou contra mim com uma urgência que espelhava a minha própria fome. Suas mãos subiram pelas minhas costas, os dedos cravando-se no tecido do meu terno antes de encontrarem a carne por baixo, arranhando-me em um convite silencioso que provocava ondas de um prazer primitivo e bruto.

O cheiro dela — aquele perfume viciante misturado ao calor da dança — invadiu minhas narinas, nublando qualquer resquício de racionalidade que eu ainda tentasse manter. Eu a queria com uma possessividade que doía. Minha mão trilhou um caminho impaciente da sua cintura até o quadril, descansando na redondeza firme da sua bunda, apertando-a contra mim para que ela sentisse o quanto eu estava pronto para tomá-la. O tesão rugia dentro de mim como um animal enjaulado que finalmente via a porta aberta.

Eu devorava sua boca, uma doçura de mel que contrastava com a violência do meu desejo. Minha luxúria atingiu um novo patamar quando sua língua procurou a minha, entrelaçando-se, provocando. Nos separamos por um breve segundo, apenas o suficiente para respirar, e ela abriu os olhos. O brilho que vi ali não era de hesitação, mas de puro desejo.

Sua respiração estava entrecortada. Ver seus lábios inchados, vermelhos e úmidos por causa dos meus beijos fez meu corpo reagir com uma descarga de adrenalina. Chiara era deliciosamente sensual. O seu corpo curvilinel me deixa louco de tesão por ela. Enrosquei meus dedos em seu cabelo, puxando levemente para inclinar sua cabeça para trás, expondo a linha do seu pescoço. Não tive piedade. Mordi e suguei a carne macia ali, marcando-a, reivindicando-a. Eu queria que, amanhã, todos soubessem a quem ela pertencia.

Desci meus lábios pelo decote generoso do vestido de cristais. Com os dentes, afastei o tecido fino e frio que cobria um de seus seios. O mamilo já estava duro, implorando por atenção. Eu o lambi, circulando-o com a língua antes de sugá-lo com força, ouvindo o primeiro de muitos gemidos profundos que escapariam de sua garganta naquela noite.

Sem interromper o contato, peguei Chiara no colo. Segurei-a firme pela bunda e, com um movimento brusco do braço, varri tudo o que estava em cima da minha mesa de carvalho. Ouvi o som de papéis voando e canetas atingindo o chão, mas meu foco era apenas o tampo de madeira onde a sentei. Meus dedos já cavavam o tecido da calcinha dela, buscando o caminho para o que realmente importava.

Entre beijos famintos e mordidas no ombro, comecei a acariciar a fenda dela por cima da renda. O material estava completamente encharcado, colado à sua pele pela umidade que ela produzia apenas por estar perto de mim. Eu empurrei o tecido contra o seu clitóris, sentindo-a engasgar contra a minha boca em um suspiro de choque e prazer. Minha língua deslizava dentro da sua boca repetidamente, enquanto um ronco baixo e profundo vibrava no meu peito. Por fim, meus dedos impacientes afastaram a lingerie para o lado.

Quando minha pele finalmente tocou a dela, ela estremeceu violentamente. Chiara estava encharcada. Minha mão deslizou sobre seu sexo, encontrando o clitóris. Ela suspirou meu nome contra meus lábios e, quando inseri dois dedos lentamente em seu canal, ela se contraiu ao redor deles com uma força que quase me fez perder o controle ali mesmo.

— Tão apertadinha, minha gostosa — rosnei, observando a expressão de entrega total em seu rosto.

Comecei a bombear, primeiro de forma rítmica, depois mais fundo, explorando cada centímetro quente e melado. O desejo que ela me despertava era avassalador, algo que eu nunca senti por nenhuma das mulheres que passaram pela minha cama. Chiara se entregava de uma forma que me deixava louco. Ela agarrou meus ombros, as unhas cravando-se na minha pele, trazendo-me para mais perto, querendo mais. Ela tremia em meus braços, rebolando contra meus dedos, incentivando-me a ir além.

— É isso — ronronei em aprovação, sentindo as paredes dela pulsarem ao redor dos meus dedos. — Você está tão perto de gozar, não é, Chiara?

Ela gemeu em resposta, um som de pura luxúria. Eu a levantei da mesa, colocando-a de pé na minha frente, mas minhas mãos não a soltaram. Meus olhos desceram pelo vestido que agora estava todo desalinhado.

— Porra! Depois vamos falar seriamente sobre esse tamanho de vestido que você está usando — rosnei, a proteção e o ciúme voltando à tona.

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