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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 117

POV/ ADRIAN

Ela começou a se mover, e o contato da boca dela, o calor, a pressão... foi como se mil volts de eletricidade atravessassem minha espinha.

— Meu Deus, Clara... — eu gemi de novo, fechando os olhos com força, sentindo minha cabeça bater contra o travesseiro.

Minhas mãos buscaram os lençóis, apertando o tecido com força para não agarrar o cabelo dela e mudar o ritmo. Eu queria que ela continuasse, mas a sensação era tão intensa, tão direta, que eu senti que, se ela fizesse mais movimentos como esse, se apertasse apenas um pouco mais, eu iria explodir ali mesmo. O Imperador estava desmoronando. Eu estava à beira do abismo, e a queda nunca pareceu tão doce.

— Para... ou eu não vou aguentar... — eu sussurrei, a voz quebrada pela agonia do prazer puro.

Eu nunca tinha sentido isso. Nunca tinha sido tão sensível ao toque de alguém. Era a conexão, era o "eu te amo" que ainda flutuava entre nós. Eu era apenas um homem vulnerável, completamente à mercê da mulher que tinha roubado minha alma.

Eu não conseguia mais ficar apenas observando. A visão da Clara me dominando era inebriante, um feitiço do qual eu não queria escapar, mas eu precisava sentir cada centímetro daquela pele que me pertencia por direito de alma. Segurei sua cintura com firmeza e, num movimento contínuo, a puxei para cima de mim, girando nossos corpos no colchão até que eu estivesse sob ela, prendendo-a com o peso do meu desejo.

Minhas mãos tremiam com uma intensidade que beirava a insanidade. Ela era impecável. O bico dos seios estava rígido, reagindo ao contraste do ar gelado do quarto com o calor incendiário do meu olhar. Avancei com fome, envolvendo um deles com a boca, sugando com uma delicadeza que eu não sabia que possuía, enquanto minha mão livre explorava o contorno suave do seu pescoço e a curva perigosa do seu quadril.

— Adrian... — ela arqueou as costas, gemendo o meu nome enquanto enterrava os dedos nos meus cabelos, puxando-me para mais perto.

Eu a tratei como se estivesse manuseando a porcelana mais rara e cara do mundo. Comecei a descer o meu beijo pelo seu corpo, explorando cada relevo daquela paisagem de pele dourada. Beijei suas pequenas cicatrizes, cada marca que contava a história da mulher resiliente que ela havia se tornado, honrando cada batalha que ela sobreviveu até chegar aos meus braços. Apertei seus seios, beijei, mordisquei então ela pressionava a minha cabeça pedindo por mais. O gemido dela se tornou a minha música favorita.

Desci os lábios pela barriga, beijei o umbigo, a cintura até que meus lábios finalmente encontraram o elástico da calcinha.

Enfiei meus dedos com delicadeza pelas laterais e a tirei com cuidado, por um perna e depois pela outra. Quando a livrei daquela última peça de renda, o cheiro dela aquele mix inebriante de baunilha e puro desejo me atingiu em cheio, nublando meu raciocínio. Clara estava pronta para mim; um brilho líquido e translúcido refletia da sua excitação parecia refletir a luz baixa do quarto, denunciando sua entrega. Primeiro eu a dedilhei com cuidado, resistindo depois acariciei seu ponto inchado e sensível e depois levei aos meus dedos a boca e provei, abaixei minha cabeça e abrir as pernas dela com força, e beijei entre as coxas, virilha a fazendo arquear e gemer e com a língua eu mergulhei no seu centro para sentir o sabor dela. Explorei os lábios úmidos e quentes, sentindo que cada milímetro daquele paraíso era meu por direito. Encontrei o ponto mais sensível e pressionei a língua com firmeza, subindo o ritmo enquanto ouvia seus gemidos se transformarem em notas musicais desgovernadas que guiavam meus movimentos.

Ela pressionava a minha cabeça pedindo por mais enquanto sugava seu ponto sensível.

Enfiei um dedo, depois dois, sentindo o aperto casto, quente e pulsante que quase me fez perder o juízo. Massageei-a com uma precisão que só anos de experiência no submundo do prazer poderiam me dar. Eu não precisava de brinquedos; eu tinha minhas mãos, minha boca e uma conexão que transcendia o físico. Senti o ápice se aproximar quando o corpo dela estancou. Então veio o tremor, o choque elétrico que percorreu sua espinha e o líquido quente que banhou meus dedos. Ela tremeu violentamente em meus braços, e eu subi para beijar sua boca, colhendo seus suspiros de satisfação. Ela levou as mãos ao rosto tentando encontrar a sanidade. Ela molhou os lábios o que me fez beijá-la novamente. Ela mordeu meus lábios e eu mordi os dela. Minhas mãos continuaram entre suas pernas, com delicadeza enquanto a beijava.

— Está pronta para mim? — sussurrei contra seus lábios.

Eu precisava estar dentro dela. Precisava sentir o calor total do seu corpo acolhendo o meu. Eu precisava selar nossa união, alma com alma, de uma vez por todas.

Ela acenou com a cabeça positivamente, percebi lagrimas escorrendo de seus olhos.

— Você está bem? — perguntei beijando o topo de sua cabeça.

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