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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 337

POV / MATHEW

Abri o zíper da minha calça com pressa, libertando o meu pau que já estava completamente duro, uma barra de ferro rígida que latejava de tanto sangue acumulado. Segurei a Isadora pelo quadril, suspendendo o corpo magro dela de leve, alinhei a ponta do membro na entrada dela e cavei de uma vez só, descendo o peso dela contra o meu colo.

O impacto do encaixe perfeito fez a Isadora soltar um gemido agudo e rasgado que ecoou alto dentro do teto baixo do carro. As paredes internas dela me esmagaram com um aperto violento, sofrendo espasmos involuntários que quase me fizeram gozar no primeiro movimento. Ela jogou a cabeça para trás, os cachos loiros grudando no suor da testa, enquanto começava a cavalgar de forma rápida, subindo e descendo com o quadril num ritmo feroz.

O sexo ali dentro era abafado, cru e barulhento. O som molhado dos nossos corpos se chocando preenchia a cabine escura da SUV. Eu mantinha as minhas mãos grandes cravadas na cintura dela, ajudando a ditar aquele massacre gostoso, socando o meu pau para cima com toda a força do meu quadril, tocando o fundo do útero dela a cada estocada possessiva. O carro balançava de leve na penumbra do estacionamento, movido por um tesão violento que nos transformava em dois animais famintos.

Segurei os seios dela com as duas mãos, apertando a carne firme com força, sentindo os bicos rígidos raspando contra as palmas das minhas mãos enquanto a Isadora arqueava as costas. Minha boca desceu pelos ombros dela, cravando os dentes na pele macia, deixando marcas vermelhas da minha posse enquanto ela descontava mordendo o meu ombro com a mesma ferocidade. O calor ali dentro era sufocante, o suor correndo pelos nossos peitos colados.

Ali, sentindo o aperto doentio daquela boceta preferida me vermelhar por inteiro, eu soube que não existia mais volta. Eu tinha passado os últimos três anos tentando manter as rédeas da minha vida, mas a verdade é que eu já pertencia àquela mulher desde o primeiro contrato assinado.

O aperto da carne dela me esmagava de um jeito doentio. Subi e desci o quadril mais algumas vezes com brutalidade, ouvindo os gemidos agudos dela colados no meu ouvido. A Isadora travou as pernas compridas e magras ao redor da minha cintura, contraindo as paredes internas com tanta força que o meu cérebro quase derreteu. Senti a onda do orgasmo dela vir vindo, a carne dela contraindo com uma força absurda ao redor do meu membro, me sugando até o limite.

O prazer ficou insuportável nas minhas veias. Ela soltou um grito longo, o corpo inteiro tremendo no ápice do orgasmo, me sugando até a última gota. Não aguentei. Dei as últimas três estocadas brutas, afundando o meu pau até o talo, até que o meu corpo inteiro travou num espasmo violento. Descarreguei um jato quente e espesso de sêmen direto no fundo dela, travando os dentes enquanto gozava forte, sentindo o peito dela subir e descer na mesma velocidade que o meu.

Ficamos ali por vários minutos em silêncio absoluto, o ar condicionado desligado e os vidros completamente embaçados pela nossa fuleiragem, ouvindo apenas o som das nossas respirações voltando ao normal devagar. A Isadora continuava montada no meu colo, a cabeça deitada no meu pescoço, o cabelo loiro colado na pele úmida. O meu pau ainda continuava rígido dentro dela, sustentando o peso do seu quadril magro.

Passei a mão pelas costas dela, descendo até a bunda, sentindo a calmaria depois do terremoto. Uma paz esquisita e inédita se instalava no meu peito. Eu olhava para a penumbra, lembrando do anel guardado no cofre do meu apartamento. Cansei dos doze términos. Cansei do fantasma do Rocco ou de qualquer outro cara achando que tem espaço na vida dela. O jogo de gato e rato tinha terminado hoje, bem ali, no jardim da prefeitura. Eu ia prender aquela leoa marrenta na minha vida de uma vez por todas.

— Tenho uma coisa para te contar — falei, a voz ainda rouca, saindo arrastada perto do ouvido dela.

A Isadora mexeu a cabeça de leve, o nariz raspando na minha mandíbula antes de responder.

— Eu também tenho uma coisa para te contar.

— Você primeiro — sugeri, apertando de leve a cintura dela.

— No, fala você. O que é? — ela murmurou, a voz manhosa, mole de cansaço.

Eu não ia esperar mais nenhum segundo. No meio daquela bagunça de roupas jogadas e do cheiro de sexo que infestava o veículo, tateei o console pessoal até achar um pedaço de fio de cobre que os técnicos da TechGlobal tinham deixado ali depois de mexerem no painel da SUV. Puxei o metal fino, cortei um pedaço pequeno com os dentes e segurei a mão esquerda dela.

— O que você está fazendo, Mathew? — ela perguntou, erguendo a cabeça, os olhos verdes me encarando com desconfiança na penumbra.

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