Alice sente seu coração acelerar. Ele estava tão lindo, parado, olhando para ela, que ela não sabia o que fazer. Seus cabelos ainda estavam molhados do banho, e a toalha enrolada em seu corpo mostrava mais do que deveria. Zaid não diz nada, apenas observa seu corpo com o olhar, enquanto o perfume da fragrância do sabonete de flores permanece no ar. Ele a olhava com tanto desejo, lembrando-se do dia em que quase a teve.
— Eu... não sabia que já estava aqui — Alice diz, tímida.
— Acabei de chegar, e vejo que cheguei na hora certa.
— Hora certa para quê? — ela pergunta, levando a mão ao peito, como se estivesse se protegendo.
— Bom, venha. Deixe que eu seque seus cabelos.
— Não precisa, posso fazer isso.
— Venha logo, Ali! Não vou fazer nada que você não queira.
Ela caminha até a cama e se senta. Zaid pega o secador, liga e vai até ela, secando seus cabelos com muito cuidado. Alice sentia suas mãos com o toque suave. Ele secava com cuidado e, ao mesmo tempo, penteava os cabelos dela.
— Você parece que tem muita experiência com isso, Zaid.
— Kkk, você acha? Tento me esforçar para ser um bom marido, como minha mãe me ensinou.
Ele diz, e ela fica surpresa.
— Como o marido deve tratar a esposa aqui? — ela pergunta, curiosa.
Ele sorri, terminando de secar seus cabelos, e logo pega algo e se aproxima dela.
— Posso te mostrar como devemos cuidar de nossas esposas?
Ele diz, se abaixando e secando seus pés. Alice olhava aquele homem grande e forte ali, ajoelhado e pegando seus pés. Seus olhos negros e misteriosos tinham um brilho de perigo, mas ela gostava. Ela queria descobrir mais, queria que ele a tocasse mais.
— Vocês devem secar os pés das esposas?
Ele sorri, pegando o creme no móvel ao lado da cama e colocando-o em sua mão. Logo começa a massagear os pés dela, subindo suavemente para a coxa, deixando-a muito tímida.
Mas Alice gostava muito de sentir aquelas mãos fortes a tocando, massageando-a. Ele vai subindo, massageando suas coxas. Alice sente-se excitada, pois suas mãos subiam até em cima, quase em sua intimidade. Ela não manda que ele pare, e ele a puxa para a cama, fazendo-a deitar e relaxar, enquanto Zaid começa a massagear seus braços e pescoço. Ela fecha os olhos, deixando que ele a toque, permitindo que ele avançasse mais.
— Posso continuar mostrando o que fazemos com nossas esposas? — ele pergunta, sério.
Alice, ainda com os olhos fechados, balança a cabeça, permitindo tudo, permitindo que ele a tocasse. Ele já sabia quem ela realmente era e, se perdesse ali sua virgindade, não seria tão mal assim.
Ele sorri e continua passando creme e massageando suas coxas, subindo para a cintura. A toalha vai se abrindo, revelando seu corpo. Zaid se controla, admirando o quanto ela era perfeita.
Suas mãos sobem para a barriga até um de seus seios, massageando. Alice geme, sentindo o ardor entre suas pernas pelo desejo. As mãos quentes dele a tocando a deixam trêmula. O toque era prazeroso; ele a massageava com leveza.
— Você é perfeita, Ali — ele sussurra, enquanto desce uma de suas mãos para o meio de suas pernas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Mafioso Obcecado pela Faxineira