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Querido CEO, seu bebê quer te conhecer! romance Capítulo 112

O encanto que Alice sente passa em questão de segundos, quando se lembra do que ele fez e falou na Inglaterra. Então, ela ajeita a sua postura e o questiona.

— O que faz aqui? — Seu tom de voz não sai nada amigável.

— Vim trazer a sua comida, ora! Você não pediu? — ele pergunta, tentando se recompor também.

— Claro, eu pedi — responde Alice, ao notar que ele carrega uma bandeja.

— Demorei para trazer porque a minha mãe estava esperando que a sobremesa ficasse pronta — responde. — Ela separou tudo em pequenos pratos — se aproxima para entregar a bandeja à Alice.

— Obrigada — ela pega a bandeja e se afasta de Richard rapidamente.

— Se não gostar, pode me avisar que peço algo para você — comunica.

— Não se preocupe com isso, eu não sou chata com alimentos, gosto de comer de tudo — responde, destampando a bandeja e sentindo um cheiro maravilhoso.

— Todos ficaram notavelmente tristes porque você não quis estar lá — revela, fazendo com que Alice o encarasse por alguns segundos.

— E a Lily, como está? — ela pergunta, mudando de assunto.

— Ela está se divertindo com a minha mãe e os meus sobrinhos, filhos da Elis.

— Que bom — os olhos dela brilham, por saber que a filha está sendo tão bem tratada naquele lugar.

— A Elis os trouxe para te apresentar, crendo que você estaria lá.

— Acredito que poderei conhecer os primos da Lily em outra ocasião — expõe, querendo soar o mais distante o possível da família de Richard.

— Você quer alguma coisa a mais? — ele pergunta.

— Não, creio que tudo está perfeito aqui — diz, colocando a bandeja em cima da mesinha de madeira que há na varanda.

— Quer que eu te faça companhia? — questiona, transparecendo certa ansiedade.

— Muito obrigada, mas estou satisfeita com a presença da lua e não quero estragar essa noite linda. Pode voltar para a sua casa — responde, ignorando-o.

Mais uma vez a indiferença de Alice lhe acerta precisamente, de modo que não consegue ignorar a sua fala.

— Você se considera a vítima, não é? — Richard pergunta, fazendo com que ela volte novamente a observá-lo.

— É bom mesmo, Steve, ou juro por tudo o que há de mais sagrado que socarei a sua cara até a morte se disser alguma coisa.

— Você pode me esperar? — Corre atrás de Richard, que caminha apressadamente. — Para onde pensa que está indo? — pergunta.

Richard para de caminhar, ao se tocar de que não tem nenhum lugar em vista para ir.

— Eu não sei — confessa, abaixando o tom de voz. — Estou totalmente perdido e não consigo segurar as rédeas da minha vida. — vira-se para seu cunhado, que se sente mal por saber que Richard é um homem bom demais para estar passando por todos aqueles dilemas.

— Sei que você está se sentindo confuso, Richard, mas precisa voltar a pensar com a razão que sempre teve.

— Sei o que quero, mas não consigo chegar ao meu objetivo, entende?

— Entendo que está pensando assim, mas precisa se recompor e manter o equilíbrio, ainda mais agora.

— O que quer dizer com “ainda mais agora?”.

— A Madeline acabou de chegar aqui, e disse que quer conversar com você — confessa, prendendo toda a atenção de Richard.

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