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Querido CEO, seu bebê quer te conhecer! romance Capítulo 133

Pela manhã, Alice é convidada para tomar café na mansão da família Carter. Como é o seu último dia ali, decide aceitar.

— Creio que não conseguirei ficar muito tempo longe da minha neta, então por favor, Alice, não estranhe se eu chegar de repente na sua casa para te visitar — Meredite diz, enquanto está com a neta no colo.

— A senhora será sempre bem-vinda — responde Alice, sorrindo para Meredite que foi muito hospitaleira e educada com ela em todo o tempo que esteve ali.

— E eu, Alice? Vai me receber também? — Elis pergunta, sentindo ciúme da mãe.

— Nem precisa perguntar, Elis, não há palavras que possam retribuir tudo o que fez por mim nesses dias.

— Ai, cunhadinha… — declara, mas percebe que seus pais a encaram com o olhar confuso. — Gostei muito de você, espero te ver mais em breve do que o previsto.

— Eu também — sussurra, sem deixar que os pais de Richard percebam.

— Já providenciou uma babá para auxiliar a Alice, Richard? — Abraham pergunta.

— A Elis disse que conseguiu uma, mas a Alice precisa conhecê-la primeiro para saber se gosta dela — Richard anuncia.

— Recebi ótimas recomendações sobre ela, acredito que a Alice irá gostar — Elis diz.

— Eu espero, porque não vejo a hora de poder começar a trabalhar — Alice responde.

— O Richard me disse que você é uma ótima arquiteta, espero que se saia bem no seu novo emprego — Abraham diz.

— Muito obrigada, senhor.

Após o café, se despede de todos e sai dali com Richard em direção ao aeroporto. Mais uma vez, se surpreende quando há um jato particular aguardando.

— Tem um amigo meu que irá recebê-la em Nova York, ela irá levá-la para o seu apartamento.

— Como ele se chama?

— Cole Lewis, foi ele que me ajudou a encontrar um apartamento para você no mesmo edifício que o meu. Não se preocupe, ele é bem tranquilo, se precisar de alguma coisa enquanto eu não estiver, pode contar com ele.

— Certo.

Richard quer a abraçar, mas Alice pede que se contenha por ter outras pessoas ali por perto, então ele se limita a apenas abraçar Lily e a enchê-la de beijinhos.

— Vou sentir falta de vocês duas — sussurra.

Por mais que confiasse em Richard, sentia medo do que poderia acontecer até que tudo se resolvesse.

No avião, ela brinca com a filha no colo, esperando que tudo se resolva logo. Se sente ansiosa, porque sabe que naquela cidade iniciará a sua nova vida. Terá que se adaptar com tudo a sua volta.

Após quase oito horas de viagem, elas chegam a Nova York. Enquanto caminha com a filha no colo e carrega uma mala, avista um carro estacionado e um homem alto de pele bronzeada, com tatuagens expostas por conta da camisa de manga curta. Ele está olhando para ela.

— Olá, você é Cole Lewis? — pergunta, recebendo de volta um olhar de análise.

— Sim, você é a Alice Taylor?

— Isso mesmo.

— Uau! — ele diz, olhando-a da cabeça aos pés.

— O Richard disse que você me levaria para meu apartamento — responde, se sentindo um pouco constrangida.

— Claro, eu a levarei. Quer que eu te ajude com a bebê? — questiona.

— Não, muito obrigada.

Alice entra no carro com Lily, enquanto Cole coloca a sua mala no porta-malas. A sua bagagem é pouca porque todas as suas outras coisas foram enviadas antes para Nova York a pedido de Richard. Cole entra no carro, dá partida e dirige, revezando o olhar entre o caminho e o retrovisor.

— É a sua primeira vez em Nova York? — Cole questiona.

— Sim — responde, mas sem olhar para ele.

— Aposto que irá gostar daqui, mas se sentir saudades de casa, há um bar apenas para ingleses no Brooklyn.

Eles vão até o trigésimo sétimo andar e Cole a leva ao apartamento 220. Ele digita a senha e abre a porta, fazendo com que ela se surpreenda com o local.

— Meu Deus! — A boca de Alice está aberta com o que vê.

Ela entra no apartamento enorme e se depara com móveis luxuosos.

— O Richard disse querer tudo do bom e do melhor para a filha e para a mãe da filha, é claro — confessa. — Ele pediu que trabalhassem noite e dia para tudo ficar pronto.

— Não acho que precisava de tudo isso — declara.

O apartamento é grande, bem dividido, com móveis modernos e de alto padrão, além de uma vista privilegiada para o Central Park.

— Precisa de alguma coisa? — Cole questiona.

— Não, acredito que tudo esteja perfeito.

— Se for assim, eu já vou indo — diz, caminhando em direção à porta.

— Obrigada por tudo — responde, indo acompanhar o homem até a porta.

Cole sai, mas se vira antes que Alice feche a porta.

— Espera — pede, segurando a porta e impedindo que ela a feche. — Que tal você me dar o seu número? — sugere, deixando-a confusa. — É para o caso de precisar de algo, não se preocupe — sorri.

— Tudo bem — concorda. Alice informa o número de seu telefone e ele anota em seu aparelho celular.

— Vou te mandar uma mensagem para você salvar o meu número, se precisar de alguma coisa pode me ligar, não importa o horário, serei seu servo até que o Richard retorne. — confessa, lhe lançando um olhar sugestivo.

— Obrigada por tudo, Cole.

Ela fecha a porta e se senta no sofá. Pega o celular para mandar uma mensagem para Richard, mas se depara com a mensagem de Cole e resolve lê-la.

“Agora entendo porque o Richard ficou louco por você, afinal, qual homem não ficaria?”

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