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Querido CEO, seu bebê quer te conhecer! romance Capítulo 132

Richard fica paralisado, olhando para Madeline e querendo acabar com aquilo de vez. Ele a quer bem longe de sua vida o mais rápido possível. Mas sabia que ela jamais cumpriria com aquilo se ele fizesse novamente.

— Sua proposta é tentadora, não posso negar — toca o queixo dela, se aproximando lentamente de seu rosto. Madeline está crente que Richard irá beijá-la, mas ele aproxima a boca de seu ouvido e sussurra. — Porém, eu sei que se eu fizer com você o que pretendia fazer com Alice aqui, irá se apaixonar mais ainda ao ponto de não querer mais me deixar.

Ao dizer isso, se afasta e nota a expressão no rosto dela. Madeline está furiosa, que não consegue disfarçar a sua frustração.

— Seu canalha! — ela grita furiosa.

— Escuta, eu vou abrir a porta e te levar para a sua casa, está me ouvindo?

— Eu já disse que ficarei aqui! — insiste.

— Se não ir por bem, irá por mal. Não deixarei que fique aqui depois do que fez a Alice.

— Se não quer que isso aconteça novamente, a mande embora daqui. É ela que não deveria estar nesse lugar.

— Madeline, você me irrita de um jeito que não estou mais conseguindo me controlar com você — revela. — Quer que eu te leve a força? Ou faça um escândalo?

— Você não teria coragem, teria? — provoca.

— Não queira testar a minha paciência, como você mesma disse, eu não sou mais a pessoa que você conhecia, então pense muito bem antes de voltar a dirigir a palavra a Alice. Posso ter deixado passar dessa vez, mas não deixarei novamente, está me ouvindo? Estou sendo paciente demais com você, até mais do que mereça, só por conta dos anos que tivemos de amizade, mas fique sabendo de uma coisa, hoje o seu saldo positivo acabou, daqui para a frente eu não tolerarei mais nada vindo de você!

Richard caminha até a porta da adega e a destranca.

— Vá pegar as suas coisas, irei te levar para casa.

— Não vou ficar sozinha naquela casa, sendo que a sua mãe me deixou ficar aqui.

— Se ela souber o tipo de pessoa que está se tornando, a expulsará de casa.

— Não fale como se eu fosse a culpada de tudo, aposto que os seus pais também ficariam chocados com o que me fez.

— Meus pais não são como os seus, eles não vão me impor nada.

Richard sai da adega e sugere que ela faça o mesmo.

Madeline caminha para o lado de fora e acompanha Richard até a mansão. Ela pega os seus pertences pessoais e depois caminha para a garagem, onde ele a espera no carro.

Richard a leva até a sua casa. Antes de descer do carro, Madeline o encara.

— Vou voltar amanhã ao meio-dia, é melhor aquela mulher não estar mais na sua casa.

— E eu vou ligar para o seu pai e pedir que ele venha imediatamente — replica, fazendo com que ela fique furiosa.

— Não pense que as coisas ficarão boas para o seu lado, Richard. Você só tinha uma missão e falhou miseravelmente.

— Eu não importo com mais nada — responde. — Por mais que respeite a sua família, eles não podem me obrigar a fazer algo que não quero.

— Queria ir com você, mas ligarei para o pai dela para vir aqui, então quero esperá-lo.

— Eu não me importo de ir sozinha — sorri, tentando acalmá-lo. — Não me importo o quanto demore, só quero que resolva tudo.

— Não irei demorar, eu prometo.

Richard a abraça, fazendo com que ela apoie a cabeça em seu ombro. Os dois ficam assim por um bom tempo.

Enquanto está apoiada nele, Alice sente o seu perfume e se lembra do que estava acontecendo na adega. Um sentimento de revolta invade o seu peito. Não perdoaria Madeline por estragar um momento tão bom e tão único como aquele. Ela queria saber como tudo aquilo iria terminar.

— Quando tudo isso acabar, quero voltar aqui — Alice confessa, sem o soltar. Sabia que se olhasse nos olhos dele, não teria coragem de dizer o que queria. — Quero que termine o que começou a fazer na adega — revela, sentindo as maçãs de seu rosto queimarem.

Richard tenta se afastar para olhá-los nos olhos, mas ela o segura mais forte, por estar com vergonha.

— Ah, Alice, se você soubesse tudo o que quero fazer com você — diz, com uma voz embriagada de desejo. — Não quero te assustar, mas é melhor ir se preparando — aperta a cintura dela. — Há tanta coisa que fantasio com o seu corpo — confessa.

— Não fale desse jeito que fico com vergonha — anuncia.

— Vou fazer com que se acostume comigo, até chegar o dia em que seja você que me diga essas coisas.

— Eu nunca falarei isso — gargalha.

— Você verá, meu amor, você verá — responde, tomando-a em um beijo.

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