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Querido CEO, seu bebê quer te conhecer! romance Capítulo 84

Meredite não acredita que acaba de presenciar o filho gritando com a noiva. Ela caminha até Madeline e a vê chorando como uma criança.

— Minha querida, por que não me conta o que aconteceu? Vocês dois parecem tão chateados.

— Só foi um mal-entendido, sogra, falamos algumas coisas que acabaram magoando mutualmente. — Madeline explica sem deixar de chorar.

— Eu não consigo entender, nunca vi meu filho falar desse modo com uma mulher ou com qualquer outra pessoa — Meredite está sem entender nada.

— É melhor eu ir para casa e vir conversar com ele amanhã — diz, percebendo que será em vão tentar conversar com Richard naquela noite.

— Mas você irá viajar amanhã cedo, não acho que dê tempo para conversarem.

— Como posso viajar depois disso? O Richard está nervoso comigo.

— Não se preocupe com isso, tudo bem? Conversarei com ele e pedirei que vá te pedir desculpas antes mesmo que viaje, está bem?

— A senhora acha que ele vai te escutar?

— Vai, sim, não se preocupe — Meredite abraça a nora. — Vou pedir que te levem em casa, não se preocupe, querida, resolverei isso.

Meredite leva a nora até o lado de fora da casa e pede que o motorista a leve até a residência da família Jones em segurança. Após ver a nora sair dali com o rosto abatido, Meredite entra na casa e vai direto para o quarto do filho. Sem bater, entra no quarto e encontra Richard arrumando as malas.

— Não devia ter falado assim com a sua noiva — diz, mas é ignorada pelo filho. — Richard, por favor, nunca te vi dessa maneira. O que aconteceu que o levou a começar a gritar com mulheres?

— Eu não gritaria com ela se ela não pesasse tanto a minha mente, entende? Acha que tenho nervos de aço para aguentar tanta pressão?

— O que ela te disse que o deixou tão nervoso?

— Por acaso a sua querida nora não te contou? — questiona, com o olhar sarcástico.

— Não, ela não me disse nada — contesta confusa.

— É melhor deixar quieto, mãe, não estou com cabeça para isso, me entende?

— Não posso deixar quieto, ainda mais vendo o jeito que a vi saindo daqui, a coitadinha está tão abatida que pensa até em não viajar mais.

Richard para o que está fazendo e encara a mãe.

— Ela disse que não irá mais viajar? — questiona, aparentemente confuso.

— Sim, disse que não quer ir estando brigada com você.

— Que merda, ela mesmo procura as coisas e agora está se passando por vítima.

— Por que não liga para ela e tenta se resolver agora mesmo? Acho que será bom para que vocês dois durmam em paz.

— Não tenho tempo, preciso fazer algo urgente — anuncia.

— E existe algo mais urgente do que o seu relacionamento com a sua noiva?

— Não vou ligar para ninguém.

Sem dizer mais nada, Richard coloca a mala no carro e sai dali, sem dizer para onde vai. Ao chegar no aeroporto, aguarda que o seu avião esteja pronto, por desejar estar na Inglaterra o mais rápido possível.

— O seu avião está pronto, senhor — o copiloto o avisa.

Então Richard sai de Nova York de madrugada, na esperança de saber o que aquele e-mail que recebeu de Silvia Taylor significava de verdade.

Pela manhã, ele já está em Manchester. Embora estivesse ansioso para ir até o endereço que Silvia havia deixado no e-mail, espera que o tempo passe um pouco, para não bater na porta do apartamento da mulher tão cedo.

Quando não consegue mais esperar, ele pede um táxi e vai em direção ao endereço onde esperava encontrar Silvia, Alice e a bebê.

Pensar que teria uma filha o deixa sem acreditar e, embora estivesse ansioso quanto aquilo, sabia que não poderia ser tão esperançoso, afinal, Alice havia passado bastante tempo com Endrick antes dele falecer, então podia ser bem provável que aquele bebê poderia ser do outro também.

A quem ele está tentando enganar? Ele sente que aquele bebê é seu e queria muito entender que tipo de pessoa Alice era para esconder uma coisa tão importante como aquela.

Chegando no prédio onde Silvia mora, ele pega o elevador e vai em direção ao apartamento 546. Toca a campainha com certa inquietação e escuta a mulher do outro lado da porta, queixando que aquele barulho irá acordar a bebê.

— Por acaso o prédio está pegando fogo? — Silvia abre a porta questionando, mas acaba mudando de expressão ao ver quem está ali diante dela.

— Você? — pergunta sem acreditar.

— Por que está tão surpreso, senhora, se foi você mesma que me enviou um e-mail para vir até aqui? — questiona, percebendo que Silvia parece ter ficado petrificada.

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