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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 166

STELLA HARPER

Eu estava aninhada em seu peito, nossos corpos suados e trêmulos se colando um ao outro. O som que preenchia o quarto era o de nossas respirações ofegantes se acalmando, duas melodias caóticas que lentamente encontravam um ritmo sincronizado.

Minha cabeça recusava sobre seu coração, que ainda batia descontrolado, e sua mão desenhava círculos preguiçosos em minhas costas. A felicidade que me inundava era muito intensa e uma onda de calor se espalhava de dentro para fora.

Ficamos deitados em um silêncio confortável, observando as luzes da cidade cintilarem através da janela panorâmica, como um milhão de diamantes espalhados sobre um veludo preto. Cada respiração que eu dava era preenchida pelo cheiro dele. Era o cheiro de casa. O cheiro de segurança. O cheiro do meu homem.

Um novo tipo de calor começou a se espalhar por meu corpo, mais lento e insidioso que a explosão do orgasmo. Era um desejo ardente, uma necessidade de não apenas receber seu amor, mas de retribuí-lo com a mesma intensidade, de tomar, de possuir, de marcá-lo como meu. A noite ainda não havia acabado.

Apoiei-me nos cotovelos e subi em cima dele, sentando-me em seu quadril. A pele de suas coxas estava quente contra a minha. O cabelo dele estava uma bagunça sexy, os lábios inchados dos nossos beijos, e um brilho satisfeito e sonolento em seus olhos. Esse brilho se transformou em pura luxúria quando me viu sobre ele.

Um sorriso cansado, mas incrivelmente sedutor, curvou seus lábios.

— Já recuperou o fôlego, meu amor? — sua voz era um ronronar baixo e rouco. — Pensei que você já tinha se cansado.

Em resposta, não disse uma palavra. Apenas sorri, um sorriso safado que prometia tudo. Inclinei-me e o beijei suavemente, sendo correspondida da mesma forma. Então, comecei a minha descida. Beijei seu maxilar, a curva de seu pescoço, sentindo o pulso forte sob meus lábios. Minha mão traçou um caminho sobre seu peitoral, sentindo os músculos se contraírem sob meu toque.

Continuei meu caminho para o sul, minha boca e minhas mãos explorando cada centímetro de seu torso. Ele se tornou completamente imóvel sob mim, a respiração presa esperando ansiosamente. Quando meus lábios passaram por seu umbigo, seus dedos se cravaram em meus cabelos, não para me guiar, mas como uma âncora para suportar as sensações.

Seu pau já estava semi-ereto novamente, pulsando contra sua barriga. Peguei-o em minha mão, sentindo a textura aveludada da pele, a vida pulsando dentro dele. Levei-o à boca e o lambi de baixo para cima, saboreando as gotas de pré-gozo salgadas em minha língua. Ele gemeu, um som gutural de puro prazer, e jogou a cabeça para trás no travesseiro.

— Ah, Stella... Puta merda...

Aquilo era o que eu queria. Sua rendição.

Envolvi-o com meus lábios, tomando-o o mais fundo que podia, minha garganta se ajustando a ele. Comecei um ritmo lento e profundo, usando minha língua, minhas bochechas e minhas mãos, tudo para seu deleite. Seus gemidos se tornaram mais altos e desconexos.

— Isso... assim... caralho, você... não para...

Sua mão, que antes estava em meu cabelo, agora agarrava o lençol com força. Eu podia sentir a tensão se acumulando em seu corpo, o tremor em suas coxas. Olhei para ele por um momento, meu cabelo caindo como uma cortina ao redor de seu quadril. Seus olhos estavam fechados, a mandíbula cerrada, o rosto em agonia e êxtase. Vê-lo assim, completamente à minha mercê, era o afrodisíaco mais potente do mundo.

Acelerei o ritmo, sentindo-o pulsar com mais força dentro da minha boca. Ele estava perto, muito perto. Mas eu não o deixaria gozar ainda. Não assim.

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