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Segredos De Uma Noite: Meu Marido Por Contrato romance Capítulo 332

A estrada se estendia reta e silenciosa. Alex mantinha as mãos firmes no volante, o olhar fixo na estrada.

Ísis, com um movimento lento, levou as mãos aos cabelos. Desfez o coque e deixou os cachos caírem livres sobre os ombros, o perfume sutil dela invadindo o espaço pequeno do carro. Seus dedos desceram então até o cinto de segurança, soltando-o.

Ela se inclinou devagar, o corpo virando na direção dele sem pressa. Seus olhos encontraram os dele por um breve segundo, um olhar que não pedia permissão, apenas avisava. As mãos dela foram gentis, mas decididas, abrindo o botão da calça dele, descendo o zíper com calma.

— Sua safada… — ele falou com um sorriso malicioso. — Não vai nem esperar eu parar o carro.

— Você já esperou tempo demais, conquistador barato… — ela murmurou, os olhos brilhando. — E eu estou com um desejo urgente. E você sabe que não se nega nada a uma mulher grávida.

Os olhos dele desviaram da estrada por um segundo, encontrando os dela. Escuros. Desafiadores.

Ele ergueu levemente a sobrancelha, fingindo surpresa.

— Desejo urgente? — repetiu, a voz ficando propositalmente inocente demais. — Que tipo de desejo exatamente, Ísis? Chocolate às onze da noite… ou algo que eu precise estacionar o carro para resolver?

O canto da boca dele subiu num sorriso lento.

— Porque, dependendo do pedido… — ele completou, deslizando a língua discretamente pelo lábio inferior — eu posso ser extremamente eficiente.

Ela se inclinou um pouco mais, a voz baixa, quente.

— Não é chocolate… — murmurou, aproximando os lábios do amigão dele. — É algo que só você pode me dar.

Ela começou a envolvê-lo com a boca. Alex sentiu o ar ficar mais denso dentro do peito. Ele manteve uma mão no volante, a outra instintivamente subindo até a nuca dela. Seus dedos se entrelaçaram nos cabelos soltos, segurando com firmeza, mas sem forçar. Apenas acompanhando, guiando de leve o movimento que ela iniciava.

O ronco baixo do motor preenchia o silêncio entre eles. Ele respirou fundo, os músculos do braço tensionando enquanto tentava manter o controle da direção e do próprio corpo ao mesmo tempo. Ísis desceu mais, os lábios roçando a pele dele em uma promessa silenciosa, quente e lenta.

— Ísis… — a voz dele saiu rouca, quase um aviso, mas sem nenhuma intenção real de pará-la.

Ela apenas sorriu contra ele, antes de envolvê-lo completamente com a boca, num carinho demorado e profundo que fez os dedos dele se fecharem mais forte nos cabelos dela.

Alex apertou o volante com mais força, os nós dos dedos embranquecendo, enquanto a estrada seguia em linha reta à frente. E o mundo, por alguns minutos, se resumia ao calor da boca dela e ao pulsar acelerado do próprio sangue.

Alex não conseguiu chegar onde queria. O carro balançou levemente quando ele virou o volante de qualquer jeito e estacionou de uma vez. Ísis começou a rir. Um riso leve. Provocador. Ele passou a mão pelo cabelo, respirando fundo.

— Ri mesmo… — disse, olhando para ela com os olhos escurecidos de desejo. — Porque eu vou fazer agora, você gritar.

Ele empurrou o banco para trás com pressa, abrindo mais espaço entre eles.

— Use e abuse… — murmurou, a voz baixa e carregada. — Sem moderação.

Ísis não hesitou. Moveu-se em direção a ele, encaixando-se no corpo dele com urgência. As mãos dela se apoiaram no peito dele. A respiração dos dois já estava descompassada.

E então eles se beijaram. Um beijo faminto. Urgente. Línguas se encontrando como se estivessem tentando recuperar todo o tempo perdido. Alex segurou firme os cabelos dela, puxando levemente, dominando o ritmo. Ísis correspondeu com a mesma intensidade, as unhas deslizando pelo pescoço dele.

O ar dentro do carro ficou pesado. Ele interrompeu o beijo de repente. Ficou olhando para ela. Os olhos percorreram o rosto, os lábios inchados, o brilho no olhar.

— Você é gostosa demais… — disse rouco. — Eu quero você nua. Agora.

As mãos dele deslizaram pelo corpo dela com urgência, encontrando o zíper do vestido. Ele a olhava enquanto abria devagar, como se estivesse saboreando cada segundo.

O tecido caiu pelos ombros dela. E naquele momento, não havia mais cidade, não havia mais rua. Só dois corpos que se queriam.

Ela começou devagar. Movimentos lentos. Provocadores. Como se quisesse testar até onde ele aguentava.

Alex segurou firme a cintura dela com as duas mãos, guiando o ritmo, os dedos marcando a pele com força contida. A cabeça dele caiu levemente para trás por um instante, os olhos fechando enquanto sentia cada provocação calculada.

— Ísis… — o nome dela saiu pesado, carregado.

Ela intensificou. O ritmo deixou de ser lento. Ficou urgente. A sintonia entre os dois era quase selvagem, os corpos se movendo com necessidade acumulada. O carro balançava sutilmente com a intensidade do momento.

Os sons já não eram contidos. A respiração dela virou gemido. O nome dele escapava dos lábios sem controle.

— Alex…

Ele abriu os olhos, tomados por desejo cru. Subiu as mãos pela cintura dela, trazendo-a ainda mais contra si.

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