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Segredos De Uma Noite: Meu Marido Por Contrato romance Capítulo 334

Edgar deu um passo para trás só para admirar.

— P0rr@, Laura… — falou novamente, sem filtro.

Ele voltou a encostar o corpo no dela por trás, as mãos grandes subindo pelas costelas até envolver os seios por cima do sutiã. Apertou com firmeza. Laura arqueou as costas, empinando o quadril instintivamente contra ele.

— Nego… por favor… — a voz dela saiu entrecortada, quase suplicante.

Ele riu baixo, aquele riso perigoso que ela conhecia tão bem.

— Por favor o quê, Felícia? — perguntou, mordendo de leve o ombro dela enquanto uma das mãos descia pela barriga, pelos quadris, até parar na borda da calcinha. — Quer que eu pare de te torturar… ou quer que eu continue?

Sem esperar resposta, ele deslizou os dedos por dentro da renda, encontrando-a já molhada. Laura gemeu alto, a testa encostando na parede.

— Isso… — ele sussurrou no ouvido dela, movendo os dedos em um ritmo lento e profundo. — Isso é meu.

Ele aumentou o ritmo, Laura começou a tremer, as pernas fraquejando.

— Não goza ainda — ordenou ele, tirando os dedos de repente.

Ela soltou um gemido frustrado, quase choramingando. Edgar a virou de frente novamente, os olhos escuros brilhando de desejo e posse. Segurou o rosto dela com as duas mãos e a beijou com força, língua invadindo, reivindicando. Enquanto a beijava, terminou de tirar o vestido, deixando-o cair no chão. Em seguida, desabotoou o sutiã com um movimento rápido e o jogou de lado.

Os seios dela livres, ele se abaixou e tomou, chupando com vontade. Laura arqueou as costas, gemendo alto, as mãos agarrando os ombros dele.

— Agora fica quietinha — mandou ele, a voz grossa de tesão, erguendo o rosto para encará-la com um olhar que não admitia desobediência.

Laura mordeu o lábio, ofegante, e obedeceu. Edgar terminou de tirar a própria calça e a cueca boxer num movimento, ficando completamente nu diante dela.

Sem aviso, ele a pegou no colo com facilidade, as mãos firmes sob as coxas dela, erguendo-a contra a parede. As costas de Laura bateram de leve na superfície fria, contrastando com o calor do corpo dele pressionado contra o dela. As pernas dela se abriram instintivamente, envolvendo a cintura dele. Ele a provocou por um segundo, os olhos fixos nos dela.

— Pede — sussurrou rouco.

— Edgar… por favor… — a voz dela saiu trêmula, suplicante.

Ele entrou de uma vez, num movimento firme e profundo. Os dois gemeram juntos, o som ecoando no quarto. Ele parou por um instante, sentindo ela pulsar ao redor dele, quente, apertada, perfeita.

Então começou a se mover. Lento no começo, deixando-a sentir cada centímetro da invasão, cada veia pulsando dentro dela. Depois mais rápido, mais forte. O som dos corpos se chocando preenchendo o quarto junto aos gemidos dela e aos grunhidos baixos dele.

Laura cravou as unhas nas costas dele, marcando a pele, enquanto ele segurava firme nas coxas dela, ditando o ritmo sem piedade.

— Isso… geme pra mim… — rosnou ele no ouvido dela. — Quero sentir você gozando.

A cada investida, o prazer subia rápido, incontrolável. Ele acelerou e Laura começou a tremer, o orgasmo se aproximando rápido.

— Edgar… eu vou… eu vou…

— Goza, amor. Agora.

Ela explodiu, o corpo convulsionando, gritando o nome dele enquanto o orgasmo a atravessava inteiro. Ele continuou com os movimentos fortes, prolongando o prazer dela, até que não aguentou mais.

— P0rr@, Laura… — gemeu rouco, enterrando-se fundo uma última vez e gozando dentro dela.

Ela ainda tremia quando o prazer foi diminuindo, os dois ofegantes, colados um ao outro contra a parede fria da suíte.

Edgar encostou a testa na dela, respirando fundo, depois desceu os lábios até a boca dela num beijo lento, diferente de todos os outros.

— Eu te amo, Loirinha — sussurrou, acariciando o rosto dela com o polegar.

Laura sorriu, ainda com a respiração descompassada, deslizando os dedos pelo peito dele.

— Eu te amo mais… Descansa um pouco — disse, dando um selinho demorado e empurrando de leve o peito dele com a ponta dos dedos. — Porque isso foi só o começo da noite. — piscou, provocante.

Eles riram baixo. De repente, Laura arregalou os olhos como se tivesse levado um choque.

— Amor… você trancou a porta? — perguntou, olhando para a direção da entrada da suíte.

Edgar franziu a testa, relaxado demais.

— Não… mas a Luna não vai acordar. Ela está muito cansada. — respondeu, beijando o ombro dela.

Laura estreitou os olhos, desconfiada.

— Nego… você está brincando com a sorte. — disse, apontando o dedo indicador para ele.

Antes que ele respondesse, veio a batidinha.

Tum. Tum.

— Papaiiii? — a vozinha ecoou do lado de fora, seguida de mais dois toques na porta.

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