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Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA! romance Capítulo 68

RUBI MONTENEGRO

A luz do sol invadiu o quarto do hotel, atravessando as frestas das cortinas e perfurando meus olhos como agulhas finas. Minha cabeça latejava e minha boca estava tão seca que parecia que eu tinha comido um prato de areia.

Tentei me esticar na cama macia, soltando um gemido baixo de dor, mas congelei no meio do movimento.

Havia duas coisas terrivelmente erradas comigo.

Primeiro: um ar frio bateu na minha pele e eu percebi que estava completamente nua.

Segundo: havia um braço musculoso jogado de forma possessiva sobre a minha cintura.

Prendi a respiração e virei o pescoço bem devagar, rezando com todas as minhas forças para que fosse tudo um pesadelo.

Não era. Ares Beckett estava deitado ao meu lado, dormindo profundamente, com o rosto relaxado e o peito nu subindo e descendo com calma.

Meu Deus. O que eu fiz?

Fechei os olhos com força, tentando puxar a memória da noite anterior. Os flashes vieram rápidos na minha mente. Eu no bar. Eu bebendo aquela aguinha transparente que queimava a garganta. O táxi. E então... o quarto.

Eu puxando a gravata dele. O beijo faminto. Ele tirando o meu vestido. A boca quente dele descendo pelo meu corpo... e parando bem embaixo.

Lembrei dos meus gemidos altos e da sensação de prazer absurdo no meu corpo.

— Ah, não... — puxei o lençol até o pescoço, tentando me esconder do mundo, de Ares e da minha própria falta de vergonha na cara.

O meu movimento fez o colchão balançar. O braço ao redor da minha cintura apertou firme, me puxando mais para perto, e Ares abriu os olhos.

Ele piscou algumas vezes, focou o olhar em mim escondida atrás do lençol e, percebendo o meu desespero nítido, abriu um sorriso presunçoso.

— Bom dia, esposa — ele murmurou. A voz dele estava rouca, grave e sonolenta. Um som matinal de tirar o fôlego que fez meu estômago dar um salto indesejado.

— O que... o que aconteceu ontem à noite? — gaguejei, agarrando o tecido com força.

Ares se apoiou em um cotovelo, exibindo aquele peitoral sem o menor pingo de pudor. Ele me olhou de cima a baixo com pura diversão brilhando nos olhos escuros.

— Você não se lembra, Rubi? — ele provocou, vi seu sorriso aumentando. — Que pena. Eu pensei que seria uma noite inesquecível. Você chorou dizendo que nenhum homem te queria, e eu me vi na obrigação moral de provar o contrário. Fui muito minucioso no meu trabalho, devo acrescentar.

Meu rosto esquentou tanto que eu tive certeza de que estava da cor do vestido que usei no desfile.

68 - Ressaca e Nudez 1

68 - Ressaca e Nudez 2

68 - Ressaca e Nudez 3

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