Olhei para os lados e tentei sentir o cheiro da pizza. Mas não tinha.
— Onde está... a pizza? — perguntei.
A minha educação era dissociada do estômago.
Enzo disse, entredentes:
— Você não pode comer pizza. Lembre-se da alimentação saudável.
— Desde quando você se preocupa com isso? — Zadock encarou Enzo — Se Derringer quer comer pizza com a sua esposa, assim será.
— Se você não obedecer a seu irmão, vai levar uma surra ou acordar no céu. — Lembrei Enzo. — Sou Maria Fernanda. — apresentei-me.
— Meio-irmão. — os dois disseram praticamente ao mesmo tempo.
— Zadock. — disse o marido de Caliana, seco, apertando a minha mão.
Olhei para a menina princesa e fui na direção dela, ajoelhando-me no chão, em sua frente.
— E você dever ser a princesa da família.
Ela sorriu e alisou meu rosto. Tinha os dedinhos leves e macios.
— Como ela se chama? — perguntei para Caliana.
— Dakota. Mas se quiser, pode chamá-la de Korth.
— Korth? — arqueei uma sobrancelha.
— É o nome de uma arma. Zadock é CEO de uma empresa de produtos bélicos.
Ainda bem que eu não tinha casado com o Zadock. Preferia ser uma Maçãzinha do que uma arma. Enfim... ele era mafioso então fazia sentido.
— Oi, Korth. Eu sou a Maria Fernanda. — a abracei.
Todos me olhavam e me senti um pouco sem jeito. Tentei ser gentil:
— Eu... não me importo que vocês sejam mafiosos. E prometo nunca revelar à polícia. Sei ser discreta. E agora somos família.
Zadock franziu o cenho. Enzo respirou fundo e Caliana riu:
— Os Asheton não são mafiosos. Realmente são do ramo de produção e venda de armas.

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