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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 237

Quando saímos da UTI neonatal, Enzo me amparou com o seu corpo, me ajudando a andar. Eu ainda não tinha me recuperado totalmente.

Antes de chegarmos no corredor em que meu quarto se encontrava, ele pegou a minha mão e posicionou-se na minha frente.

— Eu nunca mais vou deixar ninguém te machucar.

Aquela fala era típica dele. Não me comovi:

— Certamente não, Enzo. Você me machucou o suficiente para que não sobrasse mais nada para ser machucado.

— Eu sei tudo que fiz de errado, Maçãzinha. E...

— Eu não sou uma Maçãzinha, Enzo. — tentei manter a calma. — Sou Maria Fernanda. Prefiro que me chame pelo meu nome. É o mínimo que você pode fazer por mim.

Aquela parte doeu. Porque o apelido que Enzo tinha me dado era uma das coisas que eu mais gostava. Louco, exótico, engraçado... como ele.

Mas não fazia sentido eu ser chamada daquela forma pelo meu ex. Aliás, dava para ser ex se nem sei se chegamos de fato a ter algo a não ser um contrato de casamento?

Passamos tão pouco tempo como um casal de verdade. E... ficaram tantas coisas para trás, que só planejamos e não concretizamos... porque ele me mandou embora.

— Eu... prometo que vou tentar não te chamar mais assim. — ele disse.

— Obrigada.

— Eu tenho consciência que não tem perdão para o que eu fiz. Mas isso não significa que eu não te amo. Você foi a primeira mulher que eu amei. Mas não será a única. — ele sorriu.

Mordi o lábio. Por mais raiva e ressentimento que eu tivesse pelo que Enzo me fez, saber que outra pessoa ocuparia o meu lugar em seu coração fazia com que eu já sofresse antecipadamente.

— Que bom que não serei a única. E tenho pena da que vier depois de mim. Se me amando como você diz que ama me machucou dessa forma, imagino o que aconteceria se não tivesse sentimentos por mim.

Enzo olhou para minha mão, que estava entre a sua:

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