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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 66

Caralho, eu poderia ficar ali, beijando-a, até que o mundo acabasse. Morrer com os lábios no dela, sentindo sua língua doce e macia enroscar-se na minha seria a melhor forma de partir dessa para uma melhor.

Maçãzinha não resistiu mais. E me beijou de verdade. Para ela poderia ser uma mentira. Mas não para mim. Aliás, ela sempre correspondia aos meus beijos. E... me parece que não resistia em gozar na minha língua. Então talvez... não fosse uma mentira tão mentirosa.

— O homem que conheceu Maria Fernanda em um mês e decidiu pedi-la em casamento! — ouvi a voz do garoto zumbi, me obrigando a tirar a língua de dentro da boca de Maria Fernanda para responder.

Ok, agora ela tinha me irritado profundamente!

— Amor, você conta todos os nossos segredos por aí? Era uma surpresa! Como descobriu?

Maria Fernanda sorriu e deitou a cabeça no meu ombro:

— Não, “amor”, eu não conto nossos segredos para todo mundo. Mas Michael é o meu melhor amigo. Eu fui a primeira pessoa a saber quando ele decidiu pedir a minha prima em casamento. E isso me deixou tão feliz que eu quis retribuir a confiança que sempre tivemos um no outro.

— Você disse que ele era tímido e muito ocupado. — o garoto falou com Maria Fernanda, mas olhou para mim.

— Tímido, eu? — ri — Amor, você me acha tímido? Tímido nunca. Ocupado, sempre. Sou CEO de uma empresa de armamentos de pequeno porte. — como se eles não soubessem!

Será que realmente sabiam? O que pessoas como eles fariam com armas? O mundo de Maria Fernanda era completamente diferente do meu.

— Você está drogado? — Michael me perguntou.

— Drogado?

— Fê comentou que você é viciado em Zolpidem.

— Que porra de droga é essa? — Letícia pareceu querer entrar na conversa. Mas não tinha lugar para mais uma pessoa ali. Aliás, naquele momento mal tinha lugar para mim.

Olhei para Maçãzinha. Acho que a história estava ficando ainda mais interessante.

— Contou também sobre a minha dificuldade para dormir, amor?

— Eu também disse que... amo Zolpidem. — ela tentou justificar — porque... é uma droga... lícita?

— Claro! Droga lícita! — levantei os braços e sorri — Vamos todos nos entorpecer de Zolpidem e ficarmos doidões. É por minha conta.

Todos me olharam, como se eu fosse uma aberração.

— Zolpidem não dá esse efeito. — o garoto me encarou.

Ah, sim... ele tinha estudado medicina!

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