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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 248

A luz do sol entra fraca pela cortina, pintando o quarto de um tom dourado suave. Meu corpo acorda antes da minha mente.

Tudo dói de um jeito bom.

As coxas estão sensíveis, há um latejar constante entre as pernas, e sinto marcas leves onde Blake me segurou com força ontem à noite.

Quando me mexo de leve, um suspiro escapa dos meus lábios, meio gemido, meio reclamação.

Estou completamente nua, enrolada nos lençóis bagunçados, e o corpo quente atrás de mim me lembra imediatamente de tudo que aconteceu.

Blake.

O braço dele está pesado sobre minha cintura, possessivo mesmo dormindo, e a respiração calma b**e na minha nuca.

Por alguns segundos, fico imóvel, apenas processando que tudo isso está realmente acontecendo. Só sentindo o momento.

O cheiro dele na minha pele, o calor do peito colado nas minhas costas, o jeito como nossas pernas estão entrelaçadas.

É estranho.

É bom.

E me assusta um pouco.

Me viro devagar, sem tirar o braço dele do meu corpo, tentando não acordá-lo. Quando consigo ficar de frente, prendo a respiração por um segundo.

Blake ainda está dormindo.

O rosto dele está relaxado de um jeito que eu nunca vi antes. Sem a máscara de controle, sem a expressão profissional.

Só… tranquilo. Humano. Vulnerável até.

Meu olhar desce devagar, absorvendo os detalhes como se estivesse vendo tudo pela primeira vez.

O cabelo levemente bagunçado, a barba por fazer, a linha forte do maxilar… e há uma marca vermelha no pescoço que devo ter deixado.

Ele parece… menos intocável.

Levanto a mão devagar e passo os dedos pelo rosto dele, quase sem tocar, apenas acompanhando o contorno.

No mesmo instante, os olhos dele se abrem. Não há sono tranquilo neles. Estão alertas, como se estivesse acordado há mais tempo do que demonstrava.

Por um segundo, ele não se mexe. Só me observa, como se estivesse se certificando de onde está, de quem está aqui com ele.

— Bom dia — murmuro, sentindo minha voz sair rouca.

Blake não responde de imediato. O olhar desce lentamente pelo meu rosto, pescoço, seios e só então volta para os meus olhos.

A mão dele sobe e segura minha cintura por baixo do lençol, apertando de leve.

— Bom dia — responde, por fim, com a voz grave e baixa. — Como você está?

— Dolorida. Muito — murmuro, sentindo o rosto esquentar. — Em vários lugares que eu nem sabia que podiam doer.

Ele solta um som baixo, quase uma risada, e se aproxima, beijando meu pescoço com uma delicadeza que me faz arrepiar.

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