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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 267

A música começa no instante em que as portas da igreja se abrem.

Meu coração dispara tão forte que consigo sentir cada batida ecoando no peito, enquanto dou o primeiro passo ao lado de Owen.

As luzes suaves iluminam o corredor longo, coberto de flores brancas e velas douradas. Os convidados se levantam devagar, mas mal percebo os rostos.

Porque meus olhos encontram ele imediatamente.

Lucas.

Parado no altar, com o terno escuro perfeitamente alinhado e aquele controle impecável que sempre carregou… completamente destruído no segundo em que me vê.

E Deus.

Nunca vou me cansar de perceber como aquele homem olha para mim.

— Vamos? — Owen diz, estendendo o braço.

Concordo com a cabeça, segurando-o com cuidado.

Caminhamos devagar pelo corredor, enquanto a música preenche a igreja inteira com uma suavidade que contrasta completamente com o caos dentro do meu peito.

Owen mantém a mão firme sobre a minha, como se soubesse exatamente o quanto minhas pernas estão tentando esquecer como funcionam agora.

Mas nada ao redor consegue competir com Lucas.

Ele não desvia os olhos de mim nem por um segundo.

E, conforme me aproximo, percebo pequenas coisas que provavelmente ninguém mais notaria.

A maneira como o maxilar dele trava discretamente.

Como os dedos se ajustam um sobre o outro, controlando a tensão.

Como o peito sobe um pouco mais devagar, como se ele estivesse tentando se lembrar de respirar.

Lucas Sinclair está nervoso, e perceber isso quase me faz rir no meio da cerimônia.

Quando chegamos perto do altar, Owen para ao meu lado por um instante antes de se inclinar um pouco na minha direção.

— Se quiser desistir, ainda dá tempo de fugirmos com a sobremesa — murmura, baixo.

Solto uma risada abafada.

— Obrigada pelo apoio emocional.

— Sempre às ordens.

Ele aperta minha mão uma última vez antes de entregá-la a Lucas.

E, no segundo em que Lucas segura meus dedos, o mundo inteiro parece finalmente encaixar no lugar certo.

Lucas aproxima o polegar da minha mão, acariciando minha pele devagar, quase distraidamente.

— Você está linda — murmura, baixo o suficiente para só eu ouvir. — Honestamente… acho que meu cérebro parou de funcionar no momento em que você entrou por aquela porta.

— Isso é preocupante vindo do CEO de uma empresa bilionária.

— Hoje não sou CEO de nada.

O olhar dele desce lentamente pelo meu rosto, como se estivesse tentando guardar cada detalhe.

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