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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 160

POV: AIRYS

Gemi alto, cavalgando mais forte, mais rápido, mais desesperada. Meus quadris se chocavam contra os dele com força, os gemidos dele se misturando aos meus. O som da nossa pele se encontrando, da minha intimidade molhada engolindo-o, do nosso suor, do nosso descontrole, preenchia tudo.

Daimon desferiu outro tapa na minha bunda, rugindo. Meu corpo inteiro tremeu. Estávamos suados, colados, a temperatura entre nós explodindo. Eu estava no limite. Me agarrava nele como se minha vida dependesse disso.

Ele então se sentou, me mantendo encaixada, as mãos cravadas em mim. Meus seios se comprimiram contra sua mão que os agarrou com força, beliscando os mamilos enquanto mordia meu ombro e beijava meu pescoço.

Minha cabeça caiu para trás, sobre o ombro dele, arfando, totalmente entregue.

Sua mão desceu pela minha barriga suada até o meu centro. Começou a massagear meu clitóris com ritmo rápido, preciso, ao mesmo tempo em que eu subia e descia sobre ele, cada sentada mais profunda, mais desesperada, mais molhada.

— Ousada. — ele rosnou contra meu ouvido, a voz baixa, possessiva, carregada de desejo bruto. — Minha safada.

— Daimon... caramba... — gritei, o corpo inteiro tensionando.

Daimon continuou beijando minha pele, os lábios queimando em cada ponto, como se ele quisesse marcar cada parte de mim com a boca. Me puxou para o chão, me deitando de costas sob seu corpo quente, suado, imenso. Se encaixou entre minhas pernas e me penetrou de novo, fundo, sem dó, sem aviso, do jeito que me deixava insana.

Joguei as pernas ao redor de sua cintura, gemendo alto, os olhos revirando quando senti ele inteiro dentro de mim. Arqueei o corpo com cada estocada que me fazia estremecer. Ele colou os lábios nos meus, me beijando com a mesma fome com que me devorava, um beijo molhado, sujo, possessivo.

— Daimon... eu... eu vou gozar de novo... — confessei entre arfadas, com a voz arrastada, exausta e completamente viciada nele. Eu estava desmanchando, perdendo o controle, entregue demais.

— Goza comigo, minha Luna. — ele sussurrou entre meus lábios, a voz rouca, grave, lascada de desejo. Me ergui, quebrando o beijo, mordendo seu queixo com força. Deslizei as unhas pelas costas dele, marcando cada centímetro, depois cravei os dentes no ombro, querendo sentir ele por dentro, por fora, na carne.

Queria tudo dele.

— Airys? — ele murmurou, a respiração descompassada.

Foi então que percebi: estava mordendo mais forte, arrancando sangue. Mas ele não gemeu de dor. Ele rosnou. Alto. Grave. Cheio de tesão. Aquilo o acendia.

Agarrei seus cabelos com uma mão, puxei sua cabeça para o lado e lambi sua pele. Mordi mais. No pescoço. No ombro. Em cada parte exposta. Meu corpo já não obedecia. Era puro instinto. Pura fome.

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