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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 284

POV: DAIMON

— Uma vez, aqui nesta cabana... você disse que queria que eu te mostrasse tudo meu. — Falei sem pudor, com a voz arrastada, perversa, pegando o óleo corporal comestível que estava aquecendo ao lado da lareira. O frasco morno escorregou na minha mão enquanto eu observava cada reação dela, parado, dominante, pronto para corromper até o último resquício de controle.

Airys me olhou com os olhos brilhando em desafio, mas o rubor em suas bochechas a entregava.

— Lembro sim. — respondeu com um sorriso de canto, atrevido, mordendo o lábio inferior. — Lembro também que você disse que eu não estava preparada para isso...

Dei um passo à frente, devagar, como um predador se aproximando da presa.

— E não estava mesmo. — Murmurei firme, deixando a ameaça carregada de prazer escorrer pela minha voz. — Mas agora... agora você está implorando por cada centímetro do que sou. E eu vou te dar. Até não sobrar mais nada de você sem mim.

“Porra... isso sim é o tipo de promessa que deixa a fêmea no cio.” Fenrir vibrou malicioso.

Pinguei o líquido quente devagar, deixando escorrer em um fio grosso pelas costas nuas dela. Acompanhava o caminho com os olhos, vendo a pele arrepiar à medida que o óleo descia pela curva da lombar, escorria sobre a bunda empinada e deslizava pela parte de trás das coxas até quase alcançar os joelhos. Ela estremeceu sob meu toque, os dedos presos se apertando contra os lençóis. Seu corpo inteiro era uma provocação viva, suando desejo e cheirando à tentação.

Comecei a espalhar o líquido com a ponta dos dedos, lento, firme, sem pressa alguma. Massageei cada ponto, apertando com possessividade. Meus dedos afundavam na carne macia, dominando, marcando. Quando alcancei os ombros, beijei com vontade, sugando a pele quente até deixá-la úmida da minha boca. E então mordi, forte, com fome. Ela gemeu alto, arfando, se remexendo sob mim.

— Quietinha, coelhinha... — sussurrei com a voz baixa, carregada de malícia. — Você ainda nem viu o pior.

Desci de novo, minha mão deslizando pela lateral do corpo dela até alcançar a bunda, que agarrei com força. Dei um tapa seco e em seguida acariciei o local, amassando devagar, com pura adoração suja.

Empurrei a perna dela com meu joelho, abrindo espaço. Me inclinei até o rosto ficar rente à sua pele, e minha mão escorregou entre suas coxas. Encontrei sua fenda quente pulsante escorrendo, um convite indecente para o pecado.

Ela estremeceu com o contato. Seu quadril arqueou involuntariamente quando deslizei a ponta do dedo sobre a entrada molhada, brincando com movimentos circulares, ameaçando invadir..., mas parando sempre um segundo antes.

— Tão molhada assim só com uma massagem, Airys? — murmurei contra sua pele. — Ou é o jeito que eu falo no seu ouvido?

— Daimon... — ela gemeu meu nome com a voz arrastada, melosa, carregada de safadeza. — Amor... me toque...

Só o som daquelas palavras escapando da boca dela já foi suficiente para fazer minhas pupilas dilatarem.

— Minha pequena, se eu começar... — rosnei, a ameaça vibrando profunda no meu peito e subindo pela garganta. Desci a mão entre suas pernas e belisquei seus lábios íntimos, sentindo o quanto ela estava quente, latejando, escorrendo só por me ouvir falar. Ela arfou alto, os joelhos fraquejando.

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