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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 285

POV: DAIMON

Movimentei os dedos com mais intensidade, curvando no ponto exato que fazia seu corpo estremecer. Airys apertando os dedos, os quadris implorando por mais, os gemidos crescendo como uma melodia viciante.

— Grita para mim, coelhinha... — sussurrei em seu ouvido, com a voz arrastada e maliciosa. — Quero ouvir o quanto você gosta de sentir meus dedos dentro de você...

Ela arqueou mais uma vez, tremendo inteira.

— Daimon... eu... vou... — sussurrou entre gemidos descompassados.

Abandonei seus lábios com um rosnado rouco de prazer, sentindo o gosto dela ainda quente na minha língua. Desci a boca lentamente por seus ombros expostos, mordendo sua pele macia com força suficiente para deixá-la marcada. Minhas presas afundaram com prazer sádico, deixando rastros vermelhos enquanto eu chupava cada centímetro com uma devoção bruta, possessiva. Beijei cada pedaço marcado, não por carinho, mas por necessidade — ela era minha. Eu a estava selando.

Minhas mãos subiram pelas laterais do corpo dela, massageando com firmeza, sentindo cada tremor que causava. Revezava entre toques e beijos, intercalando prazer e domínio em doses crescentes. O cheiro da excitação dela me embriagava.

Me ergui, respirei fundo e puxei com brutalidade o mecanismo do sofá, fazendo-o desdobrar num estalo seco. O corpo dela vibrou com o movimento repentino, e um gritinho escapou de sua garganta. Inclinei a cabeça, observando com um meio sorriso perverso enquanto ela se ajustava, surpresa e entregue.

Passei o dedão devagar pelo canto da minha boca, onde um filete de sangue escorria — o dela. Levei o dedo aos lábios e suguei devagar, com gosto. Aquele sabor... viciante, provocante, proibido.

— Porra... — Airys arfou, a respiração acelerada, a pele arrepiada. Ela me olhou com os olhos dilatados, famintos.

Arqueei uma sobrancelha, os olhos semicerrados sem desviar o olhar dela.

— Você não faz ideia do quanto é sexy, faz, Daimon?

Inclinei o corpo sobre ela de novo, o joelho entre suas pernas, prendendo-a. Segurei seu queixo com força, obrigando-a a me encarar.

— Não. Mas estou prestes a mostrar o quanto você é devassa por um monstro como eu.

"Vamos arrancar cada gemido, um por um. Não tenha pressa, Alfa... ela é nossa agora." Fenrir riu, insaciável, predatório, faminto.

— Talvez você possa me mostrar isso... quando eu terminar. — Provoquei com malícia crua, subindo no sofá atrás dela com movimentos calculados, pesados. Me posicionei, empurrando as pernas dela para o lado com brutalidade contida, abrindo espaço para dominá-la do jeito que ela merecia.

Me inclinei sobre seu corpo, colocando as mãos de cada lado da cabeça dela, os braços tensos sustentando meu peso. Os músculos do meu peitoral quase roçavam suas costas nuas, e minha ereção latejava contra sua entrada, pressionando devagar, com intenção. Cada segundo era uma tortura sádica e deliciosa.

— Você me deixa louco, sabia disso? — murmurei contra a pele da sua nuca, sentindo seu corpo inteiro estremecer.

— Experimente ser quem está amarrado. — ela gemeu, desafiadora, jogando o quadril contra o meu com um impulso ousado, descarado. A cabeça caiu para trás, os cabelos se espalhando em meus ombros, e ela se esfregou com gosto, buscando mais.

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