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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 286

POV: DAIMON

Puxei sua cintura com brutalidade para impedir que ela fugisse da minha boca ou do meu domínio.

— O que não faço pela minha rainha? — murmurei com sarcasmo e adoração crua, deixando a ponta de uma garra se estender. Desci do topo da nuca dela até a base da coluna percorrendo pela espinha, riscando sua pele quente e arrepiada com lentidão calculada. O corpo dela se arqueou de imediato, como se implorasse por mais.

Aproximei meu quadril, pressionando minha ereção latejante contra sua entrada pulsante, quente, molhada, faminta. Esfreguei com lentidão, roçando de propósito sem invadir, provocando, enlouquecendo.

Minha mão grande prendeu as dela, firmando seus punhos sobre a cabeça. Ela estava totalmente submissa, entregue ao meu domínio, e ainda assim... ousada como sempre.

Então mergulhei com força e precisão dentro da sua fenda. O corpo dela reagiu no mesmo instante, um gemido alto e arrastado, seguido por um suspiro preso. Ela tremeu inteira, arfando, tentando se adaptar à invasão repentina e profunda.

Movimentei devagar, mas firme, sentindo suas paredes quentes se contraírem ao redor do meu membro como se quisessem me engolir por completo.

— É difícil me conter com você assim, meu amor... — rosnei contra sua orelha, sentindo o cheiro do seu prazer, o gosto do seu desespero por mais.

— Alfa... — ela rosnou de volta, a voz embargada, abrindo e fechando as mãos com força enquanto empinava ainda mais a bunda, oferecendo tudo. — Não se contenha... eu te quero por inteiro!

— Porra... — praguejei entre dentes, o rosnado saiu forte e grave, reverberando no ambiente como um trovão. Meu corpo inteiro vibrava com a urgência animalesca de dominá-la por completo. Apertei ainda mais os punhos dela contra o estofado, imobilizando-a sob o meu controle absoluto. Com a outra mão, segurei seu quadril com brutalidade e voltei a estocar com força, aumentando o ritmo com intensidade selvagem.

Cada investida arrancava gemidos altos, indecentes e cada vez mais desesperados. Ela gritava de prazer, completamente entregue, e aquilo me deixava à beira da loucura.

Airys jogava o quadril para trás com precisão lasciva, rebolando contra meu membro com uma fome suja, ousada, viciada. Ela sabia o que fazia. Sabia o quanto aquilo me destruía por dentro.

"Essa fêmea foi feita para nós. Quanto mais safada, mais perfeita."

Fenrir rugiu em minha mente, e eu quase ri de prazer.

— Tão perfeita para mim... — murmurei rouco, batendo contra ela mais forte, ouvindo o estalo da pele, o som do sexo, os gemidos ecoando por toda a sala.

O corpo dela começou a tremer, os músculos contraíram, os gritos se tornaram falhados. Estava chegando lá. E quando veio, foi uma explosão.

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